sábado, 30 de abril de 2011

IGNEA DO PAU-DE-ARARA

O PAU-DE-ARARA zarpou no lugarejo e a visão poética tomou conta do sujeito de tal forma que o mesmo ficou sem palavras e adorando a percepção felina que se inculcava de maneira sóbria, mas animalesca, no coração daquele hipócrita desamado. O pau-de-arara por muito bem moroso dava a oportunidade da percepção aguçada, numa busca tentadora à persuasão mesquinha e diminuta de quem se entrega a escravidão covarde. O monumento estava ali, há poucos metros, uma imagem tão esculpida e tão vivente da simplicidade aparente. Uma ignea sem o tom de maquiagem que lhe maqueia. Concluiram, os idiotas de plantão que o corpo que era são estava entrando na deformação, partindo do contexto que as histórias das chuvas ou eram finas ou grossas e que iriam banhar a sina da depravação. Os olhos tímidos, mas alviçareiros, captavam a imagem perturbadora do ser montado naquele pau-de-arara. Porém algo lhe distanciava de forma longíngua ao momento da concretude desejosa. A ignea tão pouco ficou chocada com aquele aspecto de passageiro coagulado com o sangue do verdadeiro sentimento de passione, na medida do possível. O oco que margeiou as faces da cumplice duplicidade foi o mesmo que distanciou a ignea do seu pau-de-arara.     

sexta-feira, 29 de abril de 2011

DESPERTAR.

SONETO SPAÑOL: DESPERTAR.
POETA: Luis López Anglada


Mi niña, al despertar, desaliñada,
Casi como las rosas, o más breve,
Duda entre niña y pájaro, se atreve
A inaugurar la aurora de la almohada.


Mi niña de la nube o de la nada
Debe venir cuando despierta. O debe
De los vientos venir, de los que bebe
Mi vida a sus rosales limitada.


Beber vientos, atarse a una camisa
Que duda entre las alas y la brisa,
Diminuta extensión que el mar quisiera.


¿Qué rey me compra el despertar? ¿Quien sabe
Porque es tan breve el mundo y por qué cabe
En una habitación, la primavera?

Fonte: http://www.sifuesepoeta.com/ .

BICOS-DE-PEITOS DUROS.

Quando as glândulas mamárias percebem que chegou a hora da elaboração peitoral, elas se lançam no trabalho de esticamento epidermico e o busto da fêmea vai de mansinho alcançando o formato desejado. É senão o momento de "furar a blusa", no dizer popular, ou o período fértil de elevação dos hormônios que promovem o nascimento das goiabinhas ou das pêrinhas. Muitas mulheres se sentem tão orgulhosas dessa fase que chegam se empinam com voracidade para suspender no campo gravitacional as duas maravilhas que a natureza lhes deu. São os chamados SEIOS ou peitinhos de POUPELIN. O momento é de flor de idade, a era da puberdade envaidecida e transformadora. Os seios nascem com uma resistência fora do comum, são rígidos por natureza já que estão em fase de crescimento. Mas a coisa mais bonita que eu acho na natureza feminina são os BICOS-DE-PEITOS DUROS, ou cientificamente falando, os mamilos. É de uma escultura tão esbéltica que os olhos cantarolam a sábia natureza. São eles quem furam a blusa. São eles que funcionam como um radar altamente sensível que desperta a líbido da fêmea de tal maneira que o clitóris se esguicha para a copulação prazerosa. É por meio deles que o líquido nutritivo garante a vida da cria. Foi por meio de Freud que se exclamou que a mulher sente um prazer exacerbado quando sua cria está sugando seus mamilos, visto que esse movimento de contato labial com a pele fina dos seios liberam esparmos de prazer tanto para a mãe quanto para o filho. Mas os bicos-de-peitos duros compõe-se na silhueta feminina de tal forma que se desenham como duas montanhas ambulantes. Quando eles entram em contato com o peitoral masculino, por exemplo num abraço, se espicham todos e seus pequenos e leves músculos os fazem ficarem eretos. Os mamilos do homem também se comportam de maneira parecida. Quando os peitinhos florescem sobre o tórax feminino, na cultura civilizada, é logo o tempo de vestir o primeiro sutiã para encobrir as vergonhas que nessa fase se manifestam. O engraçado é que as índias em sua fase de puberdade não se preocupam em cobrir os seus seios, pois já é de costume deixar as tetas descobertas para ficarem iguais aos homens. Todavia, no mundo atual, as mulheres estão perdendo mais a vergonha de mostrar seus seios para a plateia visto que o modismo está despindo as fêmeas e lançando-as na exposição frenética de suas glãndulas mamárias. As blusas que são feitas hoje em dia expõe com toda semvergonhice quase 100% da região peitoral. E isso tem levado mais mulheres ao sexo precoce porque por meio de suas blusas as regiões erogêneas são mais trabalhadas e mais atiçadas em prol da copulação. O ruim dos bicos-de-peitos duros é que eles com o passar da idade ficam flácidos e as glãndulas despencam de seus abismos e isso causa uma grande baixo estima nas mulheres que no tempo de juventude exibiam seus seios com todo o encanto e magia. Inda bem que hoje os homens criaram seios postiços, à base do Silicone.      

A POÉTICA DA PÁSCOA.


POESIA: A POÉTICA DA PÁSCOA.

POETA: EDNALDO LUÍZ DOS SANTOS.

Em pleno mês de Abril
O mundo todo se junta
Procura pensar em Deus
Numa oração conjunta
Se agarra no simbolismo
Consagra o cristianismo
E pra Páscoa se apronta.


Tudo é representação
Que a fé cristã adora
Seja em casa ou na Igreja
Jesus Cristo revigora
Páscoa é ressurreição
Retrata a Salvação
É assim que comemora.

A vela representa 
O Cristo ressuscitado
Fornece a sua luz
Pro caminho sem pecado
O Grande Jesus Cristo
Mesmo sendo o bendito
Morreu crucificado.


O Trigo simboliza
O pão que Jesus deu
É símbolo de fartura
Que a fome conheceu
Unifica o cristão
Quando repartiu o pão
Amizade floresceu.


A Uva representa
O sangue vermelhinho
Até Jesus gostava
De tomar copo de vinho
O sangue do Salvador
Temperado com amor
Dá pra nós paz e carinho.

O Sino simboliza
A boa ressurreição
Com sua forte batida
Alerta o coração
A alma fica feliz
A fé produz a raiz
Na mente o bom cristão.

O Peixe representa

A mágica da vida
Vida sem tentação
Mágica sob medida
Simboliza a fartura
Deixa a comida pura
Na Páscoa tão querida.


O cordeiro simboliza
O corpo da santidade
Jesus crucificado
Nos valeu eternidade
A carne e o corpo São
São os frutos da Paixão
É a bendita verdade.

Os Ovos representam
A vida e o nascimento
E a multiplicação
Do homem no firmamento
A magia do nascer
Vida nova e prazer
À luz do sentimento.


O Coelho simboliza
Toda fecundidade
A fé multiplicada
Produz fraternidade
O amor se fortalece
Numa grandiosa prece
Se junta a humanidade.


A Cruz representa 
O abraço unificado
A boa libertação
De todo o mau pecado
Longe do sofrimento
O perdão é o sentimento
Que nos deixa aliviado.


Girassol representa 
A santa luz solar
Alimenta nossa alma
Seja em qualquer lugar
A Páscoa nos dá a paz
É assim que a gente faz
Até a morte chegar.

Feito dia: 27/ 04/ 2011.

sábado, 23 de abril de 2011

MORENO VENENO NO SERIDÓ

BEBA dessa água contaminada que tu verás a extinção de tuas moléculas degradadas. Não pense que o que se consume hoje será consumido com toda a sutileza e deguste que se tem nessa contemporaneidade para um futuro equidistante. Vive-se  hoje mais o presente do que um futuro apocalíptico. Diz-se que é melhor um moreno na mão do que um negro avoando, ou que a procriação entendida como redenção é mais bela e mais formosa quando se enfôrma com a fôrma da quase benevolência. É senão um chumbim do camicase suicida. E que engolem-no como se fossem comprimidos comprimido na boca da aparelhagem. O deguste nem sempre gera o prazer total, mas disfarça-o temporariamente já que o retalho de vida é um disfarce ilusório no contexto do capital selvagem. As faces cintilam uma deformação de felicidade apática e enganam quem se deixa enganar. Pelo menos, não mergulham-nas no mel depreciativo da tristonha face. O que fica para a humanidade rotativa é uma paisagem de bem-etar social, de felicidade interna, de taberna de ouro, de frenesi dinâmico. Mas internamente só o sente quem lhe tem sentido. Quão se ficam horrorizados quando a gente vai num arquivamento e desarquiva um atestado de óbito e nele se vêem causas de mortes suicidas. Eis aí O SERIDÓ. Região da dó e da ilusão disfarçadas de alegrias nas oferendas de seus súditos .      

quarta-feira, 20 de abril de 2011

TERRA - MOTO.


POEMA: TERRA - MOTO.
POETA: EDNALDO LUÍZ DOS SANTOS.

Treme-treme sem parar
Treme tudo quanto dá
Treme pneu até eu.

Mata a morte, vermelho sangue,
Verme de mangue, engane,
Vermelho rosa-choque.

A moto que treme, geme,
O produto do leme, teme,
Afeta o querer meu.

A Terra que gera, balança,
A ponta da lança, avança,
A face disfarça o retoque.

A moto que mata, sangra,
A energia de Angra, tangra,
A liberdade e eu.

Terra que moto, sem foto,
É boto sem loto e noto
Que desgraça o enfoque.

Feito dia: 20/ 04/ 2011.

OFICINA DA CONSTIRPAÇÃO

UM ambiente pelo qual se separa as moléculas e as lançam no calabouço da ignorância e do désdem. Àquele lugar imundo não é tido como um reciclador da moral e dos bons costumes, pois as massagens que se dão nos lombos dos móveis imóveis para à crítica é algo disfarçado de segundas intenções, de uma carniçagem à moda antiga, sem o vislumbre que encobre a persuasão da vegetatividade do capitalismo medíocre. Àquele lugar aonde se lava com os ácidos graxos a pretuberância mais terrível do orgulho e desprazer alheio. Vive-se na prisão dos engodos mesquinhos, da massificação que encobre o desnivelamento da carruagem que lá se ancora. Nada se justifica o estar ganancioso para um bem afável. Nada se modela de felicidade tendo como base a arrogância cética do patrono em desfecho. Nada se caminha para um ápice de organização regrada num momento efêmero de sentimentos taludos. Eis que quando um pormenor se infiltra neste ambiente inóspito deveras se trasnforma ou se fere com o punhal da desgraça desunida, do atalho sem frestas, da urubuzice predtória. Falam-se da dignidade labuteira, mas recuam-se diante da mosca-bicheira. Dizem que o ambiente é tão pouco vigotskyano, porém é o marxismo que se percebem na selvageria.    

domingo, 17 de abril de 2011

VACA AMARELA.


POESIA: VACA AMARELA.
POETA: EDNALDO LUÍZ DOS SANTOS.

Estava naquele cercado
Com o bucho feito panela
Tinha a cor encarnada
Com umas teta branquela
É de segunda a sabo
Que ela balança o rabo
Para um chegado a ela.

E o chegado se achega
É um tal de Mandigueiro
De chifre pontiagudo
Valente no seu chiqueiro
Escamuça a bicha mãe
Com seu rabo sem vergõe
Atola no bom facheiro.

Ela até pensa em murgir
Mais fica toda quietinha
As patas no seu apoio
Ela canta a ladainha
O Mandigueiro afoito
Termina todo seu coito
Na mijada bem quentinha.

E lá naquele curral
Que encurrala bovino
Ela com seu rabo branco
Se coça no morão fino
O chocalho dependurado
Toda família de gado
É relíquia do Divino.

O nome dela é Amarela
Porque seu dono chamava
Ela quando via o dono
O seu rabo balançava
Parecia uma serpente
Pulando de trás pra frente
Quando seu dono lhe tocava.

E naquele tosco ambiente
Ela era muito importante
E de toda a vacaria
Ela era a mais brilhante
Quando fica amojada
Ela é muito bem tratada
Feito canto de berrante.

Ela era mãe de uma prole
Mais ou menos seis cabeça
Quatro delas bem leiteiras
E dois machos de Condessa
Na paisagem natural
A vida naquele curral
É prisão de quem padeça.

Inda hoje eu me alembro
Do lugarejo de cancela
Aonde avistei no curral
A Velha Vaca Amarela
O dono lhe cativando
E touro lhe encurralando
Fazendo o rebanho dela.

Feito dia: 17/ 04/ 2011.

sábado, 16 de abril de 2011

BOATOS DA EXTINÇÃO DO LEITE ESTÁ CAUSANDO ALVOROÇO NO SERIDÓ

E A VACA NEM SE QUER SABE DISSO!

FUI-ME  encabulado nos meus aposentos de que, segundo as boatarias, o leite que é oferecido às crianças norteriograndenses está ameaçado da sua extinção ou do desleixo governamental que se instaura em quase todo o Seridó. Os boatos de que o leite vai se acabar e de que as crianças vão passar necessidades alimentares estão deixando a comunidade seridoense de cabelos quase que em pé. Para se ter uma ideia do problema até os salários dos trabalhadores envolvidos no Programa do Leite estão, de acordo com os boatos que ouvi, atrasados. Só em Serra Negra do Norte haverá uma concentração de protesto contra o descaso público onde, segundo uma moradora de lá, tem dias que não tem leite para as crianças e os pais têm que tirar das costelas um tanto de dinheiro para comprar o líquido nutritivo que combate a desnutrição. Será que vamos vivenciar a fase novamente em que muitas crianças do sertão nordestino chegavam a tomar caldo de feijão e comer papa de farinha porque as famílias de baixa renda não tinham o sustento de precisão infantil? ISSO É UMA VERGONHA PARA O SERIDÓ E TODO O RIO GRANDE DO NORTE! Até em Caicó as coisas estão em pindaíbas, pois a maioria dos leites que as pessoas recebem estão talhando e-ou atrasando na entrega. Onde será que isso vai parar? O leite se tornou uma boa ferramenta governamental para combater a desnutrição infantil no Nordeste e é preciso que isso seja resolvido o mais rápdo possível.... 

sábado, 9 de abril de 2011

VALORIZAÇÃO DOCENTE.

O PROFESSOR É GENTE OU MARIONETE?

Por Evane Pereira


Professor tem que ter luz própria, não é possível que ele pregue a autonomia, a cidadania, que fale de liberdade, sem experimentar o prazer da luta à conquista de seus direitos.
Como ele quer que seu aluno seja feliz, sem demonstrar interesse em por em prática o que diz respeito ao seu profissionalismo?
Como ele quer que seu aluno promova a cidadania, se ele próprio ignorar a situação que se encontra no que diz respeito aos patamares salariais?
Essa classe vem sendo tratada com desrespeito pela grande maioria dos administradores públicos do país.
Para obras de cimento e cal, para uma pincelada de tinta aqui e acolá; sempre há dinheiro. Para um salário digno de quem forma o cidadão brasileiro não há verbas.
O professor tem o direito constitucional de fazer greve e ninguém pode deixar de respeitá-lo por isso. O professor precisa acreditar, para que os seus alunos também acreditem neles e tornem-se seres reflexivos e críticos, para ir ao rumo certo e alcançar os objetivos que almejam.
O professor precisa ser estimulado, precisa ser ouvido, precisa ser reconhecido, precisa ser GENTE, com todas as letras maiúsculas, porque ele é o referencial, é a alma da educação e da escola, é o sujeito mais importante na formação do aluno. É o mestre, o companheiro, o educador... Que missão magnífica é essa? Por isso precisa de salário digno.
Para isso é necessário que todos remem na mesma direção, ainda que contra a maré, se remarem juntos, as possibilidades de chegar a algum porto seguro, são muito maiores.
Com todo respeito que merece a categoria grevista, concluo minhas palavras com um provérbio grego muito significativo para o momento.
“A abelha é honrada porque trabalha não só para ela, mas para todos”.

AS ORGIAS DE CANUDOS

NA beirinha do reservatório do líquido que se expele vida, o grande Vaza Barris, a população ribeirinha costumava manipulá-lo com seus tatos inocentes e de projeções pecaminosas. Os prazeres de Canudos se mostravam na face dos que conviviam harmonicamente e se inteiravam de festividades para beber o sumo que àquela orgia possibilitava. O velho Antônio ( ou era João ou era o Beato), ou Padre Antônio, com seu cajado o levantava para o Alto do Céu e clamava ao Deus por sua proteção naqueles confins do sertão nordestino. Vez por outra, na Igrejinha local, se velava um casório de eufóricos para o momento orgástico, como se já sousbessem que suas vidas estariam curtas pelo poder. O coleguismo nessa hora era importante e funcionava como um elo de solidez arrojada para um futuro social de bases privadas. E como era unida àquela corja de Canudos. O cajado do Beato já não surtia um tanto efeito, mas ele era um tanto bento por natureza. Talvez fosse esse Velho um louco hipnótico! Diziam os moradores daquela comunidade simplória que o fato de ter Canudos era uma glória divina, posto que às melindragens litúrgicas amparavam-se e se misturavam com a benevolência adquirida. Mas a santidade daquele lugar estava tão na pele dos crentes que parecia mesmo uma força descomunal que agia sobre as orgias dos concidadãos. Receber Canudos se mostrava como uma tarefa dificil pelo estreitamento canalesco e da erudição moral da desmoralização. A cidadela de Canudos estava correndo perigo e as autoridades viram por fim sua destruição. E hoje quem é que se lembra dessa dita mancha no sertão nordestino.  Ver-se por aí quanto tempo já passou e Canudos permanece quase que esquecido nos engavetamentos da História brasileira.    

quinta-feira, 7 de abril de 2011

A SOCIEDADE PRODUZ OS SEUS LOUCOS E OS INOCENTES PAGAM POR ISSO.

FOI O QUE ACONTECEU COM O ATIRADOR DO RIO DE JANEIRO.

QUANDO o indivíduo se mostra inserido dentro de uma sociedade que o rotúla e o impõe sua condição de desprezo egoísta, produz na realidade sujeitos como este tal de Wellington Menezes de Oliveira, que adentrou na escola e vitimou muitos alunos. Estava ele senão varrido da bola, um louco de 1º Grau. Penso que a forma de vida e o ambiente que lhe abrangia possa ter contribuído para esse episódio. O meliante insandecido pode muito bem ter sofrido uma ação do famoso Bulling até mesmo nessa escola, pode ter sido vítima do desprezo afetual da sociedade que lhe rodeia ou pode ter sido inflênciado por seita mesquinha e desvairada.
O que se sabe que não só Brasil, mas até em países desenvolvidos, foi ou não foi, aparece um sujeito alucinado querendo metralhar a sociedade que ele acha que o detesta. Isso é psicógico e social. A loucura se faz a partir de um doido. Ele também pode ter tido o complexo de inferioridade e ter praticado isso para se imortalizar na memória de seus contemporâneos e na própria história do Brasil. Mesmo temdo tirado vidas ele já faz parte da história das crueldades humanas. E poderá ser referencial para outras façanhas distúrbiais. Vejamos uma reportagem do Jornal da Globo com um vídeo-carta do malfeitor:  

RIO - O atirador Wellington Menezes de Oliveira, autor do massacre na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, afirma, em uma carta que foi entregue pela polícia a jornalistas, que os impuros não poderão tocar seu corpo sem luvas. Na carta, ele diz que quer ser despido, banhado e seco após sua morte, quando deverá ter o corpo envolto em um lençol branco.

Confira os trechos da carta:

"Primeiramente deverão saber que os impuros não poderão me tocar sem luvas, somente os castos ou os que perderam suas castidades após o casamento e não se envolveram em adultério poderão me tocar sem usar luvas, ou seja, nenhum fornicador ou adúltero poderá ter um contato direto comigo, nem nada que seja impuro poderá tocar em meu sangue, nenhum impuro pode ter contato direto com um virgem sem sua permissão, os que cuidarem de meu sepultamento deverão retirar toda a minha vestimenta, me banhar, me secar e me envolver totalmente despido em um lençol branco que está neste prédio, em uma bolsa que deixei na primeira sala do primeiro andar, após me envolverem neste lençol poderão me colocar em meu caixão. Se possível, quero ser sepultado ao lado da sepultura onde minha mãe dorme. Minha mãe se chama Dicéa Menezes de Oliveira e está sepultada no cemitério Murundu. Preciso de visita de um fiel seguidor de Deus em minha sepultura pelo menos uma vez, preciso que ele ore diante de minha sepultura pedindo o perdão de Deus pelo o que eu fiz rogando para que na sua vinda Jesus me desperte do sono da morte para a vida."


E VOCÊ LEITOR (A) PERDOARIA ESSE ASSASSINO?




A LENDA DA MOÇA-DO-ALTO

ELA ERA LOIRA E SUA ALMA ANDAVA VAGANDO PELO ALTO.

Por: Ednaldo Luiz dos Santos.

Contou-me o saudoso e amigo Severino Pereira, já com om seus mais de 90 anos, que seu bisavô contou a seu avô que no tempo que o Alto não tinha casa nenhuma, somente veredas de passagem de vaqueirama e tropeiros vindos de regiões circunvizinhas, andava pelos solos ignotos e pedregulhosos do Alto uma visagem de uma linda moça, de cabelos loiros e olhos meio azulados. Ela era branca, o que denotava que a visagem tinha sua origem estrangeira. Ela gostava mais de aparecer para certos transeuntes que se aventuravam a trafegar pelas estreitas veredas do Alto. Alguns tropeiros que passavam pelo Alto viram a dita visagem, toda de branco, com um sorriso na face e chamando os visíveis para dar-lhe um abraço ou para entrar na pereirama adentro. Certo dia um tropeiro curioso vinha para Caicó à boquinha da noite quando se apresentou a sua frente o vulto da moça e o chamou para adentrar na pereirama. O tropeiro foi e quando chegou perto de uma pedra (lajeiro) perto de uma antiga barragem a moça  desapareceu e toda a sua carga de mercadorias que estava num jumento desapareceu ompletamente. O tropeiro desesperado e assombroso correu dali e foi pedir abrigo numa casinha às margens do Rio Seridó. No outro dia voltou até a antiga barragem com uns homens, procurou por toda a redondeza a carga e não mais a encontrou.
Com o passar de muitos anos, logo após que a barragem arrombou, uma mulher que trafegava no sentido da Volta do Campo, viu a dita moça sentada no lajeiro e logo se arrepiou toda. Um outro senhor, um dos mais antigos do Alto disse ter sombroso do dito lajeiro, pois se arrepia todo. Dizem informações que a moça era a filha de uma antiga família de portuguêses aloirados que faziam a travessia do Pernambuco para o Ceará, por dentro do próprio Alto e que trazia uma linda jovem que estava meio moribunda, com uma grave doença a qual não podia ingerir nada. Fraca, morreu à beira da barragem ( antiga Barragem de Zé Lima), em cima do lajeiro. Desde esse dia sua alma vaga pelo Alto atraindo mortes e mantendo a famigerada a seus pés.
Decidi escrever tudo que ouvi porque eu prometi a Seu Severino transcrever para um papel tudo o que ouvi. E mesmo, eu sendo um historidor, pretendo escrever a História do dito Alto. Percebo que agora o Alto tem seu registro que vai incrementar mais a História de Caicó.

Feito dia: 07/ 04/ 2011.
  

O MISTÉRIO DO BAU ENCANTADO

RESQUÍCIO DE UMA LENDA INTELECTUALIZADA.
POR: Fernanda Santos Fernandes.

Na Cidade de Caicó existe um mistério do Bau Encantado. As pessoas contam que no período dos engenhos, no litoral nordestino, alguns escravos fugiram da casa do seu senhor de engenho carregando consigo um bau com todas as riquezas desse senhor. Dizem que os escravos foram pegos por outros senhores de engenhos, mas eles já tinham enterrado o bau em um local que se tornou a atual cidade de Caicó.
Várias pessoas comentam que quando esses escravos morreram suas almas ficaram vagando por Caicó em busca de uma pessoa que fizesse  por merecer ganhar o bau, mas até agora ninguém conseguiu essa façanha.
Muitos habitantes de Caicó procuraram esse tesouro escondido, porém este só pode ser encontrado pela pessoa que ganhar a confiança das almas dos escravos. E assim, quando isso acontecer, eles poderão descansar em paz.

Feito dia: 06/ 04/ 2011.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

PATA PITINO

POEMA: PATA PITINO
POETA: Ednaldo Luiz dos Santos

A Pata Pitino será mãe de uma ninhada
Ela pôs os ovos em duas coxas, de cama,
Subiu no cochão com seus pezinhos apregados e fincou botano
Botou, botou, botou, que desbotou... botou meia dúzia induzida.
Parou senão para descansar ou descascar suas preganhas.
Abriu suas asas e melindrou o bico achatado de nécta.
Suas pernas pareciam pernas de sariemas chocas,
Mas ela nunca foi galinha choca que alimpa chochoca.
Pataneou um pedaço na porta daquele estaleiro estralado.
Suspirou as brisas da inquietude empatada e voltou ao ninho fecundo.
Ninho da  procriação pré-anunciada por um tal de Zé Sabido.
Chegou na beira que a coxa incorpora e colocou suas entranhas...
Era a  cloaca que havia sido a porta da esperança erudita da natureza.
E se assentou sobre as crias com seu calor epidermico
E vai esperar que a quentura que a natureza lhe deu possa fecundar.
Porém assim ela já mostra-se amando a ideia de ser mãe...
Mãe de uma prole de patas ou patos um tanto pitinos.
O Pato pai é o dono da patole, Mestre do Lago dos Cisnes.
A Pata Pitino já foi guerreira politicamente popularizada
E agora prefere mais está com seus futuros patinhos lhe cercando.
Nem querendo ela pensa em deixar o estaleiro da persuasão
Prefere ser a Pata Pitino, mãe de seus seis patinhos encomendados.
Diferente da do homem, a vida de pata é uma patologia.

Feito dia: 04/ 04/ 2011.

O VERBO MARIAR.

É UM VERBO DA PRIMEIRA CONJUGAÇÃO
PRESENTE: eu mario, tu marias, ele maria, nós mariamos, vós mariais e eles mariam;
PASSADO: eu mariei, tu mariaste, ele mariou, nós mariamos, vós mariastes e eles mariaram;
FUTURO: eu mariarei, tu mariarás, ele mariará, nós mariaremos, vós mariarás e eles mariarão.

USO NAS FRASES:
Ela mariará arrependida. / João mariou no acampamento de José. / A Lua maria no céu./ O casamento maria na Igreja. / Maria maria sua razão....

E aí, cidadão aluno, aprendeu o verbo mariar? Então não assistiu o Big Brother Brasil 11 da Rede Globo.Vejamos seu significado dicionarizado:
O verbo mariar significa àquela atitude de não compreender o compreendido ,mesmo o corpo estando presente, mas a mente fica viajando. Isso acontece nas melhores famílias. Pode ser uma esolha que não deu certo; uma briga procurada aonde não tem; um dito meu maldito; um feito pelo mal-feito; uma união desunida; um falar desconecto e incoerente; um distúrbio ausente de sentido interpretativo; .... Assim todo mundo já mariou, até você leitor ou leitora desse blog, procure nos seus arquivos mentais um episódio em que você já tenha mariado e envie-o para mim pelo e-mail: poetaluiz@yahoo.com.br .

PROFESSORES DE CAICÓ, ABDUSIDOS, RETORNAM AS SALAS DE AULA APÓS A GREVE

Quem nos informa é o Presidente do Sindicato dos Servidores Público de Caicó Antônio Neves.

Segundo ele,
"Os Professores da rede municipal de ensino de Caicó decidiram em assembleia realizada hoje à tarde (04), que não querem o reajuste de apenas 4% nos seus salários, conforme prometidos pelo prefeito Bibi Costa. Durante a assembleia os Professores concluíram que a proposta de 4% é um insulto a categoria, e que não tráz nenhum ganho real aos salários.
"Somos educadores, temos dignidade, não admitimos sermos humilhados publicamente por quem não tem responsabilidade com a escola pública, com a qualidade do ensino e seus profissionais e vem nos apresentar propostas indecentes como esta, não aceitamos os 4% mas não abriremos mão de nossos direitos, suspenderemos a greve em atenção aos estudantes, mas a luta continua, quando for preciso a greve volta novamente..." é o pensamento geral da categoria.
O SINDSERV. vai enviar ofício ao prefeito informando a decisão da categoria, dizendo que não querem o reajuste proposto de 4% por considera-lo imoral.
Por unanimidade os Professores decidiram que vão retornar as aulas no próximo dia 06 de abril, quarta-feira, depois que o pagamento do mês de março, que foi suspenso pelo prefeito, for pago a categoria, que segundo informações da secretária da educação, professora Ana Maria, sairá na quarta-feira.

Os Professores consideraram que devem suspender a greve e retornar as salas de aulas em atenção aos alunos, mas mantendo o movimento organizado até que os estudos que serão feitos pela comissão criada entre sindicato, conselho do FUNDEB e governo, consiga apresentar uma proposta concreta que atenda as reivindicações da categoria, respeitando a lei do piso salarial e os direitos dos Professores.
A partir da segunda quinzena de abril o sindicato vai realizar reniões nas escolas municipais para discutir a situação da escola pública com Professores, funcionários, pais, governo e sociedade civil organizada. A responsabilidade com a educação é de todos.
Se o prefeito Bibi Costa nos próximos 90 dias, não acatar as proposições dos resultados dos estudos que serão encaminhados pela comissão, sobre a viabilidade de uma nova política salarial para os Professores, a greve pode voltar", aesse http://professorantonioneves.blogspot.com/ .

Isso é uma vergonha para Caicó e para todos os profissionais que trabalham na Educação, como pode terem sido humilhados e chacoteados até os últimos suspiros? Como fica a personalidade desses profissionais? E sua ética ferida? É realmente concorda-se com o ditado que somos SOFRESSORES. Mas.... finalmente os pobres alunos terão aulas e espero que tenham com força e garra e que o Poder Público cumprar o que foi decidido democratiamente.

A MENTIRA DO PRIMEIRO DE ABRIL

FOI UMA MENTIRA BEM BOLADA A QUE A NOBRISSIMA JOALSE BRITO CRIOU E NOS ENVIOU PELO ORKUT.

SEGUNDO ELA: "Todos contra a Dengue!A mentira é universal: crianças e adultos de todo o planeta mentem em diferentes doses e circunstâncias. A única exceção é a classe política, que nunca mente. São exemplos:

a) George W. Bush não mentiu quando afirmou que havia armas químicas e de destruição em massa no Iraque de Saddam Hussein.

b) Todos os políticos do Planalto são honestíssimos e honrados: homens e mulheres que dizem a verdade e somente a verdade, mesmo diante de câmeras escondidas.

e) Ninguém duvida das palavras de Kadafi. Segundo o coronel, todos os opositores a seu governo (incluindo as crianças) são terroristas da Al-Qaeda. Só os mentirosos consideram Kadafi um ditador sanguinário e excêntrico. A grande verdade é que o coronel é um homem cordato, humilde e magnânimo.

f) Outro exemplo de verdade incontestável: o Pentágono e seus aliados militares da Europa morrem de pena da população civil da Líbia, um país cuja maior fonte de riqueza é a alcachofra, e não o petróleo

Você acredita nisso? kkkkkk".
 
É, E DIGO MAIS: NÃO É MENTIRA QUANDO SE DIZ QUE O SALÁRIO DO PROFESSOR NO BRASIL ESTÁ BOM, POIS TEM MUITOS SUJEITOS DE COLARINHOS QUE NÃO VIVEM NA PISCINA DO DINHEIRO FÁCIL; NÃO É MENTIRA QUANDO UMA PESSOA DIZ QUE A OUTRA ESTÁ APAIXONADA SÓ PORQUE A OUTRA TEM BELEZA EXAGERADA; NÃO É MENTIRA QUANDO SE DIZ QUE A TERRA NÃO ESTÁ POLUÍDA E QUE O HOMEM VAI JAZIR NO FOGARÉU; NÃO É MENTIRA QUE A VIOLÊNCIA ACABOU, QUE A EDUCAÇÃO INCLUIU SEM PREPARO, QUE NÃO HÁ CORRUPÇÃO E QUE NÃO HÁ SOLIDÃO....ENFIM....MENTIR NÃO É TAREFA FÁCIL, MENTIR É O VÔMITO DA VERDADE. 

O BRASIL ESTÁ DENGOSO.

É de se assombrar, mas isso já estava quase que escrito nas entrelinhas da vida brasileira. A DENGUE ESTÁ SE ESPALHANDO DE MANEIRA ASSUSTADORA e o povo não está nem aí para ela.







Devemos e temos que tomar cuidados máximos contra ela. Muitas escolas estão fazendo suas mobilizações e incentivando os alunos a agirem contra os focos de mosquitos. Os moradores também tem que fazer a sua maior parte e isso é uma obrigação primordial. A campanha brasileira "Brasil Unido Contra a Dengue" é uma alertada e uma tomada de consciência para as pessoas que ainda estão lesadas com o inocente perigo do mosquito transmissor.

O site www.cambatadengue.com.br é um meio nacional de instruir a população do Brasil contra a esse malefeito natural. Antes de você acessar seu orkut ou msn dê uma olhada nesse site e se intere contra a dengue, pois ela MATA DE FORMA BRUTAL. Se alguém não estiver fazendo sua parte no combate a dengue ligue para 0800 61 1997 e denuncie, pois o desleixo de seu vizinho será a sua doença. Devemos ter cuidado com essa doença já que os ovos do mosquito resistem a mais de um ano fora d'água. ABRAM OS OLHOS BRASILEIROS!

domingo, 3 de abril de 2011

LITERATURA: A FONTE FECUNDA.

QUANDO A LITERATURA GERMINA NO SOLO INTELECTUAL.

O autor Antônio Celso Ferreira expõe em seu artigo, no livro "O Historiador e suas fontes", a temática da Literatura como uma fonte fecunda, rica de essência a ser explorada e possível de ser estudada pelo historiador. Isso hoje não provoca muitas polêmicas porque os historiadores já perceberam que na Literatura há materiais propícios a múltiplas leituras e ao entendimento do universo cultural, juntamente com as histórias sociais. A Literatura seria a fonte da História.

Desde a metade do século XIX que se buscava produzir história tomando o fato , a verdade e a autoridade como fonte documental para a construção histórica. Mas já no século XX, mais precisamente no ano de 1929, na França, os historiadores Lucien Febvre e March Bloch fundaram a revista ANNALES, promovendo uma renovação historiográfica longe da produção tradicional da História. A Nova História emergida daí, abriu um leque de utilização de novas fontes de pesquisas para uma abrangente produção historiográfica. Com isso, Lucien Febvre, precursor da História das Mentalidades, foi quem abarcou sensibilidade para o trabalho da fonte literária na História.

O documento histórico, símbolo da expressão de verdade e transparência, passou a ser visto como um monumento com seu próprio sentido, exigindo do historiador uma análise real e cautelosa da fonte valorizada. Nesse sentido, a literatura seria um momento capaz de despertar a atenção do historiador. A tal monumento o autor apresenta suas definições mostrando que a Literatura foi primeiro definida como primeiras letras, depois como belas letras e, por fim, como arte literária.

A Literatura no enfoque do real causa-lhe uma deformação por sua literalidade, uma utilização de signos lingüísticos compostos por metáforas. Ela documenta o real de maneira objetiva, fiel, mas transfigura uma realidade vivida ou reinventada. Ela é um fenômeno cultural e histórico.

FORRÓ XIQUE-XIQUE É SUCESSO NO SERIDÓ.

O GRUPO DE FORRÓ PÉ-DE-SERRA LEGÍTIMO "FORRÓ XIQUE-XIQUE" ESTÁ FAZENDO SUCESSO NO SERTÃO SERIDOENSE.

Diretamente da Cidade de São João do Sabugi, o grupo Forró Xique-xique embala eventos em que se instigam a ultura legítima do solo nordestino. Tendo a frente o PM Railson, um dos grandes amigos meus, o grupo se apresenta em eventos pelo interior seridoense, levando no borná um tiquinho aumentado de cultura produzida. Vejamos abaixo uma das apresentações desse grupo maravilhoso:

O grupo começou numa apresentação de uma Escola Estadual de São João do Sabugi, como informa a reportagem da repórter, blogueira e sabugiense Anna Jailma. Segundo ela,  
"Quando Whedson Dantas e Railson Medeiros ainda somente “aperuava” os ensaios do Grupo Caravana do Forró e faziam pequenas apresentações destacando o forró pé-de-serra, foram convidados para finalizar as comemorações da Semana do Folclore do ano de 2009 da Escola Estadual Senador José Bernardo, que na época tinha como diretor Ubirajara Morais da Nóbrega.
O grupo contava somente com um vocalista e o sanfoneiro. Diante disso, surgiu a necessidade de angariar novos profissionais da música para compor o grupo pé-de-serra. Por sugestão de Ubirajara Nóbrega, a dupla convidou Reginaldo (Nêgo Bá) para dar o suporte no zabumba. Naquela primeira apresentação, na Escola Estadual Senador José Bernardo, o grupo contou apenas com a sanfona, zabumba, um vocal e o triângulo, que teve o comando de Branquinho, membro da Filarmônica Honório Marciel.
Até aí não tinha um nome definitivo para o grupo pé-de-serra, ou seja, apresentava-se sem uma marca, sem uma identidade. No dia 07 de dezembro de 2009, o grupo foi convidado, para o encerramento da II Mostra de Leitura na Escola Estadual Santa Terezinha, através da diretora Claudete Quintino. O grupo já havia crescido, contando com Cícero no agogô; Zé Rolinha, no triângulo; Reginaldo, no zabumba; Whedsom Dantas na sanfona; Railson Medeiros, no vocal; e Flávio Medeiros, no contrabaixo. E era a primeira apresentação remunerada.
Entre fevereiro e meados de março de 2010, o grupo consultou seus integrantes; bem como, apologistas do forró pé-de-serra e universitários do Curso de História UFRN, como também policiais militares da Guarda Externa da Penitenciária Estadual do Seridó em Caicó, onde trabalha Railson Medeiros, sobre um possível nome para o grupo pé-de-serra. Depois de inúmeras consultas e troca de ideias, surgiu o nome "Forró Xique-Xique".
Em 03 de abril de 2010, o Forró Xique-xique apresentou-se pela primeira vez com o referido nome, na Chácara Santa Luzia, pertencente a Calu Casé. O autêntico forró pé-de-serra, Xique-Xique, animou a festa até as 4h do dia 04 de abril. Como já havia encravado seu nome na história de São João do sabugi, veio uma nova temporada de shows pelo município sabugiense e no dia 21 de junho o Xique-xique foi contratado pela Prefeitura Municipal de São João do Sabugi, para animar a tradicional Festa do Agricultor, durante os festejos do padroeiro. Foi a oportunidade de dividir o palco principal da festa com as demais atrações musicais, dentre elas, Lúcia do Acordeom e Saia Rodada. Nessa empreitada, o grupo contou com a soma de mais um vocal que inclusive, passou a integrar o quadro do xique-xique: a vocalista Nina, que já teve participação em outros grupos musicais da região.
O primeiro CD foi gravado ao vivo e vem agradando o público que reconhece o valor do forró autêntico, que tem a cara do sertão. O CD do Forró Xique-Xique traz regravações de antigos sucessos e composição inédita como o “Xote da Raposa” de autoria de Reginaldo Fernandes (Nêgo Bá), retratando episódio de cotidiano ocorrido no final de 2010 com um dos integrantes do Forró Xique-Xique, "Cícero do agogô".
Atualmente o grupo conta com cinco instrumentos, envolvendo dois vocais e procura destacar o sertão nas composições, no ritmo e até no vestuário de seus componentes. O Forró Xique-Xique é puro sertão, e é formado por Whedsom Dantas (sanfona); Railson Medeiros e Nina (vocais); Reginaldo (zabumba); Flávio Medeiros( contrabaixo); Cícero (agogô); e Zé Rolinha (triângulo).
Ser Xique-Xique é isso: destacar o sertão no nome, nas composições e em todo o estilo do grupo.
Postagem: Anna Jailma - jornalista e blogueira
Com informações de Railson Medeiros".


DESSA FORMA EU DESEJO AO MEU AMIGO RAILSON QUE ELE CONTINUE NESSA EMPREITADA, JUNTAMENTE COM SUA CABROEIRA DA PESTE, LEVANDO A CULTURA AUTÊNTICAMENTE NORDESTINA.

sábado, 2 de abril de 2011

POETA GONÇALVES DIAS

POESIA: Não me deixes!
POETA: GONÇALVES DIAS.


Debruçada nas águas dum regato
A flor dizia em vão
À corrente, onde bela se mirava:
"Ai, não me deixes, não!


"Comigo fica ou leva-me contigo
"Dos mares à amplidão;
"Límpido ou turvo, te amarei constante;
"Mas não me deixes, não!"


E a corrente passava; novas águas
Após as outras vão;
E a flor sempre a dizer curva na fonte:
"Ai, não me deixes, não!"


E das águas que fogem incessantes
À eterna sucessão
Dizia sempre a flor, e sempre embalde:
"Ai, não me deixes, não!"


Por fim desfalecida e a cor murchada,
Quase a lamber o chão,
Buscava inda a corrente por dizer-lhe
Que a não deixasse, não.


A corrente impiedosa a flor enleia,
Leva-a do seu torrão;
A afundar-se dizia a pobrezinha:
"Não me deixaste, não!"
FONTE: http://www.astormentas.com/ !

POETA CARLOS LÓPES NARVÁEZ

POESIA SPAÑOLA: ESTIVAL II

POETA: Carlos López Narváez

Leilah: de tu esplendor rezuma un vino
Que es en mis venas sosegado fuego
Y arrobada embriaguez cuando te aspiro.


Leilah: con el estío de tu risa
Se madura la mies de los deseos
Para soñar tu cándida vendimia.


Leilah: cruzando mares de silencio
Sobre la playa de tu voz marina
Suspiran caracolas de desvelo.


Leilah, tus manos son la tibia rada
Donde mecen -veleros despojados-
La ternura y el sueño su nostalgia.

AMANDO CEGA.

POESIA: AMANDO CEGA.
POETA: EDNALDO LUIZ DOS SANTOS.

Por quanto tempo procurei o belo afeto
Na mais pura lucidez do coração
Encontrei um atalho sem veredas
E custei a fugir da ilusão.

Por momentos de ações tão melindrosas
São fracassos da grandeza tão sincera
Quem mal vive essa praga desafeta
Na corrente que o elo branco lhe tempera.

Nessa fase tão cruel e arrogante
Caminhei espichado numa cruz
Quem me viu pela rua moribundo
Eu estava sem o cobre que reluz.

Nessa linha tortuosa que tracejei
Na inocência de um prazer demasiado
Alcancei o recuo intransigente
Na vergonha de um ser apaixonado.

E agora livre de toda tristeza
Reformei minha vida sem sussurro
Quem me viu padecer com inteligência
Não verá nessa vida um bicho-burro.

Feito dia: 02/ 04/ 2011.

AMARRAÇÃO DIGITAL

AMARRAR-SE com suas areólas reluzentes implica-se selar com um selo daquilo que já não o é selado, ou seja, a natureza se faz não com as amarras de códigos regrantes, mas com a jurisprudência do anti-pudor antipático. Dizem que é uma regra da natureza humana, porém desconfio que isso seja um pretesto pretencioso da bi-duplicidade que aparece às claras sem um maior dano danificado de ilusões categóricas. E há quem fique dicionarizando as modelagens da vida que se rotulam com menos teores devido aos processos observatórios que abrangem um espaço pelicoso e construído dentro de uma rede de voltagens telepáticas. Procurem os sabidos ou os iludidos inteirar-se do que estão fazendo ou imagetizando na memória fraca um TOMORROW de destruição alarmante. Procurem acertar o certo pelo desacerto antes que se arrependam e caiam na pocica dos sumidouros regogizantes. As impressões jamais ficarão ao alcance na bem-aventurança que se tracejam. Cairão os areopáticos de joelhos no arrepender-se e sorrateiramente ficarão na solidez solitária na escuridão da mãe das cores. Isso se chama de antemão a R-E-V-I-R-A V-O-L-T-A. que podemos encontrar quando o círculo se fechar. E o que dirão os anti-códigos regrantes? 

O ROCK VAI COMER NO CENTRO...UHUUUU....

É NÓIS NA FITA MANO....VAMO ARROCHAR MERMO....

RENOVAÇÃO CARISMÁTICA 2011 DO RN.

PARTICIPE VOCÊ TAMBÉM DESSE MOMENTO COM CRISTO E RENOVAÇÃO. SO O AMOR DE CRISTO É O SUFICIENTE  PARA VENCERMOS NA VIDA.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

DIMINUTA ESPÉCIME.

Às vezes na classe que promove a desigualdade social tempera-se de substratos amorais que não correspondem ao mundo mesquinho que se terce em volta do requinte e dos costumes higiênicos. Basta de outrora um surto qualquer que a fama se instala, mesmo entalando, na personalidade medíocre de uma partitura em desdem. Tomam o suco da orgia e se preparam para soltar esparmos de feras envaidecidas igual cadelas no cio do desespero. E formam por sinal um apadrinhamento seguro de tal forma que modelam a forma e diracionam a concretude realista da classe baixa para o submundo dos vícios e da negligência infinita. Se o alfinete não tiver uma cabeça boa para superar o furo-mestre, a ferrugem vai lhe corroer até os últimos suspiros. E o que restará serão apenas cinzas da diminuta espécime.