terça-feira, 28 de setembro de 2010

(DES)AFINIDADE DA FORMAÇÃO.
A união está longe de se concretizar nos bancos rugosos da Turma Historiamos. São indiferenças apáticas que causam um germe infiltrado nos anseios da amizade e chegam a provocar erosões nas mentalidades empíricas da razão. Não se chega a um consenso diurno e frutífero nas colocações aceitáveis. Gera por si só um bate-rebate escancarado de chingamentos, apelidagens, desuniões e afinidades da formação. Claro que isso é genérico, na medida do possível, pois os seres humanos são que nem moléculas que se juntam atraídas por um consenso simétrico, igual peças de quebra-cabeças que se encaixam por exatidão dos recortes. A junção de uns gera exclusão de outros e esses exclusos tornam-se inclusos de outros. E assim vai, e assim vem. Ver-se que esses seres nefandos desimporta o que não for importante para eles e filtra o básico enxuto pela questão da afinidade. Mas "AFINIDADE" significa afim na idade, ou seja, o gosto pelo outro por questões de beleza, de corante, de carinho, de respeito, e de outros apetrechos com seus significados. Isso realmente não encaixa na termologia da "União faz a força", pois a falta de consenso deixa todo mundo tenso e distante da concretização de um sonho da união. Os interesses são diversos e as aceitações são limitadas de angústias, intolerâncias e defrutes. Todavia, esses seres fazem HISTÓRIA.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

VISANDO A PORTEIRA



POESIA: VISANDO A PORTEIRA
POETA: EDNALDO LUIZ DOS SANTOS.

Fecha e abre
Abre e fecha
Passa e abre
Abre e deixa
Anda e frexa
Volta na pressa
Fecha e passa
Passa e fecha
A porteira.

Tira a tramela
Tramela coloque
É passarela
De pouco retoque
Passa matuto
Passa reboque
Anda corrupto
Passa o bodoque
Pela porteira.

Faça rangido
Deixe se abrir
Tempo perdido
Pára sem ir
Vai mais fecha
Ato devido
Abra e deixa
No tino o tinido
Dessa porteira.

No pé do morão
O conjunto de pau
Fazendo a ação
Girando formal
É ponto limite
De espaço curral
Marcando a elite
Do mal social
Que faz a porteira.

Feito dia: 23/09/2010.
XEROX DO CERES DE CAICÓ ESTÁ QUEBRADA NOVAMENTE.

É UMA VERGONHA! Desde quando eu adentrei no recinto dos bancos acadêmicos do Centro de Ensino Superior do Seridó, CERES, que me deparo constantemente com a defasagem insuportável das quebradas de máquinas de tirar xerox. Isso é uma falta de atenção para com os estudantes acadêmicos, principalmente os mais carentes que não tem dinheiro suficiente para viver comprando livros abessas. O fato promove a exclusão do aluno no acesso aos livros da disciplina e atrasa constantemente as aulas dos professores que permeiam repassar conteúdos para um público desconecto. Muitos alunos ficam sem a leitura e a Educação desses bons profissionais torna-se longígua no alcance de seus objetivos. É um atraso de vida em um mundo em que se prega o lema da boa Educação formal para um público profissional e isso irá refletir nos cargos sociais. Se fosse antigamente não, a coisa era mais difícil e mais fácil de compreender, mas nos tempos de hoje em que existem recursos pra tudo, torna-se um caso indigerível, na medida do possível. É PRECISO QUE SE FAÇA ALGUMA COISA PARA MELHORAR ESSE PÉSSIMO ATENDIMENTO AOS ALUNOS DO CERES DE CAICÓ: seja ré-terceirizando a xerox ou seja comprando novas e sofisticadas máquinas. Os alunos do CERES não podem ser esquecidos no auge de sua formação e nem devemos dá mal formação aos iniciantes acadêmicos. A cópia livresca é a base do conhecimento carente e como tal merece ser xerocada para o bem-estar dos estudantes universitários.
EM TERMOS DE INCLUSÃO DIGITAL:
O CERES está de PARABÉNS. Hoje, nesse último período do ano, os alunos já tem tido mais acessos livres aos computadores acadêmicos. Os trabalhos agora já estão sendo facilitados com a digitação livre permitida que agilizam os resultados de atividades digitadas e pesquisadas. O ideal é que a instituição tivesse dentro do próprio recinto da xerox uma máquina para impressão multicolorida. Aí os alunos teriam uma boa desenvoltura em termos de conclusões de trabalhos acadêmicos. Mas o CERES está evoluindo...resta só corrigir esses detalhes.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

POETA ERON VAZ MATTOS.

POESIA: ELEGIA DO TROPEIRO
POETA: ERON VAZ MATTOS

A manhã respira fundo
O aroma dos banhados;
Boceja a brisa que passa
Nos arvoredos calados
E uma lembrança olfateia
Rastros de um tempo passado!

No corredor infinito
Não há mais rastros de boi;
Calou-se o grito tropeiro
E a voz-guia do cincerro,
Desceu a volta do cerro,
Tangeu silêncio e se foi.

E mudou tudo no pago...
Sumiu a gente daqui
Numa urgência de espera,
Deixando as dores das almas
Gemendo nas noites calmas
Nessa mudez das taperas.

Horizontes, léguas tortas,
Sombras deitadas no chão,
Cruzando, ao tranco, se vai;
As rédeas, rumos na mão!

Guardou serenos nos olhos
E umidades de neblinas
Embaçando as retinas
Que a boieira temperou;

Ouve o tempo que ficou
Falando na voz dos ventos
Pois traz pesando nos tentos
Alguns sonhos que extraviou.

Um ponchito cor-de-terra,
O chapéu sombreando
O pasto cruzou, ao tranco,
E se foi... a vida prenhe de estrada
A alma tingida de nada,
Marcada a casco de boi;

E se foi, resto de estrela,
Longe de sí, junto aos seus;
Anoitecendo na estrada
Pra amanhecer junto a Deus!
Os dois baios cabos negros,
Laço, cambona, arreador;
Se foi a raça tropeira
Sumindo no corredor.

E um baio fica pra trás
Pastando rente ao arame
- Que costeia as invernadas -
A pastura enserenada
Que mantém restos de lua
E a essência charrua
Que sorveu na madrugada.

Depois, levanta a cabeça,
Relincha firmando a orelha
E abre um trote apressado
Para chegar ao costado
Do seu irmão de parelha.

Um ovelheiro picaço
Se empina errando bocadas
Nas corujas que atropelam
Com olhos de lua cheia.
São quatro almas campeiras
Timbradas a berro de boi,
Assim o último tropeiro
Surgiu na estrada e se foi!

Somente o rastro dos pingos,
Da alma, perro, arreador,
Se perdeu rumo e distância,
Na inconstância do corredor.

E na prosa das esporas
- Um canto-terra profundo -
O seu idioma ferido
De cantar em despedida!

Quatro almas, quatro tentos,
Quatro ventos, ilusão!
Refugos de um tempo novo
Berrando no coração!

Num rincão de Olhos D'água
Passou, distinto e se foi...
Alma tingida de estrada,
Timbrada a casco de boi.
E se foi, resto de estrela;

Perdido entre o ser e o ter...
Longe de sí, junto aos seus;
Alma tingida de estrada
Pra amanhã ser junto de Deus!

FONTE: http://www.guapos.com.br .

terça-feira, 21 de setembro de 2010

VOTO CIDADÃO.



POESIA: VOTO CIDADÃO.
POETA: EDNALDO LUIZ DOS SANTOS.

É tempo, caboco velho,
De fazer democracia
Valer a cidadania
Votando num candidato
Para que seja firmado
No país ou no estado
A proeza do mandato.

O mandato deve ser
Para a querência do povo
Eliminando o estorvo
De tanta desigualdade
Gerar desenvolvimento
E conter o sofrimento
De tanta necessidade.

O voto deve ser dado
Bem de forma consciente
Eleger um presidente
Pra cuidar desta nação
Deputados e senadores
E até gorvernadores
Sem ser de coligação.

Dizer não ao partidarismo
Deve ser prioridade
Um sujeito de verdade
Prima sempre o consenso
Defender uma bandeira
É doença pra cegueira
Que deixa caboco tenso.

É mió não vender voto
Pois você é maltratado
Será muito judiado
Sem defesa de valor
Pois político é sabido
Lhe bota pra ser bandido
Com seu próprio dissabor.

Por isso, pense bem,
Bem na hora de votar
Aperte pra comfirmar
A escolha de seu brio
Seja muito analítico
Acompanhe seu político
Pra o futuro do Brasil.

Feito dia : 21/09/2010.

domingo, 19 de setembro de 2010

POETA ANTÔNIO ABEL BRASIL.

MOTE: COMPRAR VOTO É UM CRIME QUE SÓ FAZ
LEVAR MUITOS CORRUPTOS AO PODER.
POETA: ANTÔNIO ABEL BRASIL.

É comércio ilegal, abominável
Um abuso para a democracia
Isso é mais que absurdo hoje em dia
É um ato insano, imperdoável
Desleal, descabido, deplorável
Faz vergonha, isso ainda acontecer
Essa clandestinagem era pra ser
Excluída dos meios sociais
COMPRAR VOTO É UM CRIME QUE SÓ FAZ
LEVAR MUITOS CORRUPTOS AO PODER.

É corrupto e safado o candidato
Que se presta a fazer o tal negócio
Desse crime o eleitor é sócio
Corrompendo-se ao praticar o ato
Passa a ser vulnerável e barato
Porque a consciência quis vender
Ajudando a uma máfia promover
Indivíduos ladrões e imorais
COMPRAR VOTO É UM CRIME QUE SÓ FAZ
LEVAR MUITOS CORRUPTOS AO PODER.

Todo ano em campanha de eleição
Essa prática abusiva é repetida
Candidato de forma descabida
Compra voto até a prestação
Isso aí é a pré- corrupção
Que bem articulada vai crescer
E se o salafrário se eleger
Vê-se a roubalheira aumentar mais
COMPRAR VOTO É UM CRIME QUE SÓ FAZ
LEVAR MUITOS POLÍTICOS AO PODER.

Candidato sem ética e sem moral
Sai atrás de eleitor que o voto vende
Esse é ignorante e não entende
Que se trata de crime eleitoral
O que vende, o que compra, é tudo igual
Ambos fazem o pior acontecer
Punição é difícil de haver
É por isso que os casos são banais
COMPRAR VOTO É UM CRIME QUE SÓ FAZ
LEVAR MUITOS CORRUPTOS AO PODER.

Eleitor seja esperto e mais prudente
Não dê chance a político trapaceiro
Que insiste em oferecer dinheiro
Corrompendo intencionalmente
Veja como afastar-se dessa gente
Não permita o delito ocorrer
Se você evitar se corromper
Os larápios não se elegem mais
COMPRAR VOTO É UM CRIME QUE SÓ FAZ
LEVAR MUITOS CORRUPTOS AO PODER.

Autor: Zé Bezerra
OBS: Este mote é da autoria do Sr. Antônio Abel Brasil, residente no Sítio Várzea do Barro - Umarizal/RN.
Fonte: http://sertaocaboclo.blogspot.com .

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

A CIDADE DORME E EU ESTOU ACORDADO.

Poxa vida, como ese momento caldoloso me inculca a cabeça. Penso que é distorção de um intelecto envaidecido. Mas não é! O momento é inoportuno para se pensar no compadecimento fora do controle apático. Resmungam-se os cães, analfabetos por natureza, mas intelectos por institividade. A busca do cão caótico é meio hipnótico partindo do pressuposto de que a vida é um faz de conta da meninice. São atrelados valores morais ao inculcamento desatinado desses canínos irrepudiáveis. As silhuetas das ruas são postas em ziguezagues para despistar o encontro patético de uma figura mesquinha e mal-falada no meio da rua. Postam-se de frente a um bem público e passam-se a badalar os seus chocalhos de cobra para ver quem percebe de longe àquela cena rebelde. Aonde é que esse mundo vai parar com tanta efervescência de cães que muitas vezes enraivado procuram morder as vítimas aonde lhes tem mais carne. APLAUSOS PARA A VIDA SOCIAL!!!!!

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

CARGAS HORÁRIAS DO CURSO DE HISTÓRIA PREOCUPAM ALUNOS DO CERES EM CAICÓ.

Um absurdo se colocou na elaboração do novo currículo do Curso de História do Centro de Ensino Superior do Seridó -CERES/Caicó/RN. Uma quantidade exorbitante de horas que os alunos são obrigados a pagar para conseguir o diploma de formação está deixando os universitários aperriados e já com medo enorme de ser reprovado e não conseguir a formação. O absurdo se faz no processamento de 200 horas de atividades acadêmicas, fora da sala de aula. A intenção é interessante e satisfatória, mas o número máximo é que deixa preocupações. Se o aluno não pagar será eliminado e posto na reprovação. É UMA ATITUDE A MEU VER REPUDIÁVEL, pois não levaram em conta que muitos alunos trabalham fora do expediente de aulas. Como é que fica o trabalho desses alunos que muitas vezes buscam sustentar uma família ou a si próprios se a bolsa que recebem mal dá para eles sobreviverem. As atividades acadêmicas são muito importante para o crescimento intelectual do aluno, mas não garantem sua sobrevivência durante a fase de curso. As atividades extraacadêmicas é quem dão esse suporte. Acho que deveriam se pensar novamente esse novo currículo de História e de outras disciplinas que convivem com esse dilema. AS PESSOAS PRECISAM TRABALHAR DIGNAMENTE E ESTUDAR DE MANEIRA NÃO FORÇADA. O CERES deveria repensar essa sua atitude. Sem falar que muitos alunos moram fora da cidade de Caicó e fazem um sacrifício para chegar até a universidade. Penso que devia se acrescentar uma emnta a essa determinação para não sufocar os estudantes universitários obrigando-os a cumprir uma carga horária anormal.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

CRESCE BLOG DO POETA DO SERIDÓ EDNALDO LUIZ


ESTE BLOG CONTINUA CRESCENDO ASSUSTADORAMENTE PELO MUNDO.

Mais uma vez o quadro de minhas estatísticas que avalia os acessos do meu blog continua a crescer vertiginosamente. Dentro de um espaço de tempo de 15 de Agosto a 13 de Setembro de 2010, o blog www.ednaldoluiz.blogspot.com já está virando mania de internautas espalhados pelo mundo. Só no Brasil o satélite registrou mais de 500 acessos. São dados que têm me deixado feliz na medida do possível e cada vez mais me incentiva a atualizar este espaço das discussões críticas por este mundo de meu Deus. E devo isso a você leitor. Você é quem é a pedra fundamental para esse trabalho hospedeiro. Contine assim, acessando e postando comentários nas reportagens.

VEJA AS ESTATÍSTICAS DO BLOG DO POETA DO SERIDÓ EDNALDO LUIZ:

PAÍSES DO MUNDO E NÚMERO DE ACESSOS:

Brasil - 807;
Estados Unidos - 39;
Portugal - 28;
Canadá - 18;
Turquia - 10;
Rússia - 8;
Marrocos - 5;
Alemanha - 4;
China - 3;
Suíça - 2;

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

RESULTADO DO CONCURSO DE SERRA NEGRA DO NORTE JÁ SAIU.

O resultado classificatório do concurso de Serra negra do Norte já foi efetivado numa primeira relação de aprovados que se deu no dia 08 de Setembro e foi retifcado no dia 09 do mesmo mês visto que teve um problema na classificação geral dos candidatos. Mas a lista atual já é oficial e os candidatos, incluindo eu, poderão já aguardar na expectativa o chamamento convocatório que será feito pelo Diário Oficial da Cidade de Serra Negra do Norte/RN. Segundo consta no Edital do Concurso as licitações dos artigos disponíveis no próprio site da www.fundacao.com.br . Fique acessando o site de Serra Negra e voc~e poderá ver a convocação oficial. Ou então fique ouvindo rádio e se interando da informação do repórter Donaldo Nasário, diretamente de Serra Negra do Norte.

sábado, 11 de setembro de 2010

CARTEIRA COM CHIP É A MARCA DA BESTA.

A BESTA-FERA SE ENCANTARÁ NUMA CARTEIRA DE IDENTIDADE, DIZ O PASTOR POROCA!



Isso aconteceu no estado da Paraíba, na região Nordeste do Brasil. Um pastor de nome Luiz Lourenço, da cidade de Marizopólis, segundo ele, que há oito anos teve uma revelação: a nova carteira de identidade ,que será implantada nos próximos meses e que traz em outras novidades um chip conectado na própria estrutura do cartão, é na verdade um sinal da besta-fera. A revelação foi feita durante o programa Acorda Paraíba, da Correio Sat. Esse novo cartão de identidade do cidadão brasileiro terá, obrigatoriamente, nome, sexo, nacionalidade, data de nascimento, foto, filiação, naturalidade, assinatura, impressão digital do indicador direito, órgão emissor, local de expedição, data de expedição e data de validade do cartão. O chip será conectado via rede informática e armazenado satelitamente. O dito Pastor Poroca ( veja a foto), como é conhecido Luiz Lourenço, garante que vai ter que orientar os fiéis a não tirar o novo documento, que segundo ele traz o sinal da vinda do anticristo. Ele identificará por comando todos os indivíduos que deter a identidade e lançará sobre ele a magia do capeta que dominará as vítimas. POBRES DE NÓS, SERES INOCENTES. CUIDADO VOCÊ COM A MARCA DA BESTA!


Fonte: www.abrantesjunior.com.br

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

A HISTÓRIA DE UM MICHAEL DESAFLORADO.

As flores são compostos orgãnicos que afloram numa planta envaidecida e esperta para a vida. É senão a junção preliminar da seiva elaborada da fotossíntese da História vegetal. É ridículo pensar com os olhos de Crio numa situação dessa, ironizando sem artemanhas a razão alheia a um discurso patético. O maléfico ainda não cresceu para a vida. Vejo que o contexto desaflorado não remete a um distanciamento do dicionário da vida ou da essência do homem. Mas o primogênito do Michael, de nossa contemporâneidade, teme a transformação metamórfica que tende a lhe corromper até o último suspiro da simetria bilabial. Este é um homem policiado, transviado para um subúrbio pejorativo que tenta não se emporcalhar, mas acaba se contradizendo com seus olhinhos repuxados, como se os cílios fosse o Hitmel sombreado nas pálpebras. Esses filhinhos de altarquias pensam que são puros e que podem desdenhar os vistos "impuros". Em casa, ele deveras ensaia um Thriler aqui outro ali e as perninhas são vistas salteando nos salões do fanatismo aflorado, como se estivesse em Hollywood ziguezagueando nos palcos do imortal. Percebo que quem usa uma arte nos quadors negros da vida disfarça a estupidez desaflorada nos esparmos da loucura e quem utiliza-se de um humor ridículo está tentando esconder o fracasso de sua existência no deboche das identidades fortalecidas. Todavia é uma criança adúltera ou adulta, como queiram chamá-la. O encosto de sua performance é influência do espírito do Jackson alienado. Quem já é policiado por natureza adota também a mesma posição do encosto. É um Homo de estatura mediana que às vazes chora por trairagens de coleguismos quando não está embonecado com a indumentária da justiça. Víboras que se escondem por trás de um preconceito subalterno. Quem muito se policia acaba abrindo sua sela para um hospedeiro se alojar. O primogênito dos passes de balé será enforcado dentro de seu próprio feminismo apático. Só resta ao espírito do Michael promover esse desabrochar no jardim da História blicolada a um sujeito inculto de pureza.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

SENSACIONAL: BLOG DO POETA DO SERIDÓ EDNALDO LUIZ JÁ É REFERÊNCIA EM BOA PARTE DO MUNDO.

Chegou agora, diretamente do contador de visitas e acessos deste blog (está no link "estatísticas" do blog e posso mostrar a qualquer um), que o referido blog já foi acessado num período de tempo de janeiro a fevereiro deste ano por uma boa parte do mundo. Até no japão esse nosso blog já foi referência. Devo isso de coração a todos que acessam esse espaço de poesia, cultura, opinião e reflexão em torno da sociedade existente. É um enorme prazer servir a todos vocês, guerreiros ávidos de conhecimento recíprocos. Vamos continuar trabalhando para melhorar cada vez mais. Um abraço forte.
VEJA A ESTATÍSTICA PELO MUNDO A FORA DO BLOG DO POETA DO SERIDÓ EDNALDO LUIZ:
PAÍS X ACESSOS:
  • Brasil - 165;
  • Portugal - 9;
  • Estados Unidos - 6;
  • Rússia - 4;
  • Canadá - 3;
  • China - 3;
  • Indonésia - 2;
  • Japão - 1 .

A REPORTAGEM QUE RENDEU MAIS ACESSOS FOI A QUE EU FIZ FALANDO DE UM VÍDEO PORNÔ QUE SURGIU NA CIDADE DE CAICÓ E QUE FEZ MUITO SUCESSO, CONFIRA NOS MEUS ARQUIVOS "CANTINHO INFORMATIVO". CONTINUE ACESSANDO!

A SUBJETIVIDADE DE UM SONHO



POEMA: A SUBJETIVIDADE DE UM SONHO
POETA: EDNALDO LUIZ DOS SANTOS.

Olhando essa lua tão Nova a brilhar
Feito um grupo de lindos vaga-lumes
Que foscam do Espaço para a Terra
Banhando-me com tua plena alvura
Fico pensando nos momentos sublimes
Aqueles que iriam provir da nossa ocasião
Bandos de ventos sopram pela cumeeira
Numa agressividade fora do normal
As ondas psíquicas que eclodem no ar
Distorcem a transmissão harmoniosa
Deleito-me numa horripilante melancolia
Que se afunda numa vontade de te abraçar
De te apertar contra o meu peito sentido
Imagino tuas melenas a me tocar
Deixando teu perfume suave e frenético
Oh, melancolia, como me deixas patético...!
Fecho os olhos e imagino o eu espírito
A me largar e abandonar o eu matéria
O eu espírito vai como esse vendaval
E chega ao templo de vossa inocência
Viola o trinco do seu portão encruzilhado
Entra lentamente sem fazer barulho
Percorre os cômodos sem incômodos
Aterriza em um leito muito incandescente
Ele percebe que algo lhe transforma...!
E fica ali, paralisado, como um paralítico
Vendo que a Nova Lua penetra as entranhas das telhas
Cobrindo com um véu branco o doce leito
Ele vê o contorno das lindas formas
Numa volúpia extravagante e tentadora
Faces limpas, contornadas e naturais
Onde os raios iluminam sempre mais.
Ele se acocora ao lado da esbéltica ternura
E toca nas melenas com grande esmero
Chegando ao extremo do compromisso labial
A esbéltica ternura muda de posição
E ele se assusta com a agitação repentina
Quão magnífica e bela escultura
Que se espraia num leito perfumado
Ela, que agora, abriu os braços macios.
E ele inicia o ritual de toques e retoques
No sentido de sentir a escultura
Percorre carinhosamente a fonte pecadora
Que se mostra com a epiderme branca
Fonte que reluz os raios lunares.
Os olhos apertados como uma indiazinha
Estão estáticos, mas numa viagem de sono.
Daí, percebo que o eu matéria me chama
Querendo me levar para o mundo real
O eu espírito recusa-se a atender o chamado.
Ele quer ficar ali por sua eternidade.
Mas ele tem que ir, pois está fraco.
O eu espírito da criatura não está no leito.
Meu eu espírito está sozinho com um eu matéria.
Mas o deixa após ouvir o chamado...
Ele se incorpora de novo ao eu matéria.
E finalmente, eu me vejo acordar atordoado
Sentindo uma carência enorme da fonte
Sentindo raiva por retornar ao mundo real
E bastante feliz por ter sentido na fonte a felicidade.
Agora, me percebo, ser o eu homem,
Incapaz de ir até a fonte e tocá-la.
Por: Ednaldo Luiz Dos Santos
Feito Dia: 22/ 09/ 2005.

POETA DIONI BLASCO.



POESIA ESPAÑOLA: DEDICADO A LA PEÑITA DE AFANDICE
POETA: DIONI BLASCO.

La imaginación
Puede ser y
Sin pensarlo apenas
La llave maestra
De nuestra felicidad.

Es el verdadero motor
De todas las pasiones
Con la que se abre
La puerta grande
De nuestros mejores sueños.

Corazones agujereados
Por abrazos y sonrisas
Lagrimas que son
Luces en los ojos
Cuando me miran.

Sentimientos seguros
De los que apostillan
Son los que ahora
Te digo amigo mío:

Mi vida se la entrego
A los que sueñan
A los que ríen
A los que dan
Sin yo pedirlo.

BesitosDesde la orilla
De la vida
Hasta el cruce
De la muerte.

PRODUCIONES ESPAÑOLAS.



POEMA ESPAÑOL: Fue la carne .
POETA: FERNANDO SARRÍA


Fue la carne, mi carne hurgada por tus labios,

devota de esa hora del fríoen que tu boca dirimía sus propósitos en ellay del fuego,

nunca consumido por los dosen el trasiego duro de otro amanecer,

cuando tú crecías en el albay eras tierra honda y fecunda de susurros sobre mi.

Mientras, el sol peregrinaba por los visillos,todavía austero,

rojo e indeciso,buscando iluminar la espalda en cueros de tu cuerpo.

Tu cuerpo, que encendido y vibrante,

seguía derramándose en lluvia sobre mi,y yo me empapaba de ti,

ciego, loco,sin saber reconocer donde empezaba y acababa el sueño.

POR QUÊ SERÁ QUE A FACULDADE NÃO MARCHA NO DIA 7 DE SETEMBRO?

É de se estranhar uma instituição que prega ideais democráticos e trabalha a cidadania não exercer em seu interior o sentimento de nacionalismo, ou como queiram dizer de patriotismo. Esta instituição é deveras um recinto das luzes e como tal, no seu blá-blá-blá, devia fazer valer sua posição de construtora de um sujeito educado, civilizado e patriota de seu país e de suas responsabilidades. Quero dizer que já que estamos formando profissionais conceituados para um bom desempenho social porque não instruí-lo de nacionalismo. Como esse indivíduo vai atuar nos setores educacionais se a própria universidade não o prepara para o exercício cidadão. Não que isso seja militarismo, não que isso seja posturas autoritárias, mas devemos amar nosso país para fazer a nossa fortaleza e proteger nossas riquezas, como também nossas fronteiras. Apesar das desigualdades sociais, devemos ter em mente esse fulgor por nossa pátria. Não que eu esteja regressando ao modelo tradicional de se fazer história e de se pensar sobre ela, mas vejo que a postura da universidade brasileira na não exaltação do nacionalismo brasileiro é uma lacuna vergonhosa para a História do Brasil. Deveríamos sim, marchar no dia 7 de Setembro para ensinar aos profissionais o espírito unitário, de sociedade organizada. Talvez seja por isso que a ordem e o progresso virou uma desordem sem regresso. Não basta só educar os pupilos. É preciso que lhes forneça os ideais de identidade, de força e de participação.

POETA JOSÉ AUGUSTO ARAÚJO DA SILVA.



CORDEL: CRACK: O SENHOR DAS TREVAS
POETA: JOSÉ AUGUSTO ARAÚJO DA SILVA.

Eu sou cruel e de morte
Só vivo de falsidade
Não tenho grão de verdade,
Nem respeito qualquer porte;
Seja você fraco ou forte
Eu ofereço guarida
Depois lhe faço ferida
Deixando-o só a carcaça.
Feito de gás e fumaça
Eu sou sem graça e sem vida.

Eu tenho o braço potente
E sou forte igual Sansão,
O saber de Salomão,
Destreza duma serpente
Que lhe pega de repente
E na primeira mordida
Perde você a medida
E cai em minha desgraça.
Feito de gás e fumaça
Eu sou sem graça e sem vida.

Ataco qualquer idade,
Mas gosto é da juventude.
Brinco com sua saúde,
Tiro sua liberdade
E castro sua vontade.
Encurto sua avenida,
Apresso sua partida
E devasso sua raça.
Feito de gás e fumaça
Eu sou sem graça e sem vida.

Deixo você dependente
Mole, mole de dá dó,
Afino seu mocotó
De tanto você andar
Correndo pra mim comprar.
Eu tiro você da lida
Limito sua comida
E quebro sua couraça.
Feito de gás e fumaça
Eu sou sem graça e sem vida.

Jogo-lhe em confusão
E confundo sua mente,
Dou-lhe cara de doente,
Tiro da realidade
E sem sensibilidade
Boto-lhe numa corrida,
Num carro, numa descida,
Se escapar é por graça!
Feito de gás e fumaça
Eu sou sem graça e sem vida.

Sou matador disfarçado
De fantasia e prazer
E tenho tanto poder
Que o poder que eu tenho faz,
Faz menino, o satanás
Virar bela adormecida,
Usar cravo e margarida
E aquela carapaça.
Feito de gás e fumaça
Eu sou sem graça e sem vida.

Eu sou a pena de morte
Pra qualquer um de vocês,
Disfarço-me de bidês,
Mas não falta seguidor
Que queira provar a dor
Que eu boto pra ser sentida
Sem pena, sem despedida,
Sem sentimento e pirraça.
Feito de gás e fumaça
Eu sou sem graça e sem vida.

Um macho ainda não vi
Que não afrouxe comigo,
Nem um pacato mendigo
Que não se torna leão
Quando prova meu torrão.
Nem vi quem não encomprida
Uma prosa desmedida:
De meu! Bicho! Cara! massa!
Feito de gás e fumaça
Eu sou sem graça e sem vida.

Seja no sul ou no norte
Mostro minha valentia
E parto em romaria:
Tome fumo e pegue fumo
Tirando-lhe de seu rumo.
Eu lhe dou vida bandida
Com um passe só de ida
Numa furada barcaça.
Feito de gás e fumaça
Eu sou sem graça e sem vida.

Sei que sou um grande mal
Que hoje o mundo possui,
Mas o mundo contribui
Pra que eu viva ainda mais
Correndo e tirando a paz,
Dando-lhe causa perdida,
Revirando sua ferida
Sendo caçador e caça.
Feito de gás e fumaça
Eu sou sem graça e sem vida.

Sou simplesmente o crack:
Das trevas o seu senhor
Que destrói qualquer amor.
Não respeito rico ou pobre,
Ignorante ou nobre.
Sou uma droga atrevida
De mão dura e suicida
Comprada em qualquer praça.
Feito de gás e fumaça
Eu sou sem graça e sem vida.

Autor: José Augusto Araújo da Silva.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

A COMPRA DA BENÇÃO DOS ANÉIS DA HISTÓRIA.
A padricidade católica tem um olho farejador de onde pressente-se o cheiro de dinheiro minguado dos profissionais acadêmicos que se destinam a quebrar seus míseros porquinhos para acalentar o prazer de se concluir um "faz de conta que eu termino os meus estudos". Na ocasião de um encontro desencontrado, sem ouvir as opiniões alheias, impuseram dos ensinamentos celibatários o rol de dividas extraacadêmicas. Foi então que em pleno orfã dos escritos devedores apareceu um montante exorbitante advindo dos reveses do templo religioso. Quatrocentos CONTOS réis foi a surrupiagem estipulada pelos repassadores da palavra divina. Automaticamente nos engatinhamos para o abismo do achar ridículo uma exploração dessa, visto que a palavra divina era para ser dada gratuitamente, mesmo que amparada pelas necessidades dizimais, pois o Salvador não cobra por sua jurisprudência da onipresença vital. Esses homens que incultam o dever de repassar os conhecimentos cristãos sempre se prostam a ingerir a enzima da ambição, da sabedoria, da vida mundana disfarçada de cariadede divina e da captura da avareza capitalista. Os dedos dos crentes ficaram doentes com isso. Jamais sentirão tanto prazer efêmero quanto este de colocar-se diante do cabedal da oração e receber a benção protetora das pragmáticas munhecas da História. É exploração! Gritaram alguns insurgentes da História! E é mesmo, uma exploração bem explorada e não temos como fazer nada. Ou, aliás, podemos acrescentar emendas nas proposições jurídicas, já que nenhuma tomada de decisão pode ser abatida pelos batuques de um martelo. Claro que tem outras opções de abatimento orçamentário, basta-se procurar. O luxo é indigesto à pobreza e os requintes nos afastam da natureza. Imagina-se que entraremos num templo prateado, com a moda urubuzeira, de anéis afunilados ou auriferados e grudados no apadrinhamento. Sentaremos no trono das oligarquias tradicionais do cenário caicoense e nos inquietaremos com as palavras santificadas de esmero e fulgor para uma vida civilizada ou pra sermos os "homens bons da História". Diferentemente dos oradores protestantistas ou evangelistas, os santuários religiosos estão afanando a nossa sagação anelídea nos endividando por bancos, luzes, livros e palavras oralizadas. Quem pagará a nossa conta? Talvez possamos pendurá-la no cabide da intolerãncia ou hipotecá-la até enquanto as esmolas não chegam.

POETA BOB MOTA

POETA: Bob Motta
POESIA: Carta ao poeta Geraldo Amâncio

Seu Geraldo, eu tô sintindo,
Umas dô no mêi duis peito,
E acho qui vô prá faca,
Num tem jeito qui dê jeito.
O poeta véi s'axtreve,
A pidí qui Deus num leve,
Eu agora, assim, de êito.

O dotô dixe qui a coisa,
Num tá munto boa não.
Tô c'umas vêia intupida,
Precisando inteivenção.
Mais eu acho é qui o dotô,
Só incronta verso e amô,
Dento do meu coração.

Vai uví no istetoscópo,
Um vaquêro aboiadô,
A batida de um zabumba,
E um bom fole gemedô.
Um papagái inxirido,
E o rincho forte e atrevido,
De um jegue reprodutô.

O munitô vai amostrá,
Fora ais vêia incalacrada,
De gurdura, uma cantoria,
E um pátio de vaquejada.
A sangria de um açude,
E eu, o poeta rude,
Nuis braço da minha amada.

Ispero qui Deus vendo isso,
Uvindo a minha oração,
Peimita, intonce qui eu tenha,
Minha recuperação.
Inda tenho amô prá dá,
Munto verso prá ispaiá,
Do Litorá p'ro Sertão.

Se causo dé tudo certo,
Cuma ispero acuntecê,
Cum ais bênção de Jesus,
É bem fativo qui dê.
E esse poema festivo,
Quero decramá ao vio,
Aí, meu fíi, mais você.

Mais se causo o qui eu num quero,
De repente acuntecê,
Se pru vontade Divina,
O véíin disaparicê,
Num vá chorá, seja forte;
No dia da minha morte,
É qui eu cumeço a vivê.

E você pode dizê,
Para o mundo, meu irmão:
Vô, mais levo no meu peito,
Ais coisa do meu povão.
O qui aprindí, de verdade,
Na grande universidade,
Dais caatinga do sertão...

Fonte: http://almadobeco.blogspot.com .
REFLEXÃO FILOSÓFICA: Estava eu sentado, perto do mar
AUTOR: Aldous Huxley

Estava eu sentado, perto do mar, a ouvir com pouca atenção um amigo meu que falava arrebatadamente de um assunto qualquer, que me era apenas fastidioso. Sem ter consciência disso, pus-me a olhar para uma pequena quantidade de areia que entretanto apanhara com a mão; de súbito vi a beleza requintada de cada um daqueles pequenos grãos; apercebia-me de que cada pequena partícula, em vez de ser desinteressante, era feito de acordo com um padrão geométrico perfeito, com ângulos bem definidos, cada um deles dardejando uma luz intensa; cada um daqueles pequenos cristais tinha o brilho de um arco-íris... Os raios atravessavam-se uns aos outros, constituindo pequenos padrões, duma beleza tal que me deixava sem respiração... Foi então que, subitamente, a minha consciência como que se iluminou por dentro e percebi, duma forma viva, que todo o universo é feito de partículas de material, partículas que por mais desinteressantes ou desprovidas de vida que possam parecer, nunca deixam de estar carregadas daquela beleza intensa e vital. Durante um segundo ou dois, o mundo pareceu-me uma chama de glória. E uma vez extinta essa chama, ficou-me qualquer coisa que junca mais esqueci que me faz pensar constantemente na beleza que encerra cada um dos mais ínfimos fragmentos de matéria à nossa volta.