segunda-feira, 30 de agosto de 2010

FALTA DE INFRAESTRUTURA EM CAICÓ.

CADÊ O CALÇAMENTO DO ALTO DA BOA VISTA?

É IMORAL UM NEGÓCIO DESSE! COMO É QUE PODE UM DOS BAIRROS MAIS ANTIGOS DE CAICÓ CONVIVER COM UMA EXCLUSÃO DESSAS? ATÉ BAIRROS COMO O PRÓPRIO SAMANAUL JÁ ESTÃO QUASE TODOS CALÇADOS E O ALTO VIVE NA MENDIGÂNCIA INOPORTUNA. FOI PROMETIDO, PELO PREFEITO LOCAL QUE IRIA SER CALÇADA OUTRA RUA DO ALTO, MAS ATÉ AGORA NADA. É HUMILHANTE UM ESTADO DE VIVÊNCIA ASSIM, GANHANDO A CONFIANÇA DE SEUS ELEITORES QUE PAGAM SEUS IMPOSTOS E A COMUNIDADE NÃO VER OSA RESULTADOS DEVIDOS.
QUANDO CHOVE É A MAIOR LAMACEIRA QUE ATOLA OS PÉS DOS TRANSEUNTES E DISGRAÇA AS ROUPAS DE CICLISTAS E MOTOQUEIROS. É PRECISO QUE A PREFEITURA RESOLVA ESTE PROBLEMA E DESTINE OUTROS DE PLANOS DE CALÇAMENTO PARA ESTE BAIRRO.

sábado, 28 de agosto de 2010

JANTAR DOS SEAREIROS EM CAICÓ.

Quem anuncia é se não a minha querida Eugênia. É um jantar para todos os amigos Seareiros de Caicó. Será imperdível e muito consumível. Venha você, comparecer a este encontro e sinta em casa. Será o I JANTAR FRATERNO DOS AMIGOS DO SEAREIROS DO BEM que ocorrerá no dia 04 de setembro do corrido ano. O local será no Atlético Clube Corinthians e se iniciará as 20 horas dda noite. A entrada, é baratinha, apenas R$ 8,00. Venha conhecer esse Projeto "Educando Bem".

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

POETA CABRUÊRA

POETA: Cabruêra -
POESIA: Auto de Zé Limeira

No sertão, sob o sol da Borborema.
Numa terra regada a pedra e osso
O lagarto equilibra seu pescoço
Com a cauda apontando a parte extrema
O seu corpo parece um teorema
De incógnitas perdidas na paisagem
Há um corte suspenso nessa imagem
Vertical, fura o Jabre as nuvens raras.
Batizado nas águas do Espinharas
Zé Limeira parece uma visagem.

Apesar de sertão o clima é frio
Frio e seco como soi acontecer
Nessa terra em que a vida quer nascer
E só nasce vencendo um desafio:
O verter-se em esforço no vazio
Que abomina, assustando a floração.
Dessa forma estrangula o seu pulmão
Com as garras astutas de um tridente
(a esmola na cuia do indigente)
Zé Limeira transforma pedra em pão.

Para o frio noturno e o sol diário
Indumentos que imitam passarinho
Variando da mescla para o linho
E alpercatas cruzando o pó calcáreo
(Uma orquídea vestida em um sudário;
uma túnica sobre os mandacarus)
Macambira cruzada com umbus,
Resistentes espécies da secura
Água/sal versus rocha/rapadura
Zé Limeira vencendo os urubus.

Se o passado contasse verdadeiro
O olhar de quem olha saberia
Que há bilhões de instantes não havia
Um lugar sem brasão e sem letreiro
Sobre o qual há carcaças no terreiro
E Reis Magos são quadro empoeirado
Mas um Astro Cadente iluminado
Se aloja tal/qual um caranguejo
A suar no mormaço sertanejo
Zé Limeira é o Verbo Anunciado.

Pare o tempo, o vento, o mundo inteiro,
As espécies, os bichos, as vontades.
Pare o mal e parem as maldades
Pare o bem, o bom. Pare o luzeiro
Que alumia e que queima o juazeiro,
Pare a força dessas contradições,
Pare a regra geral das ilusões
E a caldeira que energiza tudo
Pois do alto do céu vem um entrudo
Zé Limeira puxando seus cordões!

Fonte: http://www.webletras.com.br .

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

POETA ZÉ BEZERRA.

POESIA: DIA DO ESTUDANTE: QUANDO FESTEJÁ-LO BEM.
POETA: ZÉ BEZERRA.

A escola educa
Ou apenas ensina
A mesma doutrina
Sem nada mudar?
E o estudante
Está aprendendo?
Ou só está vendo
A banda passar?

Sai ano, entra ano
Não sobe o IDEBE
já se percebe
Muito desprazer
Professor sofrendo
Sendo inoportuno
Por ver tanto aluno
Que não sabe ler.

Com tanto fracasso
E tanto deslize
Devido essa crise
Ser tão prolongada
Em todas as áreas
Há transformação
Só a educação
Não avança em nada.

Família e escola
Precisam se unir
Para interagir
Na educação
Essa parceria
Encara o dilema
É grande o problema
Mas há solução.

Mais investimentos
Na educação
Melhor formação
Para o magistério
Melhores salários
Mais aulas por dia
Tudo mudaria
Com trabalho sério.

Prédios escolares
Bem estruturados
Todos equipados
Sem nada faltar
Com aulas bem dadas
E motivação
Os alunos vão
Querer estudar.

Quando educação
For prioridade
Chega a realidade
Sai a utopia
E os estudantes
De toda a nação
Com orgulho irão
Festejar seu dia.

Autor: Zé Bezerra

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

PRAÇA DO BAIRRO DE BOA PASSAGEM FICOU BEM ORGANIZADA.

Muito boa a iniciativa do prefeito de Caicó Bibi Costa de ter cosntruido praticamente no centro do bairro de Boa Passagem uma praça ornamental que servirá de lazer para os transeuntes que se aventurem sobre ela. A praça tem aspecto parecido com praças estrangeira já que há uma fonte d'água onde tem uma passarela sobre ela que serve para os contempladores se achegarem mais próximo do natural. Gostei muito! A Prefeitura de Caicó está realmente de Parabéns. Mas o que eu não concordei foi a inauguração dela ter sido em plena campanha eleitoral e não se deixou de fora, no momento da inauguração a citação do nome do candidato a governo que destinou talvez recursos para a sua concretude. Quase todo mundo de lá entendeu como uma politicagem exacerbada. Porém o TRE não estava lá para ver de perto. Todavia, parabenizo de coração essa brilhante iniciativa, pois não precisamos só de trabalho, mas de lazer também.

POETA GILBERTO COSTA

POEMA: POESIAS DE MIM
POETA: Gilberto Costa.

Poesias longe de camisa,
Pois poeta não precisa
De blusa; veste-se de brisa!
Poesias de no máximo num papiro;
Poesias como um suspiro;
Poesias quando no sonho transpiro!
Poesias de inspirações únicas;
Poesias que não deixam dúvidas;
Poesias de linhas curvas!
Poesias dos sons da vida;
Poesias que a oração convida;
Poesias da Senhora Aparecida!
Poesias do alívio de meus dias;
Poesias que gestam poesias;
Poesias de minhas cercanias!
Poesias que me produzem palmas;
Poesias do alimento da minha alma;
Poesias que me trazem calma!
Poesias... Poesias... Poesias!
O que seria de mim sem ti; poesias!
Nenhum dia nasceria em mim; poesias!
Poesias do meu abrigo seguro.
Poesias de que me curo;
Poesias para pensar o futuro...

Por Gilberto Costa, poeta de Caicó.
SE ARREPENDIMENTO MATASSE, NESSA HORA EU ESTAVA ENTERRADO!

ARREPENDER-SE por se só é uma tentativa fustrada da maneira como se arrepende, pois o arrependimento é generalizado a partir de um foco obscuro de exatidão, de consciência, de racalques estranhosos ou de compreensão do não compreendido anteriormente. Voltar atrás sempre trás essa nuança de postura entendedora e anti-rebelde. Costumo dizer que o ARREPENDER-SE é uma postura posta em cheque para as análises solidárias dos que se compadecem com as posições simbólicas de jogo espacial. Mas para quem vive a discutir num "siga a mundo de estudante" essa posição é intermediária no interin de um disse e não disse arrependido. É, nossa boca é realmente intransigente e nosso pensamento um tanto quanto hostil, na média do possível. O ARREPENDER-SE é senão uma ação corretiva do passado, de um passado que fizemos e lemos com nossas visões de seres críticos. Igual ocorre com um suicida, aqueles que andam com bombas em seu corpo, quando eles apertam o botão do explosivo, por um instante ele se arrepende do que fez, mas já é tarde demais, a bomba explode e o idiota morre arrependido. Arre! Pendido eu estou para uma análise desse verbo crucial... todavia quem se arrepende do que faz, não muda, mas se transforma... e para você, o que é ARREPENDER-SE?

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

REFLEXÕES SOBRE A RAINHA DO LUTO.

CRISES DA RAINHA DA MODA ESCURA.

Esse modismo sem essência é meio estalhapafúrdio... Como pode um ser da nossa estirpe escolher um trunfo desse? Não me parece desengano ou uma tentativa hipócrita de sair do mundinho aflito e funerário em que a Rainha se hospeda. Seria no caso uma fustração indônea da mais cabeluda possível. O fato é que quando a Rainha se mostra despojada de seus sucos de cor engraxada, quase que em toda parte do seu corpo, o brilho que reflete é senão a única coisa que dá luz em seu viver. O brilho de penumbra, como se dizem, é deveras uma carapuça arrogante de quem não tem uma ocupação dígna dos direitos sociais. A Rainha com seu manto causa o efeito estufa inesperado e pode até cativar os bebês que mamam em suas tetas robustas. Muitos deles a defendem porque preferem apreciá-la mesmo que seja só no uso ocular. De fato, ela cativa seus seguidores, mas não os enreda no seu enredo, faz que nem a Deusa Calipso, os hospeda no seu templo e os transforma em porcos ambulantes. Já pensaram: os porcos da Rainha comendo nossa lavagem. E ainda dizem que a Rainha pode ter razão, claro se ela já os tem transformados em porcos ao seu comando porque não seus adeptos não a defenderem como querem ou almejam? Mas o modismo da moda do luto está em crises e amparado por ações de racalques luteranos. Talvez a separação do Rei de sua Rainha possa ter causado distúrbios endiabados no corpo desse autoflagelo e possa ter refletido, segundo as crendices religiosas, a incorporação do grande Lúcifer, sob a forma de uma "Deusa" que está tentando emporcalhar quem não é porco. As crises são em geral os distúrbios ileais ao código correto da vivência universal, como também os aceites de uma condição diminuta em relação a uma conduta que se mostra correta, uma desigualdade ímpar contra os desejos democráticos que tanto se lutou para tê-los. Pobres dos concidadãos que acompanham o dilema dessa Rainha! O luto é um uso repelente que atrai o fogo ardente do Sol quente. Quem diabo usará esse modismo em um solo tão quente como o contemporâneo?

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

TEIXEIRINHA CANTA CORAÇÃO DE LUTO.



MÚSICA: CORAÇÃO DE LUTO.
CANTOR: TEIXEIRINHA.

O maior golpe do mundo
Que eu tive na minha vida
Foi quando com nove anos
Perdi minha mãe querida
Morreu queimada no fogo
Morte triste, dolorida
Que fez a minha mãezinha
Dar o adeus da despedida.

Vinha vindo da escola
Quando de longe avistei
O rancho que nós morava
Cheio de gente encontrei
Antes que alguém me dissesse
Eu logo imaginei
Que o caso era de morte
Da mãezinha que eu amei.

Seguiu num carro de boi
Aquele preto caixão
Ao lado eu ia chorando
A triste separação
Ao chegar no campo santo
Foi maior a exclamação
Cobriram com terra fria
Minha mãe do coração.

Dali eu saí chorando
Por mãos de estranhos levado
Mas não levou nem dois meses
No mundo fui atirado
Com a morte da minha mãe
Fiquei desorientado
Com nove anos apenas
Por este mundo jogado.

Passei fome, passei frio
Por este mundo perdido
Quando mamãe era viva
Me disse: filho querido!
Pra não roubar, não matar
Não ferir, não ser ferido
Descanse em paz, minha mãe
Eu cumprirei seu pedido.

O que me resta na mente
Minha mãezinha é teu vulto
Recebas uma oração
Desse filho que é teu fruto
Que dentro do peito traz
O seu sentimento oculto
Desde nove anos tenho
O meu coração de luto.

VITOR MATEUS TEIXEIRA, Teixeirinha, nasceu na cidade de Rolante, distrito de Mascaradas, Rio Grande do Sul, em 03 de março de 1927. Filho de Saturno Teixeira e Ledurina Mateus Teixeira, teve um irmão e duas irmãs. Aos seis anos de idade perdeu o pai e...
Nascido no interior do Rio Grande do Sul, Teixeirinha ficou órfão muito cedo e foi para Porto Alegre, onde trabalhou como ambulante, entregador, jornaleiro, carregador de malas. Depois de trabalhar seis anos como operador de máquinas no Departamento de Estradas de Rodagem decidiu dedicar-se à carreira artística como cantor, atuando em rádios do interior, em cidades como Lajeado, Estrela, Rio Pardo, Santa Cruz do Sul, Passo Fundo.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

LIVRO DE FOTOGRAFIAS DE CAICÓ.

O SEBO VERMELHO É A EDIÇÃO MAIS REGIONAL DO RN E LANÇOU MAIS UM LIVRO SOBRE CAICÓ.



O Livro é intitulado "Caicó Através dos Tempos" do fotográfo Francisco Souza. Está estanpado no blog do Sebo vermelho. E já está nas bancas de Caicó e no próprio Sebo. Vejamos a postagem que o Sebo expôs no seu blog:

"Souza, arquivista da luz e da sombra

D. Pedro II foi o pai fundador das coleções de fotografias no Brasil. Amigo dele era um militar reformado da Guerra do Paraguai, Dom Obá (negro livre, descendente da nobreza africana). Não consta que o Rei Obá juntasse fotografias. Mas eis que sua história cruza-se com a de nosso Souza. Militar reformado do Exército brasileiro, Souza cumpre mais esta missão, agora uma batalha para que lembranças suas e de outros suspirem os ares da eternidade. Afinal, o simulacro da imortalidade cabe tanto aos gestos fotografados, quanto ao ato de quem entesoura almas.Souza enovelou o tempo ao arquivar fotografias. Encapsulou imagens em instantâneos perenes para poder degustar o tempo perdido, desfiando carretéis de fotogramas. O leitor/expectador irá - seguindo o ofício em que o autor se esmerou - fruir deste cinema imóvel. Cumpre à memória lembrar e esquecer. Acender e apagar lampejos de toda tragédia e comédia humanas que vicejaram indiferentes ao metro e à rima. A fotografia é um desses suportes da memória e como seu sucedâneo expõe e esconde, guarda e rejeita. No armazém imaginário de Sousa cabem todos. Aquela rua que ficou congelada ao sol de domingo de 1900 e uns tantos. Colegiais cuja juventude já envelheceu junto com a fotografia. Desportistas que permutaram o movimento pela pose pétrea. Famosos regionais que se pensavam universais em seus diminutos satélites. Poderosos que até hoje parecem mais poderosos nas fotografias. Amigos de Souza que pensamos que sempre foram de nossos pais e, em priscas eras, nossos também. Digamos, blasfemando, que é um Orkut analógico.Há arte em se deixar fotografar, em fotografar e em reunir retratos. Este livro são todos estes estados da arte e da memória. Souza acumulou, à guisa de cérebro, durante décadas, um significativo repertório fotográfico, a pasta de arquivo era sua rede neural. Com todos, Souza, orgulhoso, compartilhava esse passaporte para o passado. No entanto, seu álbum de tanto se multiplicar transmutou-se em livro, graças às artes divinatórias de Abimael Silva, editor, que sabe a hora exata de partejar livro em ventre de rascunho.Ora, quem não tem Dom Pedro, caça com Rei Obá. Assim, nem perdemos o dom, nem a majestade.

Muirakytan K. de Macêdo: "Conheci Souza por acaso, no Bar de Ferreirinha, numa manhã de feira e muita cerveja. Para ser mais exato, primeiro conheci seu valioso arquivo fotográfico e fiquei seu fã. Souza tem um arquivo com milhares de fotografias de Caicó e seus transeuntes. Este Caicó Através do Tempo é uma pequena apresentação de seu rico acervo. Souza faz toda a diferença na cidade, com sua simplicidade e seu arquivo ímpar". É a memória viva da fotografia caicoense.Se toda cidade tivesse um Souza, a história era outra e o Rio Grande do Norte não seria um elefante sem memória. Viva Souza!" Abimael Silva, Sebista e editor.

O LIVRO CONTÉM MUITAS FOTOGRAFIAS QUE EXPÕE A CIDADE DE CAICÓ NOS SEUS MELHORES CRICKS E NAS MELHORES VISÕES DE FRANCISCO DE SOUZA. ADQUIRA O SEU!

PROFECIA RECAI SOBRE O SERIDÓ

BEZERRO FILHO DE UMA VACA PARIDEIRA NO SERIDÓ NASCE COM DUAS CABEÇAS.
Os moradores da cidade de Florânia, recentemente, entraram em estado de choque passageiro ao saber do fato assustador relatado pelo blog www.edsondantas.com , da própria cidade. Segundo o blog, o fato de natureza inusitada se deu quando um bezerro com duas cabeças nasceu no dia 02 de Agosto,sábado, na fazenda Umari-Preto, propriedade de Adalberto Jorge, zona rural do município de Florânia, interior norte-rio-grandense. O rebento sentenciado teve um parto complicado e findou indo a forra, sucumbiu e não prosperou para urrar sobre seu nascimento. O trabalho de parto durou cerca de sete horas e o proprietário Adalberto lamentou, meio que assustado, o triste fim do bezerro Bicabeçado. O veterinário Gerard Dantas, da mesma cidade avalia o caso e diz aparentemente que foi obra mesmo de uma natureza inacabada. Penso eu que ia nascer dois filhotes da vaca-mãe, mas como o corpo da vaca não possibilitou o desenvolvimento da cria, os genes ficaram colados e nasceram mesmo assim...pena que nasceram mortos ( veja foto do blog acima citado mostrando o fato). NESSE MUNDO A GENTE SE VER DE TUDO!

sábado, 14 de agosto de 2010

A EDUCAÇÃO ESTÁ MESMO BAGUNÇADA.

Ontem, dia 13 de Agosto, vi uma cena que me deixou chocado feito galinha D'Angola... Uma determinada escola do Estado de São Paulo foi filmada por um desses câmera-man de meia tingela que ficam com suas câmeras rmadas para flagrar os flagras da vida e de dentro de uma sala de aula, um aluno filmou o momento de espancamento de uma jovem adolescente por um colega seu. O motivo foi fútil! Só porque a moça havia derramado sopa em cima do mal-conduta que ele começou a espancá-la covardemente. E fora este caso já houve muitos casos de espancamentos em escolas e que seus funcionários, de mão atadas pelas leis, nada poderam fazer. Fora também as vítimas que foram vítimas do "BULE", onde os malucos escolhem uma vítima de aspecto inocente e a faz de gato-e-sapato. O que fazer com esses meninos que não dão trabalho na escola? Respondam críticos da Educação! Vós que sempre destinou idéias de inovação ao sistema educativo não contou com esses contra-tempos? O pior é que quem sofre mais com isso é o professor...ele deve ser um pai a distância, não deve encostar suas mãos no menor, só educar com palavras... E ainda falam que esse profissional não deve ganhar mais de que um médico... Ave Maria!

LEI CONTRA A PALMADA: RESOLUÇÃO OU PROBLEMA?

PAIM NUM PODE MAIS BATER EM MIM!



Palmada em criança pode virar crime, Projeto de lei que pune os pais que derem uma simples palmada nos filhos divide os especialistas e provoca espanto nas famílias, que o consideram absurdo. É o que estabelece o Projeto de Lei 2.654/03 da deputada federal Maria do Rosário, do PT do Rio Grande do Sul, que emenda o Estatuto da Criança e do Adolescente, estando na pauta da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados. Caso seja aprovado, os pais ficarão proibidos de dar uma simples palmada nos filhos, porque o projeto proíbe qualquer tipo de castigo, inclusive castigos moderados. Já em seu caput, o projeto estabelece “o direito da criança e do adolescente a não serem submetidos a qualquer forma de punição corporal, mediante a adoção de castigos moderados ou imoderados, sob a alegação de quaisquer propósitos, ainda que pedagógicos”. A proibição, de acordo com o Artigo 1º do projeto, se estende ao lar, à escola, à instituição de atendimento público ou privado e a locais públicos. Os pais que descumprirem a nova lei serão punidos de acordo com as sanções previstas no Artigo 129, incisos I, III, IV e VI do Estatuto da Criança e do Adolescente. Ou seja, os pais que derem palmadas nos filhos podem ser encaminhados ao programa oficial ou comunitário de proteção à família (inciso I do Estatuto); a tratamento psicológico ou psiquiátrico (inciso III); a cursos ou programas de orientação (inciso IV) e obrigados a encaminhar a criança ou adolescente a tratamento especializado (inciso VI). O projeto também prevê alteração no Artigo 1.634 do novo Código Civil (Lei 10.406, de 10 de janeiro de 2002), que passa a ter seguinte redação: “Compete aos pais, quanto à pessoa dos filhos menores, exigir, sem o uso de força física, moderada ou imoderada, que lhes prestem obediência, respeito e os serviços próprios de sua idade e condição”. O projeto de lei da deputada estabelece, ainda, que o Estado deve “estimular ações educativas continuadas destinadas a conscientizar o público sobre a ilicitude do uso da violência contra criança e adolescente, ainda que sob a alegação de propósitos pedagógicos” e “divulgar instrumentos nacionais e internacionais de proteção dos direitos da criança e do adolescente”. Além disso, prevê reformas curriculares na escola, entre as quais a introdução, no currículo do ensino básico e médio, de um tema transversal referente aos direitos da criança.

De acordo com a deputada Maria do Rosário, a agressão física deseduca e deve ser proibida, sob pena de os pais serem encaminhados a programas oficiais ou comunitários de proteção da família. Até o momento, não há nenhum tópico a respeito da perda da guarda dos filhos. “Não se trata da criminalização da violência moderada, mas da explicitação de que essa conduta não condiz com o direito”, diz a deputada ao justificar o projeto, que foi sugerido pelo Laboratório de Estudos da Criança da Universidade de São Paulo, depois de conseguir a assinatura de 232 mil 600 brasileiros, argentinos e peruanos. A proposta de Maria do Rosário não precisa ser apreciada pelo plenário da Câmara dos Deputados, indo direto para o Senado. Segundo seus defensores, a proposta está respaldada na legislação brasileira, como o Estatuto da Criança e do Adolescente, que estabelece que as crianças e adolescentes não podem ser vítimas de qualquer tipo de violência. Além disso, o Brasil participa do acordo internacional da Convenção sobre os Direitos da Criança desde 1990, cujo Artigo 19 recomenda que os países-membros das Nações Unidas protejam os menores de qualquer tipo de agressão. Apesar de polêmico, merecedor de um debate mais profundo com a sociedade, o projeto ia passando despercebido entre as dez páginas do ato convocatório do Congresso Nacional, assinado pelos presidentes da Câmara (Aldo Rebelo, do PC do B de São Paulo) e do Senado (Renan Calheiros, do PMDB de Alagoas). Descoberto pelo jornal eletrônico Congresso em Foco, o projeto acabou ganhando capa do Jornal do Brasil de quinta-feira, 12, desencadeando uma polêmica entre pais e especialistas. Com o projeto da deputada, o Código Civil sofrerá mudanças. Caberá aos pais fazer com que seus filhos sejam obedientes e respeitosos sem usar palmadas e chineladas. Para que o projeto funcione, os deputados envolvidos apostarão na conscientização da sociedade. Os governantes farão campanhas educativas a respeito do assunto e estimularão denúncias, que serão feitas nos Conselhos Tutelares da Infância e da Juventude ou em delegacias de polícia, promotorias de Justiça e escolas. Se descumprirem a lei, os pais realizarão serviços comunitários e poderão passar por tratamentos psicológicos e psiquiátricos. Depois de apresentado na Câmara há dois anos, o projeto foi analisado pelas comissões de Educação e Cultura e de Seguridade Social e Família. Se aprovado agora pela Comissão de Constituição e Justiça, será encaminhado para o Senado, sem passar pelo plenário da Câmara.

Os pais entrevistados concordam que é preciso preservar a criança da violência doméstica, porém são unânimes ao dizer que umas palmadinhas de vez em quando não fazem mal a ninguém. Pelo contrário, podem impedir que algo grave ocorra com seus filhos. Quem nunca viu uma criança curiosa tentar descobrir o que acontece ao colocar o dedo na tomada? Ou puxar uma panela do fogão para saber o que cheira tão bem na cozinha? Com a experiência de quem já passou por isso e muito mais, os pais afirmam que há momentos em que a conversa não é a melhor solução. Os tapas são uma maneira de impedir que a criança sofra ainda mais. A dona de casa Eliete Almeida de Mendonça, de 40 anos, mãe de duas adolescentes, uma de 13 e outra de 15 anos, garante que prefere o diálogo, mas já se valeu de umas boas palmadas quando necessário. Se as meninas desobedeciam, a palmada resolvia a situação. “A criança precisa saber que existe alguém mais forte que ela. Precisa ter limites, até mesmo para que se sinta segura”, explica. Apesar de ter recorrido à força algumas vezes, ela não acredita na afirmação da deputada Maria do Rosário de que isso possa atrapalhar o desenvolvimento infantil. “Sou contra bater sem necessidade ou espancar a criança, mas dar uma palmada não é espancar”, ressalta. Para Eliete Mendonça, a lei, se aprovada, não vai funcionar, porque não pode tirar o direito dos pais de educar os filhos. “Esses políticos têm tanta coisa mais importante para se preocupar. O projeto não tem sentido”, indigna-se. Paulo Antônio de Mendonça, pai das meninas, tem mais dificuldade em aceitar a palmada. Sempre deixou para a esposa a responsabilidade. Ele lembra que não gostava de apanhar quando era pequeno e, por isso, evita fazer o mesmo com as filhas. “Ele não gosta nem de olhar para elas com cara feia”, observa Eliete. Comparar os tapas dos pais com a palmatória utilizada antigamente nas escolas, como faz a autora do projeto, é uma idéia infeliz, segundo a dona de casa, que lembra da humilhação implícita na palmatória. “Todos os colegas viam a criança apanhar e sabiam o que ela tinha feito de errado, o que não acontece em casa”, ressalva. Seria mais eficiente, de acordo com Eliete, que fizessem uma campanha incentivando os pais a passarem mais tempo com os filhos, darem mais atenção. Ela aposta que isso faria com que eles se sentissem mais amados e protegidos e, conseqüentemente, se comportariam melhor. “Muitas crianças fazem arte só para chamar a atenção dos pais”, enfatiza. A comerciante Célia Divina dos Santos, de 33 anos, mãe de uma menina de 9, acredita que a filha precisa de ajuda psicológica exatamente porque não recebeu umas palmadas quando foi preciso. Filha única, a menina sempre teve e fez tudo o que quis, e acabou ficando sem limites, conta ela. Mesmo tendo evitado a vida toda bater na filha, Célia vê na palmada uma aliada importante na educação das crianças. Para ela, o Estatuto da Criança e do Adolescente foi um avanço importante, mas peca por permitir que crianças e adolescentes ajam errado sem que recebam uma punição efetiva por seus atos. “Os filhos já estão mandando nos pais. Não há mais respeito”, sustenta. Célia dos Santos também aponta a televisão como um problema a mais para os pais. “É cada vez mais difícil controlar o que os nossos filhos assistem”, afirma, lembrando que muitos programas incentivam crianças e adolescentes a romperem com as normas da sociedade. “Eles aprendem tudo o que não devem vendo TV”, alerta.

A administradora de empresas Morgana Custódio Silva Lima, de 37 anos, mãe de um menino de 7 e de uma menina de 6 anos, conta que até já conversou com os filhos a respeito das palmadas e eles próprios concordam que, às vezes, elas são necessárias. “É preciso bater de vez em quando para a criança não perder os limites”, enfatiza. O mesmo pensamento tem a dona de casa Marinalva Tavares, mãe de duas meninas, de 2 e 4 anos. Apesar de novas, as crianças já apanharam algumas vezes para aprender que não podem tudo. “O diálogo é importante, mas tudo tem um limite. Às vezes, a criança tem que ganhar umas palmadas. A vida é doída mesmo”, sintetiza. Assim como as outras mães, Marinalva salienta que é completamente contra o espancamento. O que elas aprovam é o “tapinha corretor”. E as psicólogas concordam. Maria Helena Arruda, especialista em terapia familiar, diz que as palmadas têm sua função na educação. Para ela, a deputada Maria do Rosário não deve ter se expressado bem sobre o grau da violência que quer proibir. “Evitar que as crianças sofram com o abuso dos pais é mais do que justificável, mas a palmada é funcional”, explica. Apesar de favorável à palmada, a psicóloga alerta os pais para o efeito contrário. Bater demais pode tornar a criança lerda. Nem tudo o que ela faz de errado deve ser punido com violência. Existem casos em que o diálogo é a melhor solução. Deve reinar o bom senso. “Tem a fase do porquê, em que é importante conversar com a criança e explicar o que ela quer saber. Bater nessas horas, não resolve”, aconselha Maria Helena Arruda. Às vezes, os pais podem explicar o porquê de algumas atitudes serem erradas e os filhos as repetirem mesmo assim. Isso, segundo Maria Helena Arruda, dependerá do grau de ousadia da criança. Depois de fazer o que os pais proibiram, ela perceberá que eles estavam certos, mas também podem descobrir que agiram da melhor maneira. A psicóloga derruba a tese apresentada pela deputada Maria do Rosário de que, sem o medo de apanhar, os filhos ouviriam melhor os pais. Para ela, o que determinará a propensão de acatar os conselhos dos pais é a relação existente entre eles e os filhos, independentemente de levarem umas palmadas de vez em quando. Maria Helena Arruda não concorda, também, que as palmadas possam causar problemas futuros para a criança, prejudicando, inclusive, seu desenvolvimento psicológico. Além disso, segundo ela, não há como comparar as correções paternas com a antiga palmatória das escolas, como faz a deputada. “A palmatória era o terror da escola, mas ser chamada de burra na frente dos colegas é tão ruim quanto receber um castigo físico. Ser humilhado é péssimo. É preciso valorizar os méritos da criança”, explica. De acordo com ela, as crianças estão mais inteligentes do que no passado e percebem os mínimos problemas que ocorrem em casa, como os problemas financeiros e as dificuldades do casamento dos pais. É preciso estar atento para isso e para as conseqüências dessa percepção, o que ajudará os pais a desenvolverem o bom senso necessário na hora das punições.

A psicóloga também discorda da deputada Teté Bezerra, do PMDB de Mato Grosso, que, em parecer na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, afirmou sobre o projeto: “Embora nossa cultura e senso comum encarem as palmadas como um instrumento corretivo e preventivo, ela encerra um problema maior, que é a banalização do uso da violência como meio de solucionar os conflitos”. Para a psicóloga Maria Helena Arruda, é um equívoco considerar como “banalização da violência” uma ou outra palmada que os pais dão em seus filhos. Segundo ela, a lei, se aprovada, vai tirar a autoridade dos pais. “E, obviamente, isso não é a solução. Se isso acontecer, será preciso criar uma outra lei para evitar que os filhos batam nos pais. Sem falar na quantidade de pais limpando chão de colégio porque deram umas palmadas no filho”, analisa. A exemplo das mães, os pais também são contra o projeto. Para o vereador e professor Vanderlan Renovato, do PSDB, “pé de galinha não mata pinto”. Pai de dois filhos e avô de duas crianças, ele acredita que umas palmadas podem ajudar na educação dos filhos. “Existe uma enorme diferença entre espancar e dar uma palmada”, enfatiza. Prova disso, segundo ele, é que, mesmo sendo um vovô-coruja, já deu uma palmadinha em sua neta de 4 anos, porque ela o desobedeceu. O deputado federal Sandro Mabel, do PL, concorda com o vereador e afirma que não vê sentido na lei. “Espancar crianças já é proibido na legislação brasileira. Agora, é um absurdo tratar uma palmada como espancamento. Logicamente, não se pode proibir, por lei, os pais de corrigirem seus filhos dessa forma, quando necessário”, sustenta o deputado. Sandro Mabel, que tem três filhos e dois netos, lembra que, às vezes, é até necessário bater para evitar que a criança se machuque mais fazendo alguma coisa que não deveria fazer. “Essa lei é tão sem sentido que, mesmo se for aprovada, não tem como funcionar”, alerta. A mentirosa história da palmada Baseando-se no livro História das Crianças no Brasil, organizado pela historiadora Mary Del Priore, os defensores da “Lei da Palmada” alegam que o castigo físico de crianças não existia no Brasil antes do século XVI. Ele teria sido introduzido pelos jesuítas, causando indignação nos índios, que não aceitavam a prática. Um pouco mais tarde, entronizou-se nas escolas brasileiras a temida palmatória, que continuou martelando as mãos das crianças até meados do século passado, sendo substituída por castigos relativamente mais leves, como ficar de joelhos. A literatura brasileira está cheia de exemplos de castigos físicos nas escolas. Até Machado de Assis, que freqüentou apenas o primário, trata do tema no Conto de Escola, em que a palmatória se faz onipresente: “E essa lá estava, pendurada do portal da janela, à direita, com os seus cinco olhos do diabo. Era só levantar a mão, despendurá-la e brandi-la, com a força do costume, que não era pouca” — conta Machado. Todavia, imaginar que o castigo físico de crianças foi inventado pela Igreja é desconhecer a própria história da humanidade. Toda cultura estabelece limites para suas crianças. Em muitas culturas esse limite é a própria maturidade precoce, ditada pelas condições insalubres de sobrevivência. Antigamente, na roça, uma criança começava a ajudar os pais no cultivo e na colheita antes dos dez anos, caso contrário, morreria de fome junto com a família. Nas tribos indígenas — mentirosamente idealizadas pelos acadêmicos — também não era necessário castigo físico em criança. Não porque índios sejam anjos, mas porque a vida se encarregava de educar seus filhos, criados coletivamente. Uma indiozinho muito travesso, provavelmente morria picado por cobra, comido por onça. Sem contar que, em lugar da palmada, os adultos da tribo lhe marcavam violentamente o corpo, com seus rituais sagrados — substitutivos do castigo. Na nossa cultura, em que o Estatuto da Criança e do Adolescente criou uma infância ociosa até os 18 anos, se os pais não dispuserem ao menos da palmada para corrigir seus filhos, vão, de fato, acabar apanhando deles. (José Maria e Silva) A utopia do diálogo infinito Os defensores do projeto da deputada Maria doRosário, do PT do Rio Grande do Sul, alegam que os castigos físicos em crianças já foram abolidos na legislação de 14 países. O pioneiro foi a Suécia, em 1979, seguido de Áustria, Dinamarca, Noruega, Letônia, Alemanha, Israel, Chipre, Islândia, Itália, Canadá, Reino Unido, México e Nova Zelândia. Ainda existem, todavia, países em que o tapinha é um dos principais métodos para educar as crianças. Os Estados Unidos são um exemplo. Uma pesquisa mostrou que 61 por cento dos norte-americanos acreditam que os castigos físicos são válidos como método de educação. Na Inglaterra, os pais aprovam até mesmo o uso de castigos físicos para seus filhos nas escolas. A professora que usa uma régua para corrigir uma criança é tida pelos ingleses como competente, apesar de o sistema educacional do país ter abolido o castigo em 1989. No Brasil, de acordo com pesquisa da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência, as mães são as maiores responsáveis pelas palmadas (48,6 por cento, contra 25,2 por cento dos pais). Contrariando a opinião de grande parte dos especialistas e da maioria esmagadora dos pais, a socióloga Helena Oliveira Silva, de 38 anos, publicou o livro Análise da Violência contra a Criança e o Adolescente, segundo o Ciclo de Vida no Brasil, da Global Editora, em que defende o fim das palmadas, que contabilizam, segundo ela, 31 por cento dos episódios de violência doméstica e estão presentes em todas as classes sociais. Coordenadora de projetos de proteção do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Helena Oliveira afirma que são quatro os tipos de agressões sofridas na infância — a doméstica, a comunitária, a institucional, a étnica, nas escolas, além da mortalidade infantil. De acordo com a socióloga, o castigo físico não mata, mas humilha a criança. “Se até a Suécia, país que é referência mundial em democracia e bem-estar social, precisou recorrer ao Legislativo para coibir a prática da punição corporal, em locais com pouca tradição democrática, como o Brasil, essa violação é aceita”, sustenta. Para Helena Oliveira Silva, cujo livro integrou um estudo mundial sobre as formas, causas e impacto da violência na vida das crianças, o que se pretende é evidenciar que nos últimos 30 anos os maiores índices de mortalidade têm ocorrido na infância e adolescência, pressionando, assim, os governos a mudar as leis em busca de solução para o problema. O psicólogo Cristiano da Silveira Longo concorda com Helena Oliveira Silva. Ele defendeu uma tese na Universidade de São Paulo (USP) sobre punição corporal de crianças. Depois de fazer uma enquete com 640 pais, 52 por cento declararam-se favoráveis ao diálogo, mas 99 por cento das crianças brasileiras já levaram ao menos uma palmada na vida. Segundo ele, as crianças mais pobres são as que mais apanham, e a palmada é a tática punitiva preferida das mães. Para o psicólogo, a palmada interrompe o comportamento inadequado instantaneamente, mas não educa em longo prazo. A violência física ainda estimula comportamentos agressivos nas crianças. É fácil observar, segundo ele, uma criança batendo nos irmãos assim como fazem os pais. A palmada, de acordo com Cristiano, além de aumentar a agressividade, pode levar a criança a desenvolver baixa auto-estima, medo, insegurança e sensação de impotência. Doutora em psicologia infantil e desenvolvimento, a goiana Ângela Maria Menezes Duarte estuda especificamente o caso das agressões físicas praticadas por pais aos filhos. Ela vê na lei uma possibilidade de conter os pais mais desinformados, que acreditam no poder da palmada para educar. Ângela Maria Menezes coordena pesquisas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil em Piracanjuba e o Programa Academia da Paz, com famílias de baixa renda em Goiânia. Nesses dois programas, segundo ela, conseguiu diminuir as agressões contra as crianças, ensinando aos pais outras formas de educar. Entre as opções, ela destaca reforçar os aspectos positivos dos filhos. Com isso, eles acabam reforçando esses pontos e deixando de lado as atitudes erradas. É possível também, segundo ela, antecipar os problemas. Se a criança não gosta de fazer as tarefas escolares, por exemplo, os pais determinam que ela só poderá brincar ou assistir à televisão depois que acabar de estudar. Assim, os pais evitam que a criança não cumpra com suas obrigações e não precisam castigá-la. O tradicional castigo ainda é uma opção, mas a psicóloga salienta que não é recomendável deixar a criança quieta, sem atenção, por mais de 5 minutos. O uso das palmadas só é aceitável, de acordo com Ângela Maria Menezes, nos casos em que a criança corre algum risco. Mesmo assim, ela garante que existem outras maneiras de corrigir. Para algumas crianças, basta que os pais digam ‘‘não’’ e todo o problema é evitado. A psicóloga é taxativa: “A criança tem uma capacidade cognitiva maior do que os pais pensam. Bater a leva a ficar mais agressiva e pode causar problemas futuros, tanto emocionais como acadêmicos”.
É, VAMOS VER SE ISSO VAI RESOLVER O PROBLEMA DO DESRESPEITO QUE MUITAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES PRATICAM COM RELAÇÃO AOS PAIS. É PRECISO MUITA EXPLICAÇÃO PARA REEDUCAR MUITOS PAIS DE FAMÍLIA QUE FORAM EDUCADOS EM SISTEMAS GROSSEIROS DE ESPANCAMENTOS E QUEREM EDUCAR SEUS FILHOS À MODA ANTIGA. É PRECISO QUE SE PERCEBA SE A INTRODUÇÃO DE ALGO É REALMENTE EFICAZ E NÃO VÁ GERAR NENHUM DESCONFORTO QUE FAÇA A SOCIEDADE BRASILEIRA PERECER NO HOLOCAUSTO DA DESORDEM. CONCORDO QUE HÁ PAIS QUE LEVAM SUA FORMA DE EXEMPLAR O FILHO AO EXTREMO E ESPANCAM SEUS FILHOS COM FIOS DE TELEFONE, CORDA, FOICE, PAU E ETC. AS SEQUELAS NESSES DEMENORES SÃO IRREPARÁVEIS. TAMBÉM OS ÍNDICES DE NATALIDADE NO PAÍS PODEM CAIR VISTO QUE OS ADULTOS PODEM NÃO MAIS QUERER TER FILHOS PARA NÃO SABER EDUCÁ-LOS COMO QUEREM, ORA ELES HOJE JÁ NÃO SABEM MAIS CRIAR SEUS FILHOS IMAGINE DEPOIS DESSA LEI? E O PROBLEMA DAS DROGAS, DAS DESIGUALDADES SOCIAIS, PORQUE SERÁ QUE NÃO RESOLVEM ISSO? ESSA LEI, MESCLADA COM ESSES PROBLEMAS PODEM LEVAR O PAÍS A INTOLERÂNCIA, E JUNTE-SE A ISSO O BARULHO, A TV E TODAS AS FORMAS DE PERVERSÃO. qUE SOCIEDADE NÓS ESTAMOS CRIANDO?

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

PRIMEIRO BREGÃO DO ALTO DA BOA VISTA.

BREGÃO DO GALEGO CASA SHOW SERÁ DIA 28 DE AGOSTO, NO ALTO DA BOA VISTA.

"Tens, a beleza da rosa/uma das flores mais formosa/tu és a flor do meu lindo jardim/que eu a quero só para mim....." Eita, minino, a festa vai ser grande! Os cornos do Alto da Boa Vista já se preparam para o primeiro bregão imperdível que se realizará no templo do Galego Casa Show. Será dia 28 de Agosto, a partir das 22 horas da noite indo até o dia amanhecer. A festa brega será animada pelas seguintes atrações:
  • Dom Amado, o seresteiro mais novo de Caicó;
  • Bené e Teclados;
  • E Bartô Galeno, o Fenômeno do Brega no Brasil.

Só o Galego ( Railson) para encampar essa ideia magnífica, primeiro foi sua grande proeza de colocar em sua simplória casa a banda GRAFFITH, AGORA PRETENDE E IRÁ CONSEGUIR TRAZER O GRANDE BARTÔ GALEGO. VIVAS PARA O GALEGO! ISSO SERÁ UM PRESENTE PARA A GLORIOSA RAISSA? VENHAM TODOS E CURTAM À VONTADE.

E cante: "Eu não sou cachorro não/ para viver tão humilhado/ Eu não sou cachorro não/para viver tão desprezado..."

LIVRO RASTOS CAICOENSES.


MAIS UM LIVRO LANÇADO EM CAICÓ, NA FESTA DE SANT'ANA 2010.


Foi lançado em pleno período de Festa de Sant'Ana o já famoso e conhecido livro organizado pela grande entusiasta, professora e valorizadora da cultura caicoense Lidiane Araújo. O Livro intitulado "Rastos Caicoenses" é uma coletânea de escritos que falam de principais eventos ocorridos em Caicó. Os autores são intelectuais da mais alta estirpe literária. Inclusive fui surpreendido pela publicação de uma estrofe poética que eu fiz exaltando a terra da minha Gloriosa Sant'Ana de Caicó: "SOU UM HOMEM INSPIRADO/NESTA TERRA SOBERANA/VÊ JUREMA, TEJO, CASACA/XIQUEXIQUE E IMBURANA/SOU MAIS UM DOS PEREGRINOS/DA NOBREZA DE SANT'ANA"( Ednaldo Luiz dos Santos-Pedagogo,Poeta-UFRN,Caicó-RN,p. 11). Pode-se ver essa estrofe logo nas primeiras páginas do livro onde se reúnem vários pensamentos de concidadãos caicoenses. O livro já chega à quarta edição e foi lançado na Casa da Cultura de Caicó. Todas as edições anteriormente lançadas já foram vendidas e espera-se que a autora publique mais uma nova organização desses escritos seridoenses. Rastos Caicoenses - IV está sendo vendido a R$ 20,00, nas principais bancas de Caicó. Adquira o seu e veja como os caicoenses veem sua cidade por dentro, sem maiores delongas, falam de coração aberto, com afeto, por sua terra natal.

LIVRO QUE TRABALHA A DIDÁTICA DE HISTÓRIA.



A publicação intitulada "O LIVRO DIDÁTICO DE HISTÓRIA:POLÍTICAS EDUCACIONAIS, PESQUISAS E ENSINO",organizada por Margarida Maria Dias de Oliveirae Maria Inês Sucupira Stamatto contém textos das organizadorase de mais 25 autores com enfoques variados sobre o tema.
Para se ter uma idéia das perspectivas tratadas transcrevemos o Sumário da obra:

I PARTE
O LIVRO DIDÁTICO DE HISTÓRIA: POLÍTICA EDUCACIONAIS, PESQUISAS E ENSINO

Parâmetros Curriculares Nacionais: suas idéias sobre História - Margarida Maria Dias de Oliveira
Estado, Currículo e Livro Didático de História no Brasil (1988-2007) – Décio Gatti Júnior
Abordagens metodológicas nos Livros Didáticos de História - Ensino Fundamental (1ª a 4ª séries) (Brasil 1997 – 2007) – Maria Inês Sucupira Stamatto
A ação do PNLD em Sergipe e a escolha do Livro Didático de História (2005/2007): exame preliminar – Itamar Freitas, Aldeni Pinheiro Santos, André Amaral Menezes, Elineide dos Santos Silva, Elisângela de Jesus Santos
O livro didático de História e a formação docente – Isaíde Bandeira Timbó
A zona do indeterminado: pensando autor, autoria, produção e consumo de Livros Didáticos –Iranilson Buriti de Oliveira
Notas sobre as demandas sociais de representação e os Livros Didáticos de História - Luís Fernando Cerri e Ângela Ribeiro Ferreira.

II PARTE A COLEÇÃO DE HISTÓRIA:
1. Entre o conhecimento histórico e o saber escolar: uma reflexão sobre o Livro Didático de História para as séries iniciais do Ensino Fundamental – Marlene Rosa Cainelli e Sandra Regina Ferreira de Oliveira
Um novo lugar para o documento histórico: configurações, acenos e possibilidades para uma nova prática de ensino de História nas séries iniciais – Maria Telvira da Conceição
As imagens que educam e instruem: usos e funções das ilustrações nos livros didáticos de história – Ana Maria Mauad
Os alicerces da cidadania no Ensino Fundamental (1ª á 4ª série) – Maria Augusta de Castilho
Livro, leitura, imagens e sentidos – Grinaura Medeiros de Morais
Livro Didático de História de 1ª a 4ª série e Atividades de Explicitação: um enfoque nas propostas em pares ou grupos – Ana Gabriela de Souza Seal e André Victor Cavalcanti Seal da Cunha
O Livro Didático como um recurso para o ensino de História por conceitos – Éden Ernesto da Silva Lemos
Livros didáticos de História para as séries iniciais do Ensino Fundamental: entre propostas estimulantes e abordagens tradicionais – Arnaldo Pinto Junior

III PARTE O LIVRO REGIONAL DE HISTÓRIA:
O Livro Didático de História Regional: um convidado ausente – Flávia Eloisa Caimi
A cultura local e a formação para cidadania nos Livros Didáticos Regionais de HistóriaMarta Margarida Andrade Lima
A escrita da história para as séries iniciais: o texto didático em questão – Itamar Freitas de Oliveira
Construção identitária e Livro Didático Regional de História: uma prática geracional de escrita de si – Juçara Luzia Leite
Por que Livros Regionais de História? – Sônia Maria Leite NikitiukA venda: Natal – RN: Cooperativa Cultural – UFRN/Livraria Siciliano (Mid Way Mall e Natal Shopping)/PotyLivros (Centro/Orla Sul/Seaway); João Pessoa – PB: Almeida Livraria/Sebo Universitário/Livraria Paraíso-CCHLA/Livraria da UFPB/Livraria do Luiz/Prefácio Livraria – Tambiá Shopping Curitiba – PR: PPGE – UFPR (Educar em Revista)/Livraria Chain.

Ou pode-se enviar um e-mail para: almirfbo@terra.com.br ou margaridahistoria@yahoo.com.br – Favor enviar endereço quando da solicitação do livro.

Preço de Venda – R$ 30,00 + R$ 7,50 (Postagem) – R$ 37,50.

Depósito em nome de Margarida Maria Dias de Oliveira – CEF – Agência: 1456 – Operação: 013 – Conta Poupança: 262825-7.

Contato por Telefone: (84) 3218-7673/(84) 9401-1949/(84) 9416-5358.

EU RECOMENDO, ADQUIRA JÁ O SEU.

ENCONTRO DE HISTÓRIA NA ANPUH-RN/2010.

IV ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA
O IV Encontro Regional de História ocorrerá em Natal, de 16 a 20/08/2010.O evento terá por temática IDENTIDADES NA HISTÓRIA.
TODAS AS CARTAS DE ACEITE JÁ FORAM ENVIADAS,FAVOR QUEM AINDA NÃO RECEBEU ENTRAR EMCONTATO PELO E-MAIL:
ivencontroanpuhrn@gmail.com
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Este ano, o IV Encontro Estadual da ANPUH-RN procura fomentar discussões em torno da temática da identidade, que poderíamos melhor dizer das identidades, para darmos a dimensão plural e polissêmica que a noção permite. Na história, ela tem se manifestado de diferentes formas. Por meio de uma ligação com o território, nas chamadas identidades nacionais, regionais, provinciais, estaduais e locais; ou para expressar formas de gênero e de sexualidade (masculino, feminino, gay); podem remeter a grupos étnicos (indígenas, negros), ou a situações sociais (camponeses, escravos, operários, cidadãos, turistas, estudantes), ou a grupos etários (crianças, jovens e velhos), mas também podem assumir dimensões simbólicas gigantescas, através de noções como Ocidente e Oriente.
A problemática da identidade aparece sempre relacionada à questões de outra natureza como o desenvolvimento das instituições sociais, os processos espaciais (como o aldeamento e a urbanização), as transformações econômicas, as dinâmicas dos Estados nacionais, as ideologias políticas, a construção da memória, a produção historiográfica, entre outras.
O IV Encontro Estadual da ANPUH-RN busca retomar um tema da mais profunda atualidade intelectual e social, a identidade.
Em um mundo globalizado, onde cada vez mais a conexão entre o global e o local se faz presente, como é possível pensar as identidades? A questão parece vir novamente à tona com os movimentos de valorização de "culturas locais", como o caso de Mossoró e tantos outros, ou com as mudanças na maneira de lidar com os estrangeiros devido ao incremento do turismo e as novas dinâmicas da economia global.
No momento atual, em que se fala de "crise de identidade", onde novos grupos sociais reivindicam pautas políticas específicas (as chamadas "políticas de identidade"), que percebemos a força dessa problemática.
Por outro lado, na nossa contemporaneidade, a expansão da cultura individualista hedonista e narcisista tem proporcionado entender como e porque diversos grupos sociais (mulheres, jovens, crianças, velhos, operários, escravos, pobres, entre outros) estiveram invisíveis na história.
A problemática da identidade tem atraído diversos historiadores nas mais diferentes abordagens. Entre as formas de identidade estudadas chamam atenção a da identidade nacional, que se tornou importante entre nós, através dos trabalhos de Benedict Anderson, Eric Hobsbawm, Anthony Smiths, Ernest Gellner, José Carlos Reis, Jeffrey Lesser, entre outros. O mesmo pode se falar da identidade regional (nordestina, gaucha, seridoense) presente nos estudos de Maria Godoy da Silveira, Durval Muniz de Albuquerque Junior, Ruben George Oliven, Muirakytan Kennedy de Macedo, para citar apenas alguns.
As formas de identidade ligada ao gênero, a sexualidade e a grupos etários tem nos trabalhos de Michelle Perrot, Philippe Ariçs, Peter Stearns, James Green, Colin Heywood, Margareth Rago, entre muitos outros, um exercício privilegiado para o entendimento de nossa história.
O mesmo poderia ser empregado para a questão da identidade escrava no estudo clássico da historiadora Kátia Matoso, ou da identidade operária, nos trabalhos de Edward Thompson e de uma série de discípulos e admiradores.
Não se trata aqui de enumerar todos os autores que tem contribuído para a questão, o que seria um trabalho desnecessário e ilimitado, mas de oferecer uma pequena mostra da potencialidade reflexiva que a temática permite e a propriedade social que ela proporciona.

UNIVERSIDADE DEMOCRÁTICA, CADÊ O DIREITO DOS ESTUDANTES ACADÊMICOS?

CERES NÃO COMEMORA O DIA DO ESTUDANTE.

Porque será que a academia não dispensa suas aulas no dia do estudante? É algo que me encafifa, uma instituição que prega na sua legenda o trabalho pela cidadania não dispensar ,por direito estudantil, seus alunos no único dia comerativo que eles têm. Não que fique implicito nesse discurso meu a idéia de feriar dos estudos, mas se é um direito do aluno, nacionalmente falando, porque não acompanhar o que a maioria dos setores de educação fazem? Será que só porque estamos nos formando profissionalmente não temos direito a essa regalia? É algo meio fora do aspecto democrático. Estudante universitário, no entender desse comportamento, não tem direito de comemorar seu dia como os outros estudantes. Penso eu que devia ser por igual. Ora, se até escolas particulares liberam suas aulas, porque a faculdade pública e democrática não o faz com exatidão? Ô, brasilzinho de meia tigela, só vive aos avessos das coisas! Os estudantes tiveram força nos malditos tempos do Regime Militar e agora perdem um pouco desse entusiasmo, cadê os movimentos estudantis que não se ouvem mais falar deles? Porque os estudantes não se manifestam para fazer valer o direito das suspensão das aulas do próprio dia 11 de agosto, nosso dia estudantil? Calam-se todos....

sábado, 7 de agosto de 2010

A ESCOLA DA ESQUINA.

ESQUINA DO ALTO JÁ VIROU PUTARIA.

Ainda dizem que eu sou sensacionalista por escrever as coisas sem carapuças, mas o que eu andei percebendo na comunidade do Alto da Boa Vista é que na esquina de uma escola o auê anda solto. É um rebanho de rapazotes e moiçolas dentes-de-leite que se acham assentados numa calçada hospedeira. Os vizinhos já convivem insuportando a zuadeira danada que danifica a audição e perturba o sossego alheio. Dizem que são adolescentes, cabrochas de 12 a 15 anos que vão em busca precoce de namoros exacerbados e não se importam com a tranquilidade dos que querem sossego público. E as autoridades parece que nada fazem para coibir essa desventura juvenil. A algazarra se mescla por gritos, risos, cânticos, palmas, celulares e tudo que essa cambada de boys que não tem o que fazer cometem. Dizem que rola até o consumo de entorpecentes, de cigarros e de pegadas de entranhas. As "donzelas" ficam que nem gazelas, todas ouriçadas, e os marmanjos ficam que nem urubus, sobrevoando o alimento oferecido. Se compararmos os moleques de outrora, esses de hoje não chega nem aos pés. Os moleques estão mais desrespeitosos, mau-condutas e arruaceiros. As molecas estão mais afoitas para o namoro e bem cedo esquecem as bonecas para brincar com as petecas. E ainda falam por aí que vão criar uma lei para proibir os espancamentos que se mostram como exemplares. Que sujeitos nós estaremos criando? Mas uma coisa eu digo em alto e bom tom, a maioria dessas leis só tem mais eficácia no meio da classe média e alta, já que elas por suas condições mergulham no requinte e no viver harmônico...alguns sujeitos até nem tem trabalho de cuidar de seus guris.... E a esquina da escola do Alto continua assim:
Mesclada de cabras
Cheinha de bodes
São uns farrapados
E outros bem lordes
S'alguém reclama
O magote inflama
Tremendo os bigodes..

terça-feira, 3 de agosto de 2010

CARTÃO DE INSCRIÇÃO JÁ SAIU.

O cartão de inscrição do concurso de Serra Negra do Norte já saiu e há em torno dos candidatos uma forte expectativa para a realização da prova objetiva que será no dia 08 de Agosto de 2010. Estima-se que mais de mil candidatos estarão sentados nas cadeiras de instituições serranegrenses para a concretização das provas. O cartão poderá ser retirado no endereço seguinte: http://www.fundacaofuc.com.br/serranegra/identifica_cartao.php . Retire o seu cartão e lembre-se:
  • O candidato devera chegar ao local as 13h do dia 08/08/2010;
  • O candidato deverá portar um dos seguintes documentos com foto:Identidade, Carteira do órgão de classe, Carteira de habilitação;
  • O candidato deverá portar este cartão de identificação juntamente com o comprovante de pagamento ou deposito bancário referente à sua inscrição;
  • O candidato deverá portar caneta esferográfica de corpo transparente da cor azul ou preta;
  • Evite levar celular ou qualquer equipamento de comunicação.