domingo, 28 de novembro de 2010

MEUS AMIGOS DO ORKUT OPINARAM SOBRE O DIA DA PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA.

OPINIÕES DE AMIGOS DO ORKUT SOBRE O DIA 15 DE NOVEMBRO FERIADO NACIONAL.

EU FIZ A SEGUINTE PERGUNTA: O QUE VOCÊ ACHA DO DIA 15 DE NOVEMBRO?
E MEUS AMIGOS DERAM SUAS REFLEXÕES, VEJAM:

Amigo acho que atualmente não passa de um simples feriado, poderia ser realmente o dia da eleição, oportunidade perdida neste ano. Olha inda vou mais além, não gosto dessa estória de 1º e 2º turno era para ser só um dia e acabou quem tivesse mais voto que ganhasse e aí, a nossa república teria mais sentido. Afinal um dia foi um fato histórico, as coisas hoje em dia estão se tornando muito sem graça no que se refere as comemorações.15 nov.
joalse brito (HISTORIADORA)
"O País perdeu a inteligência e a consciência moral. Não há princípio que não seja desmentido nem instituição que não seja escarnecida. Já não se crê na honestidade dos homens públicos. A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia. O povo está na miséria. Os serviços públicos abandonados a uma rotina dormente. O desprezo pelas ideias aumenta a cada dia. A agiotagem explora o juro. A ignorância pesa sobre o povo como um nevoeiro. O número das escolas é dramático. A intriga política alastra-se por sobre a sonolência enfastiada do País. Não é uma existência; é uma expiação. Diz-se por toda a parte: "O País está perdido!" (...) Por isso, aqui começamos a apontar o que podemos chamar de "o progresso da decadência"."
Não fui eu quem escreveu isso. Foi José Maria de Eça de Queirós, em 1871. Mas acho que responde a sua pergunta perfeitamente !16 nov.
Avohanne Isabelle (HISTORIADORA)
Depois q assisti a aula de História da Europa Contemporânea em nossa ex metrópole, fiquei um tanto feliz. Pelo menos eles admitem q a colonização trouxe muitos impactos sociais, culturais p as colônias q LITERALMENTE exploraram. Isso era O MÍNIMO Q ELES DEVERIAM FAZER. Estar aqui e ver o q os portugueses pensam de nós brasileiros ñ é nada fácil. Eles riem da nossa política, do nosso deputado Tiririca. Daí eu me pergunto: Pq será? Pq será q os portugueses adoram fazer piadas da nossa política? Eu, nos comentários acima, pude perceber pq. Pq o dia 15 de novembro é " mais um feriado em nosso calendário" . Todos os dias meus colegas portugueses soltam piadinhas a mim sobre o Brasil, mas ontem eles se calaram. Será que é pq no dia 15 de novembro de 1889, eles perderam o seu trunfo? Será q é pq, mesmo sendo uma grande potência nos tempos coloniais, conquistando e explorando, hoje encontra-se na situação em que está, em crise e o Brasil (eles próprios dizem) se "encontra numa situação bem melhor?"16 nov.
Avohanne Isabelle (HISTORIADORA)
Bom... se é um simples feriado eu não sei, mas para mim, enquanto HISTORIADORA e BRASILEIRA, esse feriado vai além de um simples dia, que inclusive já passou, mas devo dizer a vocês, é uma data que incomoda muitos lusitanos.16 nov.
Vαиναи [J. Fernandes] (GEÓGRAFO E POLICIAL)
Fala poeta!!! Vejo como importante, o fato de comemorar-mos e principalmente conhecer-mos os momentos históricos de nosso país para entender como eles nos reflete no contexto atual. É uma data importante pois marca a derrubada da monarquia e a "divisão" do poder com a república onde os nossos governantes seriam escolhidos através do voto. Mesmo depois de tanto tempo ainda não aprendemos a valorizar esta conquista.15 nov.
Francisco Chagas (HISTORIADOR)
O início da democracia até que fim, sem a exploração geral portuguesa que pairava antes... não tando às custas mais dos portugueses!15 nov.
Ivana Costa (HISTORIADORA)
Meu caro Ednaldo, você e suas belas reflexões... Para mim é mais um feriado em nosso calendário.15 nov.
Evandro&Inayara Medeiros (AMIGO/INTELECTUAL)
Rapaz, depende do ponto de vista.A nossa independência é uma his/estória linda, digna do verdadeiro título de heroísmo, cravada com o grito que ecoou no Rio Piranhas e tapou as tetas da vaca leiteira que éramos.Por outro lado, todo país 'necessita' de uma estória pra contar,o grito de independêcia estampado nos livros de ensino fundamental pode na verdade ter sido dito por um bêbado de porre que estava mais pra 'Pain, quero ir pra casa' do que pra 'Independência ou Morte'.15 nov.

ATENÇÃO APROVADOS NO CONCURSO DE SERRA NEGRA DO NORTE!



PREFEITURA DE SERRA NEGRA CONVOCA MAIS APROVADOS DO CONCURSO PÚBLICO 2010.

Prefeitura de Serra Negra do Norte/RN publica 2ª convocação de aprovados em concurso público
EDITAL DE CONVOCAÇÃO Nº 002/2010

O Prefeito Municipal de Serra Negra do Norte/RN, no uso das atribuições legais e constitucionais,

R E S O L V E:

Art. 1º - CONVOCAR os candidatos aprovados do Concurso Público, conforme relação constante do Anexo I, para comparecerem na sede da Prefeitura Municipal, sito à Rua Senador José Bernardo, 110, Centro, Serra Negra do Norte/RN , no prazo de 30 (trinta) dias, a contar da publicação deste instrumento, no horário das 7:00 as 11:30 e das 13:30 as 17:00, para nomeação nos cargos do Quadro de Pessoal da Prefeitura Municipal de Serra Negra do Norte -RN.

Art. 2º - Para investidura dos cargos, os candidatos aprovados, constantes na listagem do Anexo I, deverão apresentar todos os documentos e habilitações exigidas à nomeação de seus respectivos cargos, conforme relação contida no Anexo II deste instrumento.

Serra Negra do Norte(RN), 18 de novembro de 2010.

Rogério Bezerra Mariz
Prefeito Municipal


ANEXO I AO EDITAL Nº 002/2010
LISTAGEM DOS CANDIDATOS CONVOCADOS PARA NOMEAÇÃO

NÍVEL MÉDIO
Cargo: ASSISTENTE ADMINISTRATIVO
Nome Classificação
Flavio Roberto Santos de Oliveira 3º

Cargo: TÉCNICO DE ENFERMAGEM
Nome Classificação
Aguida Maria Mendes 4º

Cargo :ORIENTADOR SOCIAL
Nome Classificação
Aldinete Pereira de Araujo 7º

NIVEL SUPERIOR
Cargo: MÉDICO ESTRATÉGIA DA SAUDE
Nome Classificação
Bruno do Nascimento Andrade 4º
João Tarciso de Sena 5º

Cargo: FARMACEUTICO-BIOQUIMICO
Nome Classificação
Vanessa Kelly Alves da Silva 2º

Cargo: PSICÓLOGO
Nome Classificação
Glauber Steven Ramos de Medeiros 3º

Anexo II
DOCUMENTOS EXIGIDOS PARA NOMEAÇÃO
1. Cópia legível, acompanhada do original:
a) Cédula de Identidade – RG;
b) Cadastro de Pessoas Físicas – CPF do Ministério da Fazenda;
c) Título de Eleitor e prova de quitação das obrigações eleitorais;
d) Certificado de Reservista ou Certificado de Alistamento Militar constando a dispensa;
e) Certidão de Nascimento dos filhos;;
f) Comprovante escolar, com a regularidade da inscrição do órgão de classe, previsto no edital do concurso publico;
g) Certidão de Nascimento ou Casamento;
h) PIS/PASEP;
i) 01 (uma) foto 3x4 colorida recente;
j) Comprovante de residência;
k) Certidões negativas expedidas pelos cartórios de distribuição dos ofícios criminais da Justiça Federal, Eleitoral e Estadual;
l) Carteira Nacional de Habilitação para os cargos de motorista e tratorista
m) CTPS – Carteira de Trabalho e Previdencia Social
2. Comprovante de aptidão física e mental fornecido pela Junta Médica Oficial do município de Serra Negra do Norte/RN, mediante apresentação por parte dos candidatos dos seguintes exames:
Ü Hemograma (Sangue);
Ü Glicemia (Sangue);
Ü VDRL (Sangue);
Ü EAS (Urina);
Ü EPF (Fezes).
èEletrocardiograma com parecer do cardiologista;
èEletro-encefalograma com parecer do neurologista;
èRadiografia do tórax com parecer do radiologista;
èTeste alérgico (poeira) com parecer do alergista;
èAudiometria com parecer do otorrinolaringologista
èLaringoscopia – para os professores e monitores do PETI.
O candidato portador de deficiência deve submeter-se à perícia médica do município de Serra Negra do Norte/RN, que atestará a deficiência com o respectivo código correspondente da Classificação Internacional de Doença – CID.

Serra Negra do Norte(RN), 18 de novembro de 2010.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

LIMPEZA CARIOCA



POESIA: LIMPEZA CARIOCA.
POETA: EDNALDO LUIZ DOS SANTOS.

O Rio de Janeiro está
Em completo mutirão
Expulsando a bandidagem
Que causa assombração
É tiro pela culatra
Que causa agitação.

Diz que pegam os malucos
Mas acho meio furado
Expusam o bandido lá
E ele foge danado
E vem para o interior
O crime organizado.

Querem limpar o Estado
Para a Copa capitalista
Jagando a batata-quente
Pra outra mão de artista
A violência não cessa
E o Brasil sobe à lista.

Os outros estados porém
Estão despreparados
Os bandidos se alojam
Fazendo seus atos errados
Os sossegos interioranos
Assim se vão terminados.

FEITO DIA: 25/11/2010.

REFLEXÕES DAS ORIGENS CAPITALISMO

FEUDO/CAPITALISMO E O ESTADO CENTRALIZADO
HISTORIADOR: EDNALDO LUIZ DOS SANTOS
O surgimento do capitalismo não se deu de forma imediata. Houve um processo paulatino ao longo dos tempos. Porém, quando o capitalismo infligiu movimento sua instalação pragmática se mostrou mais rápida que a do feudalismo remanescente do Período Medieval.
Havia transações comerciais, na Idade Média, cujo sistema feudal permitia o comércio de gêneros de subsistência e de riqueza em cada feudo. Este que tinha sua própria moeda seus escravos e/ou suas feiras. Algumas relações comerciais, especialmente de trocas, foram relatadas pela historiografia da época como acontecendo de feudo para feudo, pois, apesar dos grandes núcleos feudais se fecharem entre “muralhas”, um dependia do outro por suas querências materiais. A comunidade feudal era basicamente camponesa, mas detinha um lugar central no feudo onde se realizavam as transações econômicas e as representatividades festivas. Esse lugar era um primitivo centro urbano que, a posteriori, foi denominado de cidade. Essa cidade, para existir, dependia do senhor feudal em termos de investimentos e do trabalho dos escravos.
O contexto produtivo do cenário feudal, principalmente nas cidades, era de forma artesanal e corporativista. Com o fortalecimento das cidades, surge por sinal a burguesia, enriquecida com os lucros de feudos decadentes por ações senhoriais. A partir da crise geral do feudalismo, nos séculos XIV e XV, com grandes acúmulos mercantis de riquezas, a rica burguesia viveu da gorda renda de seus bens. Nesse momento, não houvera formação do capitalismo.
As cidades foram fortalecidas devido a ascensão burguesa e ao estabelecimento de vários trabalhadores livres, expropriados do campo pela extensiva prática da ovinocultura, que sediavam lãs às tecelagens das corporações de ofício. Eles tinham habilidades manuais numa determinada arte. As corporações se desenvolveram tanto que possibilitaram o surgimento de úteis inventos maquinais que acelerou a produção manufatureira. A burguesia ascendente acumulou tanta riqueza que foi preciso expandir as rotas comerciais para além do feudo. O feudalismo com isso foi definhando.
A necessidade de novas rotas comerciais de especiarias e matérias-primas fez-se surgir o capital mercantil, que impulsionou as viagens de descobrimentos de novos setores de transações comerciais. Essa necessidade de forças produtivas ocorreu entre meados do século XV a XVI. A busca por novas rotas econômicas também visou a procura por metais preciosos, que conjuntamente, facilitou as práticas dos saques e a exploração de terras alheias.
O capital mercantil favoreceu as práticas de empréstimos a juros, de retenção de um produto para vendê-lo, mas caro e de ambições por produtos valiosos. Ele, o capital, também deu às primitivas indústrias manufatureiras subsídios para a instalação da precária proletarização de trabalhadores, corporativamente livres.
A separação racionalista entre produtor e produção provém das corporações de ofício e se perpetuou nos primeiros indícios da proletarização, tão bem propagada pelos discursos marxistas, cuja força de trabalho passou a ser vendida como mercadoria. Os trabalhadores proletários foram explorados no mais vil cenário de domínio com excessivas horas de labuta e míseros pagamentos salariais. Desse contexto, emergiu o capitalismo. Uma nova era que se assentaria, no século XVIII, na Inglaterra, com o surgimento de máquinas que aceleraram a produção e estabeleceu a grande era industrial. Nela, o operariado teria que se especializar manualmente para saber lidar com as máquinas. Com isso, a divisão do trabalho cristalizou-se, surgiram bancos estatais baixando juros e organizaram-se linhas de créditos financiáveis. A organização da economia e das atividades que a ela compõe, tendo a necessidade de segurança, controle, desenvolvimento e crescimento das cidades financeiras, precisava então de um chefe central para tomar essas iniciativas. Daí, planejaram a organização do que veio a se chamar Estado, que teria o domínio dessas carências. O representante do Estado teria poderes jurídicos e administrativos, favorecendo a burguesia e impondo sua melindrosa autoridade perante a sua sociedade.
REFERÊNCIA:
VILAR, Pierre. A Transição do Feudalismo ao Capitalismo. In: SANTIAGO, Theo. Do Feudalismo ao Capitalismo: uma discussão histórica/ organização e introdução. 5a ed.rev. São Paulo: Contexto, 1996. p.37-49. (coleção textos e documentos).

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

TAPA-BURACO EM CAICÓ

CAICÓ: UMA CIDADE EM REMENDOS.


Pode-se acreditar nessa coxa de retalhos que alavanca as mesmices na Cidade de Caicó. Infere-se nesse diálogo de continuidade de reparos um tanto antiquado, um remendo-estrela, igual pode-se colocar numa câmera de ar e ela superar a pressão pneumática de forma verossímel. Falo da famosa Operação Tapa Buraco que se realiza em Caicó, gerando trepidações das mais violentas que se acham na cidade. Para se ter uma ideia, somente no trecho que liga os bairros Boa Passagem ao Alto da Boa Vista e Samanaú, a tremedeira no veículos de transportes é uma constante e limita os carros a ficarem ziguezagueando pelas encostas do asfalto, pondo em risco a vida transeunte dos pedestres e ciclistas que percorrem os espaços estradeiros nas ocupações diárias. Já ouve muitos acidentes em Caicó por causa desse descaso tanto com buracos no meio da rua quanto por remendos trepidantes que forçam os motoristas a infligir o vácuo de sua intolerância e gerir acidentes irreparáveis. Quanto mais se tapa buraco em Caicó, mas mini-lombadas se vêem no asfalto. Sem falar nas pessoas que sem permissão rasgam a pista com picaretes para fazer encanamentos de água ou de esgotos e deixam os buracos sem consertos. Isso é um absurdo! Quando é que Caicó vai crescer para frente? Para se ter uma ideia, nem a Ponte sobre o Rio Barra Nova foi alargada, continua ainda estreita e causadora de acidentes. Nem se quer fazem uma passarela para pedestres na Ponte sobre o Rio Seridó ou uma ciclovia para os ciclistas transitarem. E ainda vem um guarda de trânsito postar no seu blog que os ciclistas desrespeitam as leis de trânsito transitando na contra-mão da cidade de Caicó. Porra, mas se não fazem uma ciclovia para eles aonde é que eles vão transitar. Falo isso em defesa deles porque eu também sou um ciclista e como tal padeço nos abusos de motoristas irresponsáveis. É PRECISO QUE SE MUDE MUITA COISA EM CAICÓ, PORQUE DO JEITO QUE TÁ NÃO VAI. E tome remendo no asfalto, que merecia ser recapeado.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

O CAPRICHO DO BICHO.

ERA EU DIGITANDO E ELA COÇANDO O BICHO.

Por: Ednaldo Luiz dos Santos.
Certa vez me assentei numa cadeira de estofado para redigitar um trabalho de relato, estava naquele recinto de empréstimo informático entetido com a manipulação dos polegares, dos mínimos, dos indicadores e dos anulares. Estava assentado com o ângulo pernil fazendo uma abertura distante da medição matemática, pois o aumento da temperatura naquele cubículo residencial era intolerante visto que as rajadas de brisas estavam em greve. Mal se via por entre as brechas da porta uma folha em movimento suspenso. Meus movimentos digitais até que circulavam sobre as teclas do teclado, mas percebia por meio de minha sexta visão lateral o movimento daquela deusa esbéltica. Ah, Deus do Céu, como era esbéltica...! Sufocava-me àquela cena tão simplória, porém apetitosa. Ela estava com um vestido colorido, de manchas vermelho- encarnado e amarelo-quentura. No seu cabelo tinha muitas mechas de uma loira meio amorenada. Espraiei a vista um pouco para a esquerda e pude ver o maltrapilho vestido entrecortado num decote convidativo que deveras me atanasava. Não me lambuzei naquele fel adocicado por entender que o sangue fraterno que emana da genética familiar causa anomalias horripilantes e que um pequeno círculo de ouro ou de cobre distancia o mais vil sujeito imbricado na invenção cotidiana de regras e mais regras de convívio.
Ela estava lá, sentada, numa ajuda fraterna ou capitalista, e havia um bicho por sobre suas pernas. O bicho era senão de cobertura capilar ou peludo que se alvoroçava no estame do calor ofegante. Ela coçava o bicho para ele se acalmar no fogo do mormaço sentimental. E o bicho ouriçado, exalava o cheiro do cio animalesco que, de tempos em tempos, soltava esparmos de vida ofegante. Parecia cheiro de fêmea em cria. De súbito, percebi que ela o acariciava com os metacarpos digitais e o bicho ficava eriçados no abismo daquele conjunto mestral. Nem eu mesmo compreendi se aquilo era bicho mesmo. Vi que era um bicho analisando o rabo, rabão grosso, carnudo e com pelos distribuídos. Ela abriu as pernas e ficou acariciando a têmpera do monte estomacal e vi mais esparmos do que nunca. E eu digitando e errando constantemente, obssecado com a disjunção da retina. Parei, analisei e indaguei: Minha querida deixe de coçar esse bicho que eu tô sem capricho! E ela disse: Deixe o meu gatinho em paz!

ALERTA PARA QUEM VIVE ESPANCANDO ANIMAIS.

AVISE VOCÊ TAMBÉM A POLÍCIA AMBIENTAL, OS ANIMAIS NÃIO MERECEM MORRER SEM OU COM CAUSA JUSTA. TEM MUITOS HOMENS HIPÓCRITAS QUE FICAM ESPANCANDO ANIMAIS, PRINCIPALMENTE OS COITADOS DOS BURROS, CAVALOS OU BOIS QUE PUXAM CARROÇA. O IDEAL SERIA QUE ESSES HOMENS FOSSEM PUXAR A CARROÇA. DENUNCIE!


domingo, 14 de novembro de 2010

FLAVIANO OLIVEIRA, um poeta que eu descobri.

Otem foi Sábado, e aqui no Alto estava a rolar uma seresta dançante para os amantes à moda antiga. Sai do recinto informático e dirigi-me à Pracinha como um transeunte boêmio. Ouvi um aluno meu a me chamar e ficamos conversando no cenário público até um certo tempo. Quando haviamos sentado no canteiro pracial, chegou um grande amigo meu embebecido com o líquido que pássaro jamais se meteria a besta de consumir. Seu nome era Flaviano Oliveira... um caboclo da terra, ligado a simplicidade reinante e a humildade humana (ver foto a esquerda e a direita). Veio cambaleante e se assentou perto de mim. O meu aluno havia saido de súbito e eu fiquei a ouvir a vivência daquele homem. Seus olhos estavam pesarosos, avermelhados, mas sua consciência aparentemente estava nítida, e ele começou a mim falar.
Disse ele que era um grande fão do meu blog, que todo dia acessa esse espaço e ler as informações contidas nele. Todos os dias quando ele sai do trabalho (ele trabalha na Loja Maré Mansa de Caicó), chaga em casa e no momento de acesar a internet ele rapidamente frequenta meu blog. Fiquei muito feliz por ele tomar esse meu espaço como referência primária e muito mais ainda por perceber que a nomenclatura POETA DO SERIDÓ reverberou uma inspiração amadora na mente desse grande leitor seridoense.

Ele titubeou inspiração e exaltou suas veias poéticas, mesmo em atropelos, dizendo:

"Preste atenção meu amigo/
Escuta que vou falar/
Eu vou vivendo a vida/
E gosto de acessar/
De segunda a sexta-feira/
Não paro de trabalhar/
Escute o que vou falar/
Eu sou o Flaviano/
Que gosot de falar/
E hoje estou bebo/
Mas estou a pensar/
Aperte a minha mão/
Poeta sabe apertar."

Foi senão um momento de inspiração que me apreendeu a atenção e dessa forma decidi registrar esse momento sublime na vida de um poeta blogueiro. Agradeço muito ao nobre Flaviano e que ele possa continuar e enveredar no ramo da poesia. Valeu. E continue acessando.

sábado, 13 de novembro de 2010

A MODA DO BIEBERZINHO


POETA: EDNALDO LUIZ DOS SANTOS.
POESIA: A MODA DO BIEBERZINHO

Justin Bieber se firmou
Como febre juvenil
Um magote de garotas
Sem preparo varonil
Correm atrás do playboy
Fazendo um roi-roi
Na quentura do pavio.

O boy bieberzinho
Um bezerro desmamado
Veste calça de origem
Tem cabelo arrupiado
Bota força pra cantar
Parece um avatar
Vegetando sem respaldo.
E qunado canta as molecas
Ficam todas ouriçadas
Dando gritos de hiena
Berrando, descabeladas,
E o Bieber todo posudo
E se fazendo de surdo
Dispensando as coitadas.
E elas vão, gastam dinheiro
Correndo atrás do bichinho
Querendo botar no colo
O Baby do bieberzinho
Dá chupeta e o maracá
Pra o nenem não chorar
Na noite do escurinho.
E compram CD, DVD,
Figura colecionada
Em revista, na internet
É grande a bieberada
Atrai até os garotos
Que invés de ver os brotos
Não trocam a Biba por nada.

E a mídia é quem ganha
Em cima dessa tolice
A chaga do fanatismo
Manobra toda mesmice
Agora, pergunte quem ler
Que ai você vai ver
Resposta de criancice.

Feito dia: 13/ 11/ 2010.

A MODA NO SERIDÓ

DESFILE DE MODA 2010 EM SÃO JOÃO DO SABUGI

SE INSCREVA E GARANTA SUA HOSPEDAGEM ANTECIPADAMENTE.

UMA CENA MUITO DEPRÉ.

HOJE, quando eu vinha perambulando no caminho do calvário, não muito púrpureo como a brilhantina que prateia os iluminados, mas cheio de penumbra alviçareira, vi uma cena muito depré, como frisa a sina de qualquer Mané. Era muié... em pele e osso, era muié. Poxa! Mas como uma muié pode causar ou deixar depré? Sim, ela era depré ou ainda o é. Estava lá com a escora que a iscória não regenerou. Havia um mar, um mar (mota), de postura morta. Porém, o que importa? A Marmota estava no cochicho, daqui e dali, sussurrando aresia numa tristeza tão fria. E ela espetecada, diante do meu tráfego, fazendo o PÉCHA mudar de percurso. Era um insulto que me fixou cabisbaixo como cachorro vira-lata e eu nem se quer virei a lata do lixo. Sai contando a passada, na noite calada, querendo ouvir a zuada. Sentia o vento me embalar traição e o cheiro da imundície desalmada, era safada a sensação, era maltrapilha como a corroção. Assuviei atordoado, pisoteado como boêmio sem dono, todavia preso ao abismo sentimental. Corri andando, desesperado, e ao curvar a esquina turvei meu pensamento solitário. Era a Odisséia da pobreza a qual Ulisses estava distante cada vez mais da Ilha de Ítaca, onde habitava a romanesca Penelope Charmosa. O usufruto da vitória tolerante havia escapado do aconchego. Pobre desse nego que almeja a branquidão!

POETA DAÚD ,LA POEISA ESPAÑOLA

POETA: Daúd
POESIA: MUJER COMO FRUTO


Cada día donde este corazón se ha agitado
Como una mariposa en los dedos del miedo
Cada día que esta sangre mi frente ha bañado
Como plegaria púrpura, como incansable credo.

Cada día en que el sol cosechó mi edady
Alimentó con ella mi hambre de verdadY
O entre huertos de hembras codiciaba tu seroh
Mujer como fruto, fruto en piel de mujer.

No me ha nutrido pan cuyo trigo las manos
No entibie, cuyo aroma no regocije el alma
Crecí entre girasoles y con brazos hermanos
Levante en mí un huerto de gracia, luz y calma.

Amo el agua que canta, la flauta que lamenta,
El cuerpo que ama en lecho de fuego, arrobo y menta
El cuerpo tuyo y mío, la caña de tu seroh
Mujer como fruto, fruto en piel de mujer.

Muerdo el sabor de un alma en la bronceada piel-
Eternidad acerba, dulce, eterna canela -
De la colmena humana me enriquezco con miel
Tejo con sueño angélico una tangible tela.

Ya soy la noche clara, ya soy el sol oscuro
La alegría más frágil, el dolor más maduro
Me ha embriagado por siempre el néctar de tu seroh
Mujer como fruto, fruto en piel de mujer.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

SONHO DE CABOCO.

UM SOIN QUE EU SONHEI...
Por: Ednaldo Luiz dos Santos.
Asto dia, se num mim faia a memóra, eu istava mei durminhoco e tive, pro dibaixo do sono, um soin mei doido e imprussive de se assuceder. Tava drumindo como um bocó afortunado e mim deparei com um soin magnífo. Soinhei com mia namorada, àquela donzela feito lã de argodão. Ela istava tão sorridente que má pude mim conter de filicidade. Era umas 3 hora da madrugada e a cruviana mim fazia se agasaiar todim com meu linçó feito de rede véia. Soinhava que àquela minina falava comigo dizeno quô era o homi que tava apaxonado pru ela e que já havia se decrarado, mai só que nun tia corage de fazer isso ao vivo. Fiquei todo intimidado e não coseguia oiá para a cara dela de tanta veigonha quô tava. E nun era pruque eu nun quiria não, mai a gente quando ama fica mei abobaiado e nun sabe o qui dizer. Ô pensava in fugir dali mai o meu coração nun quiria. Ela mim pedia pedão pru ter caluniado e difamado a mia pessoa, asto dia lá no sítho e eu abobaiado pedoei àquela muié qui tanto eu amei. Aí, mermo na hora qui eu ía se decrarar pra ela, acordei com o diabo da véia mia mãi mim chamano pra ir pra iscola. Acordei mei zanoi e remelento, pensano qui era reá aquele soin, mai nun era. Pude sintir qui meu amigo istava muito mai interessado no soin du qui eu, poi quando eu mim remexi, quase qui furo a rede com o punhá de bainha de côro. E era um punhá afoito! Inda bem qui eu afoguei aquele mardito com meu linçó de rede, ai pus-mim a refretir sobro soin: Tudo quia gente pensa qui é vedade é mai pura mintira da memóra... Mai a s'eu soinhasse dinovo!!!!!!

terça-feira, 9 de novembro de 2010

DILMA ROUSSEFF EM POESIA, POETA DO SERIDÓ.



POESIA: DILMA É A PRESIDENTE
POETA: EDNALDO LUIZ DOS SANTOS.


Foi no dia 31 de Outubro
Que o Brasil recontou a sua História
Derrubando a ação do preconceito
Que marcou o país sem muita glória
E agora o querido cargo chefe
Concederá a Dilma Vana Rousseff
O poder da grandeza da vitória.

Dilma foi economista maltratada
Que sofreu a Ditadura Militar
Sendo presa e sofreu forte tortura
Mas valente nunca veio a se calar
Filiou-se ao Partido PDT
E com Lula enganjou-se no PT
Foi ministra que deu muito o que falar.

Dilma sempre demonstrou aptidão
Pro comando do poder que a fascina
É mineira de vontade nacional
Militante lá do Grupo da COLINA
Seu Pai é descendente da Bulgária
Sua mãe professora majoritária
Que gerou essa força feminina.

E o Brasil fugirá de seu machismo
Quando Dilma se postar de Presidente
O marmanjo já terá que se curvar
Tendo mãe e mulher no ambiente
Eu percebo que no jogo da política
O amor terá forma analítica
E o Brasil uma História diferente.
Feito dia: 04/11/2010.
POUCO DE HISTÓRIA: Dilma Vana Rousseff (Belo Horizonte, 14 de dezembro de 1947) é uma economista e política brasileira, filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT), atual presidente eleita do Brasil. Foi nomeada ministra-chefe da Casa Civil durante o Governo Lula, em junho de 2005, sendo a primeira mulher a ocupar a posição. Dilma candidatou-se à Presidência da República nas eleições de 2010, cujo resultado do segundo turno, em 31 de outubro, garantiu-lhe o posto de primeira mulher presidente da história do país. Nascida em família de classe média alta e educada de modo tradicional, interessou-se pelos ideais socialistas durante a juventude, logo após o Golpe Militar de 1964. Iniciando na militância, integrou organizações que defendiam a luta armada contra o regime militar, como o Comando de Libertação Nacional (COLINA) e a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR Palmares). Passou quase três anos presa entre 1970 e 1972, primeiramente na Oban (onde passou por sessões de tortura) e depois no DOPS.
Reconstruiu sua vida no Rio Grande do Sul, onde, junto a Carlos Araújo, seu companheiro por mais de trinta anos, ajudou na fundação do Partido Democrático Trabalhista (PDT) e participou ativamente de diversas campanhas eleitorais. Exerceu o cargo de secretária municipal da Fazenda de Porto Alegre no governo Alceu Collares e, mais tarde, foi secretária estadual de Minas e Energia, tanto no governo de Alceu Collares como no de Olívio Dutra, no meio do qual se filiou ao Partido dos Trabalhadores (PT) em 2001. Em 2002, participou da equipe que formulou o plano de governo de Luiz Inácio Lula da Silva para a área energética. Posteriormente, foi escolhida para ocupar o Ministério de Minas e Energia, onde permaneceu até 2005, quando foi nomeada ministra-chefe da Casa Civil, em substituição a José Dirceu, que renunciara ao cargo após o chamado escândalo do mensalão.
Dilma Rousseff foi incluída entre os 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009,
Biografia
Infância e início da juventude

A família Rousseff. Da esquerda para a direita, o filho mais velho, Igor, a mãe, Dilma Jane Silva, as filhas Dilma Vana e Zana Lúcia, e o pai Pedro (Pétar) Rousseff.
Dilma é filha do advogado e empreendedor búlgaro naturalizado brasileiro Pedro Rousseff (em búlgaro Петър Русев, Pétar Russév) e da dona-de-casa Dilma Jane Silva. Seu pai, parente distante do escritor Ran Bosilek, manteve estreita amizade com a poetisa búlgara Elisaveta Bagriana, foi filiado ao Partido Comunista da Bulgária e frequentava os círculos literários nos anos 1920. Chegou ao Brasil no fim da década de 1930, tendo deixado a sua mulher, a dona de casa Evdokia Yankova, esperando um filho em sua terra natal, Luben, morto em 2007, mas se mudou para Buenos Aires e anos depois retornou ao Brasil, fixando-se em São Paulo, onde prosperou. Em uma viagem a Uberaba conheceu Dilma Jane Silva, moça fluminense de Nova Friburgo, professora de vinte anos, criada no interior de Minas Gerais, onde seus pais eram pecuaristas. Casaram-se e fixaram residência em Belo Horizonte, onde tiveram três filhos: Igor, Dilma Vana e Zana Lúcia (morta em 1976).Pedro Roussef trabalhou para a siderúrgica Mannesmann, além de construir e vender imóveis. Vencida a resistência inicial da sociedade local contra os estrangeiros, passaram a frequentar os clubes e as escolas mais tradicionais. Incentivada pelo pai, Dilma adquiriu cedo o gosto pela leitura. Falecido em 1962, Pedro Roussef deixou de herança por volta de 15 imóveis de valor. ( FONTE: http://www.wilkipédia.com.br/ ).
OBS: SÓ EU, NO MEU BAIRRO, QUE COMEMOROU A VITÓRIA DE UMA GUERREIRA QUE MUDOU E ESPERA-SE QUE QUE MUDE AINDA MAIS A HISTÓRIA DO POVO BRASILEIRO. SERÁ QUE AS ESCOLAS DO BRASIL ALERTOU AOS ALUNOS PARA ESSA MUDANÇA HISTÓRICA OU A EDUCAÇÃO BRASILEIRA SE DISTANCIA DOS BANCOS DEMOCRÁTICOS DA POLÍTICA BRASILEIRA? ISSO É PARA SE PENSAR UM POUCO....