sexta-feira, 24 de junho de 2011

SESC DE CAICÓ NO MÊS DE JUNHO

PROGRAMAÇÃO CULTURAL - SESC SERIDÓ


QUEM ME INFORMA É MEU GRANDE AMIGO EDIVÂNIO FIRMINO DOS SANTOS. É SÓ EVENTO CULTURAL DE QUALIDADE. PARTICIPEM!
PROGRAMAÇÃO LETRA E MÚSICA - JUNHO

Neste mês de Junho o Projeto Letra e Música irá homenagear os grandes nomes do nosso forró com os artistas locais:

DIA 03/06/11 - GERALDÃO DE CAICÓ
DIA 10/06/11 - ADALBERTO E AMIGOS
DIA 15/06/11 - TICO DO ACORDEON E O MELHOR DO FORRÓ
DIA 17/06/11 - RODOLFO LOPES


EXPOSIÇÃO DE ARTISTA LOCAL

Jonas Tito
De 17 a 27 de junho
Recepção do Parque Aquático do Sesc Seridó

Apresentação Teatral
Quem Matou Zefinha - Grupo Maria Cardoso
Dia 29 de junho de 2011

Complexo de Cultura e Lazer do Sesc Seridó
Edvanio F. Santos
Cultura Sesc Seridó.

ROSINHA AINDA TAVA ASSANDO O MÍ.

MAI OCÊ ARREPARE SÓ, A ROSINHA CUSTUMADA A SASSARICAR EM TORNO DA FUGUEIRA DE SÃ JOÃO, LÁ PRAS BANDA DOS TEMPO ÍDO, NUM CUNSEGUIA FAZER SEU INTENTO POIS ISTAVA NUMA SITUAÇÃO MEIA DISCONFORTANTE. ELA PARICIA QUI IA LEVANO UMA TROXA DE RÔPA AMARRADA NA CINTURA DE TÃO GÔDA QUI TAVA. SÓ PUDIA SER DI TANTO MÍ QUI A CONDENADA CUMEU ANTES MERMO DE ACENDER A FUGUEIRA DO SÃ JOÃO. MAI MERMO ASSIM INDA SE AVISTOU A SARARÁ CUM UM ISPETO PRA ISPETAR NUMA ISPIGA DE MÍ. PUR SORTE QUI A ISPIGA TAVA BEM MADURINHA E NUM PRECISÔ DAQUELA MUIÉ FAZER FORÇA PRA PREFURAR O SABUGO. AVISTARAM ELA INDO PRA FUGUEIRA E SE ABANCANDO NUM ASSENTO DE PEDA E COLOCANO O ISPETO NA FUGUEIRA. DEMORÔ UNS TRINTA MINUTO PRA QUI O MÍ ASSASSE. QUANDO O MÍ ASSÔ, FOI A ROSINHA SE ASSENTAR NA CAUÇADA DO ORADEIRO E RUER A ISPIGA ASSADA. E ERA A FUGUEIRA QUEIMANO E A ROSINHA SE IMPANTURRANO DE MÍ. DEPOIS QUI ELA TERMINÔ DE CUMER A ISPIGA, OCÊ ACREDITA QUI A MADIÇOADA AINDA FOI ASSAR MAIS. SÓ SENDO MERMO UMA VACA VÉIA PRA CUMER. É PUR ISSO QUI ELA FICA BUCHUDA E PRECISANO DISMANCHAR SACO VÉIO DE AÇÚCA PRA FAZER UM VISTIDO DE CUSTURA. O PIÓ É QUI TAMBÉM A SUA MÃI ADORA UM MÍ ASSADO, DAQUELES ISPIGÃO. ELA SE LAMBUZA TODINHA. A ROSINHA TODO ANO FICA PIDINO A DEUS PRA QUI CHEGUE O MÊIS DE SÃ JOÃO E ELA POSSA CUMER MÍ ASSADO DE MUNTÃO.
TODA VEIZ QUI CHEGA O SÃ JOÃO SE REUNI NA TAPERA DE ROSINHA SUA MÃI E OTRAS VÉIAS CIRCUNVIZINHAS PRA FAZER O RITUÁ DE ASSAR MÍ NA FUGUEIRA E CUMER CANJICA E PAMONHA DE MUNTÃO. O NAMORADO DA ROSINHA TAMBÉM SE ACHEGA PUR LÁ, JUNTAMENTE CUM OS TÍ, SÓ PRA CUMER DU MÍ. PENSEM NUM POVO DOIDO POR MÍ!   

FESTA JUNINA

Acenda sua fogueira e perpetue a tradição do mês mais belo do ano

Como nordestinos, nós temos que fazer valer nossos costumes e nossa tradição para que possamos ter nossa identidade fortificada. Valorize você também nossa cultura. Todavia não se esqueça do uso correto da natureza para a fogueira. Com consciência, se pode fazer a diversão e a união junina. O mês junino é mais do que uma comemoração de santos, é alegria, é tradição, é sinônimo de fartura em abundância. Não deixe esse valor morrer se não você apaga suas origens e torna-se um objeto, fruto desse capitalismo selvagem. Organize sua fogueira e comemore com toda sua explosão de felicidade. A tradição junina é um dos cartões postais do Nordeste, com suas quadrilhas, comidas típicas, fogos e muito forró pé-de-serra e arrasta-pé. A diversão dura a noite todinha. O bom seria que o forró fosse ao som do zabumba, sanfona, pandeiro e triângulo. É ASSIM QUE NOIS FAZ AQUI, PRA ESSAS BANDAS.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

O GRANDE POETA ESPANHOL DIONI BLASCO LANÇA MAIS UM LIVRO.

Um dos grandes poetas talentosos da Espanha, Dioni Blasco, lança mais um livro de seus poemas, de inspiração incomparável. Dioni é um poeta que sabe reconhecer a exatidão das obras poéticas e reconhece a produção alheia como um substrato para as suas obras que de preferenia são belíssimas. O poeta Dioni é espanhol e há muito tempo escreve suas obras em seu blog  http://dionisioblasco.blogspot.com . É por isso que as amizades desses grandes iconocrastas devem ser frisadas e divulgadas com maior esmero. veja o livro deste grande poeta:
 Adquiram essa obra fantástica!

terça-feira, 21 de junho de 2011

NIM DE ROLINHA

É costume no Seridó se caçar as rolinhas para fazer um cozinhado com farofa. Só os mesnos abastados buscam essa forma de sobrevivência. As rolinhas que dão um bom cozinhado só carecem de serem gordas, se for magrinha só dá mesmo pra ser a carne pro gato. Uma das formas de caçar as tradicionais rolas da Caatinga é ir doretamente pegá-las no ninho e se vai mais à noite, que é para aproveitar o momento que elas estão no seu descanso. Geralmente leva-se espingarda para ceifar as pobres rolas. Os moleques do Seridó costumam caçar rolinhas com uma baladeira de liga de avião, para isso é preciso que eles achem o ninho para o ato nefando.
Não se aconselha o caçador de rolinhas ficar pegando nos ovos da fêmea porque isso é uma forte atração para as cobras predadoras da Caatinga, como a jararaca cáscavel. É interessante que quem pega nos ovos da rolinha deixa as impressõs digitais ou de calores que aabam chamando a atenção das cobras que apressam-se para comer os ovos juntamente com os filhotes. Deve-se cuspir no ovo e passar toda a saliva sobre o ovo para driblar o sensor da cobra. Ou pode-se, como me disse um velho, esfregar titica de galinha em cima do ovo. Não se deve tocar no ninho porque também deixa as impressões de calor. O nim-de -rolinha, como é chamado aqui no sertão, é feito bem trabalhado com caapim bem escolhido e bem arrumado pela ave. O maldito progresso está expulsando as rolas de seus galhos e a nossa vegetação só tem a perder com isso.

MENINA BATE NA MÃE EM PLENO ALTO DA BOA VISTA

CIRCULA PELOS CORREDORES AFOITOS DO ALTO DA BOA VISTA QUE UMA DADA GAROTA, GOZANDO DOS SEUS ANOS DE ADOLESCENTE, FOI FLAGRADA BATENDO EM SUA MÃE EM PLENA RUA PRINCIPAL DO BAIRRO. A GAROTA COMPARTILHANDO DA LIBERALIZAÇÃO CARNAL ENTROU EM VIAS DE FATO COM SUA PRÓPRIA MÃE. SUA MÃE INDIGNADA PELO OORRIDO PARTIU PARA TOMADA DE SATISFAÇÃO PELO FEITO MALFEITO E SUA FILHA SEM NENHUM PINGO DE COMPADESCÊNCIA AGREDIU SEU DEPÓSITO MATERNO COM FORÇA. SEGUNDO BOATOS, A MENINA TACOU-LHE UM TAPA FEROZ NA CARA DA MÃE. CONTAM-SE QUE A MÃE DIARIAMENTE MEDICADA POR PROBLEMAS DE SAÚDE FICOU SABENDO DO FATO E QUIZ OLHER INFORMAÇÃO O QUE A FILHA RECUSOU IMEDIATAMENTE.
A ANÁLISE RÍTICA QUE FAÇO DESSE EPISÓDIO É QUE: EM QUE MUNDO NÓS ESTAMOS? UMA FILHA CHEGAR EM PLENO ESPAÇO PÚBLICO E AGREDIR SUA MÃE COM TAPAS É O CÚMULO DO ACÚMULO. É UM MUNDO ONDE O PRAZER DE QUERER TER PRAZER ULTRAPASSA AS RÉDIAS DO SENTIMENTALISMO E ADENTRA NO UNIVERSO DO PROVAR DEMASIADAMENTE. ESQUECE-SE DAS RELAÇÕES FAMILIARES E DA MORAL E DOS BONS COSTUMES. AONDE VAI PARA ESTE MALDITO MUNDO?  

segunda-feira, 20 de junho de 2011

GALEGO ABOIADOR E AMADO EDILSON: O ABOIO EM APREÇO.

O MELHOR DA CULTURA ABOIADORA


ESSES DOIS POETAS SÃO OS AVESSOS QUE SE COMPLETAM: UM FALA DO SERTÃO CABOCO E OUTRO DO AMOR PERDIDO. NO NOSSO SERTÃO É ASSIM: A LABUTA SE MISTURA COM AMOR, VERSO E LUTA ANIMAL. AQUI, O HOMEM TEM CADA LUGAR NO SEU CORAÇÃO REPARTIDO PARA CABER UMA COISA DE CADA COISA. OUÇAM....

BLOG DO POETA DO SERIDÓ EDNALDO LUÍZ ESTÁ BATENDO REORDES DE ACESSOS.

JÁ SÃO VÁRIOS ACESSOS DIÁRIOS.



Nunca na história deste simples poeta se viu tamanha onda de acessos já verificados desde o momento de surgimento desse blog. Lá pelos ídos de 2008,quando esse espaço ainda era um menino, concentrava-se uma lentidão exposta que causava deprimentos a parte. Mas depois que este espaço ganhou cara nova e novas formas de escritas, houve um salto no conhecimento que se espalhou por todos os rincões não só do Brasil, como também de outros lugares do mundo. O meu conhecimento e minha divulgação são veículos que contribuiram para o alargamento deste simples espaço. Mesmo que hajam pessoas que procuram denegrir a minha imagem intelectual, porém os muitos amigos e amigas que tenho espalhados por esse mundão de meu Deus superam esses atropelos que todo esritor convive, não deixando de fora nenhum, com esses reveses de censura.

O BLOG DO POETA DO SERIDÓ EDNALDO LUÍZ não é um blog poliial e nem tão pouo pornográfico ou amoroso, ele é um espaço cibernético que está ligado ao universo da filosofia (mesmo que seja barata), da psicologia, da psiquiatria, da sociologia, da pedagogia e da história recontada e recriada para o meu bel prazer e para saciar a sede dos internautas ávidos por onhecimentos regionais e locais. É um blog onde se expõe as discussões e as reflexões de maneir a levar o leitor a refletir sobre as posições arredias do auge da crítica e de minha historicidade. Veja abaixo os acessos calculados por este blog no Brasil e no mundo:

Brasil  -----------------------------------------------------------389;

Estados Unidos  --------------------------------------------------42;

Portugal  ----------------------------------------------------------22;

França  ------------------------------------------------------------6;

Argélia  ------------------------------------------------------------3;

Angola  ------------------------------------------------------------2;

Argentina  ----------------------------------------------------------2;

Chile  --------------------------------------------------------------2;

Alemanha  ---------------------------------------------------------2;

Irã  ----------------------------------------------------------------2;

VEJAM QUANTOS AMIIGOS EU NÃO TENHO PELO MUNDO, É CERTO DE QUE HAJA ALGUNS VISITANTES DESCONHECIDOS, QUE ESTEJAM SÓ PESQUISANDO NO GOOGLE, MAS MUITOS DOS MEUS AMIGOS E AMIGAS QUE ME DISSERAM QUE ACESSAM MEU BLOG EM SEUS PAÍSES DE INTERÂMBIO DE ESTUDOS, E OS MEUS TANTOS ESPALHADOS PELO BRASIL A DENTRO. mEUS PRIMOS DO CUIABÁ, DA GOIANA, UM ABRAÇO! TODOS OS MEUS BROTHERS, ACADÊMICOS OU NÃO, QUE VISUALIZAM AS PÁGINAS DESSES ESPAÇO. UM MEU MUITO OBRIGADO E QUE CONTINUEM ACESSANDO PARA QUE POSSAMOS ATINGIR O RECORDE DE 20000 AESSOS.
PARA MAIORES CONTATOS ENVIEM E-MAIL PARA:

sábado, 18 de junho de 2011

POESIA: MARIA BEIÇUDA.

POETA: EDNALDO LUÍZ DOS SANTOS.

Os beiços são carnudos
Com uma boca profunda
Pobre Maria Beiçuda
Tem um defeito na bunda.


Tem a ara desbotada
Com espinha em sua cara
Pobre Maria Beiçuda
Suas pernas é que nem vara.


O nariz é todo esticado
É nariz de tamanduá
Pobre Maria Beiçuda
Tua cara é de enguiar.


O cabelo é amarelo
É que ele nunca viu xampu
Pobre Maria Beiçuda
Parece até um cafuçu.


Os zói são bem apertados
Vivem sempre de careta
Pobre Maria Beiçuda
É um cabo de marreta.

Os peitos amolecidos
Feito bolas de borracha
Pobre Maria Beiçuda
Se esconde e ninguém acha.


Seu umbigo é cacimba
E os quarto é tanajura
Pobre Maria Beiçuda
Se doer não sabe a cura.


A barriga empanturrada
De lanche de lanchonete
Pobre Maria Beiçuda
Se lascou em pleno flerte.


As coxas com sobrecoxas
Se embebedam em varizes
Pobre Maria Beiçuda
Os seus dias são infelizes.


A metade do seu meio
Se reparte em duas partes
Pobre Maria Beiçuda
Suas pernas são de alicate.


O joelho estralador
Danifica sua canela
Pobre Maria Beiçuda
Um dia morre sem vela.


O seu pé afunilado
Feito pe de canguru
Pobre Maria Beiçuda
Tem as unhas de tatu.


Quem a ver toda incompleta
Na sua beleza ver feiúra
Pobre Maria Beiçuda
Para o poeta é jóia pura.

Feito dia: 18/ 06/ 2011.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

ACOMPANHEI SEU CRESCIMENTO

Quando ela era pequena, gozando de sua inocência institiva, seus pezinhos eram brancos por natureza e não se adentravam umas correias de havaianas. Teus cabelos ainda eram curtos como os modismos de dondocas a parte. Gostava de usar uma roupa de concordância com tua pele. Mas ela gostava mais era de usar uma "sainha" verde de copa imitando os campos das colinas alheias. Gostava de sorrir bisonhenta e barulhenta, pelo menos era isso que se podia perceber quando encostavam-se os tímpanos perto do seu corpo ofegante. Percorria em tuas veias o sangue carbonífero que gerenciava o crescimento recíproco, uma seiva mal-elaborada que retardava seu crescimento, este tão querido pelo desejo cobiçado. Seus braços se mexiam conforme o teu cérebro comandasse. Pretendia dar-te um cheiro, mas tua pequeninice me impedia de realizar tal façanha devido ao fato da desconjuntagem colunal. Buscava-se senão as carícias táteis de ação e reação, primeiro com o caule erigido e já amadurecido de tanto tratamento manual. Depois com a entrecasca aberta para a visualização dos vasos lenhosos. Ela ficava mais alegre neste momento procriador. O clima bob a sombra corporal era de causar inveja a qualquer ser de espécie contrária e atiçar os espíritos libidinosos afoitos pelo cheiro da frescura natural. Depois ela cresceu e botou corpo, nasceram os brotinhos e a pelagem folheosa se espalhou por tudo quanto foi espaço e hoje ela já é mãe de seus frutos venenosos, preparados para matar quando indigeridos. Ela é senão o mal vegetal o qual eu vi crescer, mesmo não sabendo na esquizofrenia o seu nome de batismo ou de pesquisa. Dizem que seu chamamento é "NIM". Isso era uma planta que eu regava todas as noites.       

COMO GILBERTO FREIRE CONCEITUA O NORDESTE.

POR UM DESENHO IDENTITÁRIO DE UMA REGIÃO.

POR: EDNALDO LUÍZ DOS SANTOS.
A construção de uma identidade concreta e/ou imaginária para uma dada região é um objeto subjetivo de constituição humana para uma demarcação de um espaço cognitivo de costumes e tradições, de fazeres e afazeres, contribuindo para a propagação de um regionalismo inclusivo, dotado de significados aprofundados. 
Assim sendo o Nordeste é um espaço plasmado desses significados que momentâneamente se infiltram no imaginário dos seus habitantes, reluzindo até para outras regiões. Outras plagas que chegam a lhe reproduzir de tal forma que o lugar passa a ser indiferente aos olhos de outros indivíduos que também buscam significados para seus regionalismos.
Para o escritor Gilberto Freire, no seu "Manifesto Regionalista de 1936", o conceito de Nordeste é identitário atrelado aos padrões culturais que fazem parte de um Nordeste produtivo. As formas de representações sociais são elementos culturais que se agrupam para formar uma identidade de um Nordeste margeado de significados históricos do homem nordestino. Longe de ser um espaço da carência, da caridade e da compaixão, o Nordeste de Freire é substanciado pela pragmaticidade de seus sujeitos que, mesmo em transformação, regojiza a permanência de uma identidade enraizada num processo de temporalidade produtiva. Em outras palavras, tudo que o homem produziu (suas moradas, seus pensamentos, suas diverções, suas experiências, seus modismos e seus costumes) fazem parte da representação identitária do Nordeste.
Um outro Nordeste, longe daquele imaginado por outras regiões brasileiras, como a Sudeste, como sendo um espaço da involução humana. Um Nordeste de um modernismo interligado a um regionalismo local. 
A região nordestina tem seus valores e significados e como tal deve ser valorizada pelas representações de seus sujeitos.  

FUNCIONÁRIOS DA UFRN ESTÃO EM GREVE.

PARECE AGORA QUE TODO O RIO GRANDE DO NORTE RESOLVEU ENTRAR EM GREVE.

Presenciei um quadro de desolação e desânimo entre os alunos da UFRN por parte do fechamento de muitos setores importantes para o andar dos estudos aadêmicos. Setores como a Biblioteca e o Laboinfo fechados representam um desespero incômodo para os alunos carentes da região. Os funcionários de toda a camada federal da educação brasileira entraram em greve pedindo a resolução de políticas salariais que há muito tempo pampeiam os corredores políticos e que não entraram em vigor devido ao desleixo orçamentário. Prescreve-se a situação de que nem um aumento para a camada reclamante foi dado e agora os funcionários almejam conseguirem a resolução desse problema. A universidade pára e os alunos é quem pagam o pato. O fato é que os alunos carentes estão desesperados e temendo a calamidade do conhecimento recíproco. QUE VERGONHA PARA UMA DEMOCRACIA? O fato é que tanto a Governadora do RN quanto a Presidente da República estão em maus lençóis e carecendo de arrumar bem a casa para que possam trabalhar bem e muito pelo Brasil. Os alunos de Caicó estão impossibilitados de pegarem livros para lerem e fazerem seus trabalhos, assim me disse uma aluna do curso de Geografia. O QUE SERÁ DESSES FUTUROS PROFISSIONAIS PARA O DESENVOLVIMENTO DESSE PAÍS!    

quinta-feira, 16 de junho de 2011

ALUNOS PEDEM SOCORRO NO SERIDÓ

O QUE É QUE ESTÃO ESPERANDO? Os alunos vão perder um ano inteiro de estudos por causa de uma greve sem resolução. Já não basta o que Amanda Gurgel já tenha alertado o Brasil e mesmo assim fazem vistas grossas. Isso é uma vergonha para o Rio Grande do Norte! Como pode uma camada de mestres que são às bases de toda ou qualquer formação padecer no obscurantismo medíocre do não fazer nada. Os alunos não merecem essa situação! É preciso que se manifestem os políticos de todo o RN para por um basta a esse evento injusto. Os professores querem seus direitos por tempo de trabalho, o que está nas leis trabalhistas. Como é que esses políticos não enxergam o quanto um professor padece numa sala de aula. Eu queria que eles fossem dá aulas no lugar dos professores grevistas ou quaisquer professores que dão o seu desgaste numa sala de aula. É UMA VERGONHA PARA OS NORTERIOGRANDENSES E UMA COIBIÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE.

FESTA DA HERMES: O ARRAIÁ DA SERRANEGRINHA.

POESIA: FESTA DA HERMES
POETA: EDNALDO LUÍZ DOS SANTOS.

A festa da nossa gente
É repleta de beleza
O frio vindo da Serra
Espanta qualquer tristeza
O amor nos contagia
Pra levar a alegria
Com toda nossa leveza.

Por isso vamos brincar
De um jeito bem sensato
Trazendo nossa cultura
E o amor de aparato
Se prepare pra dançar
E curtir o Arraiá
Lá da Hermes furtunato.

FEITO DIA: 14/ 06/ 2011.

Isso foi uma amostragem de minha apresentação no Arraiá da Esola Hermes Furtunato dos Santos da qual eu faço parte como professor do ensino fundamental, 5º Ano, localizada no Bairro da Liberdade, antigo Serranegrinha, em Serra Negra do Norte/RN.

A FULÔ DA CAATINGA

A Caatinga, lá pras bandas de Serra Negra do Norte, está mesclada com um colorido meio contrastante entre os mofumbos, pereiros, juremas e pinhãos que recobrem a paisagem ainda em conserva que se avista nos tabuleiros serranos. O colorido é registrado por uma planta que broteja uma fulô, como se dizem nos sertões, de cor rosa. A planta, dizem os mais sábios e experientes do Seridó é um PAU-D'ARCO-ROXO, uma Tabebuia avellanedae, conhecida também em outros lugares por ipê-roxo ou ipê-roxo-da-mata.
É da família das bignoniáceas habitantes de clima  quente e úmido, onde broteja no inverno. É um espetáculo da natureza triunfal que se acha embrenhado na Caatinga a dentro. A fulô dá um brilhantismo meio hipinótico para qualquer obervador ávido de sensibilidade natural. É uma fulô tipicamente daquela paisagem serrana e que nase até nos munturos sertanejos. É um espetáculo a parte. Isso reforça os dizeres que a Caatinga não se parece uma vegetação desprovida de vida, de encanto, mas mostra-se como uma mágica libertinagem, reveladora dos seus segredos mais íntimos.Tudo é beleza quando se contempla a natureza. A fulô é de uma roseira tão atraente que germina no coração poético a saudade duaneira das comparaçôes amorosas. Isso são coisas do meu sertão que só quem ver comenta.

Penélope

POESIA: Penélope

POETA:  David Mourão-Ferreira

Mais do que um sonho: comoção!
Sinto-me tonto, enternecido,
Quando, de noite, as minhas mãos
São o teu único vestido.


E recompões com essa veste,
Que eu, sem saber, tinha tecido,
Todo o pudor que desfizeste
Como uma teia sem sentido;
Todo o pudor que desfizeste
A meu pedido.


Mas nesse manto que desfias,
E que depois voltas a pôr,
Eu reconheço os melhores dias
Do nosso amor.

FONTE: http://www.astormentas.com.br/ .

domingo, 12 de junho de 2011

NÃO FIQUE NA SOLIDÃO.

HISTÓRIA DE SANTO ANTÔNIO, O SANTO CASAMENTEIRO.

POR: EDNALDO LUÍZ DOS SANTOS.
O dia de Santo Antônio, conhecido como o Santo casamenteiro foi uma das tradições trazidas para o Brasil por meio dos portugueses. É comemorado no dia 12 de Junho, véspera do seu dia ( reza a tradição que deve-se comemorar o dia santo na véspera para que já esteja com alegria a entrada do dia do santo), onde a caboclada acende uma fogueira para iluminar a noite inteira.

Santo Antônio é considerado o Santo casamenteiro devido o fato dele ser o representante da união matrimonial que quando este era vivo lutava com toda a sua perseverância para que não houvesse nenhum evento de separação conjugal. Ele é o protetor e unificador dos namorados, por isso ser comemorado no dia 12 de Junho, Dia dos Namorados.
Com Santo Antônio ninguém fica na solidão. Terá sempre um coração amoroso e carinhoso para construir um novo lar e um novo ninho de afetos. Ninguém vive sem ninguém. Alguém precisa de alguém.
O dia mesmo de Santo Antônio é no dia 13 de Junho e sua preparação deve ser feita por meio de rezas, fogos coloridos, comidas de milho, bebidas , prendas, advinhações, piadas, histórias, músicas e tudo quanto for preciso para espantar as tristezas.
É na véspera de Santo Antônio que se pode fazer, e isso é tradição no Seridó, simpatias para arranjar uma companhia. Dizem que se pode levar no dia da fogueira uma bacia com água à beira da fogueira e colocar um pedacinho de papel dentro d’àgua. Rodeia a fogueira três vezes e para a bacia sobre as chamas e depois senta no chão dizendo: Oh, Meu Santo Antônio/ te aclamo com fé e alegria/Traga fulano de tal/Para ser minha companhia. Depois desembrulha o papel e verifica se aparece o nome “SIM”. Se aparecer, dentro de uma semana a pessoa estará acompanhada.
No Seridó também é costume virar o Santo Antônio de cabeça para baixo até que ele atenda a prece pedida. Isso só é possível em asa que tem oratório. Depois da prece alcançada, desvira o Santo Antônio e reza-se três Pai Nosso, seis Ave Maria e um credo. Ofeta tudo ao Santo casamenteiro.

É ASSIM QUE NOIS BRINCA O SANTO ANTOIN!

sábado, 11 de junho de 2011

O CU DOS ACADÊMICOS

POEMA: O CU DOS ACADÊMICOS
POETA: EDNALDO LUÍZ DOS SANTOS.

É um espaço pequeno
Cujo os assentos são endureidos
Com um buraco no meio
Talvez seja para esorrer o líquido.
É um espaço que se abrange
Isso quando alguém lhe frequenta
Lhe consume por prazer.
Um recinto impróprio por falta de ópio
Ou de um oxi qualquer.
Aceita-se a trocagem humana
Como pagamento pelo prazer.
Aceita-se as carícias nos lombos alheios
Como prova de testemunhas
Pelo momento do bom fora da lei
Ou talvez seja um fora-da-lei mesmo.
Vão prová-lo os intelectuais
Seres de racionalidades construídas
Homens e mulheres de libertinagens
Que gostam do espaço monossílabo
Que matam aulas para gozarem felizes
Desses momentos sublimes.
O aspecto é de um CU
De um Cantinho Universitário
Onde, além da drogaria, vive-se um mundo
Mundo do relaxammento mental.

Feito dia: 11/ 06/ 2011.

AFFA CHUPETUDA

Foi já no final daquela festa da conurbação da História que decidimos azarar por aí. A noite deveras estava sombria e as estrelas se escondiam por trás da florescência elétrica e tão pouco podíamos vê-las, aliás, só o poeta as viam. Fomos no encausto da fanfarra da libertinagem solteiríssima e pudemos levar a gazela do coleguismo para a night desprovida da privacidade querida. Quando maquinamos uma estratégia fopulda para a diversão estravagante, tivemos por sinal uma emperragem feminina, dessas que se conserva numa moralidade imunda. Mas, resolvendo o problema, pudemos orquestrar a mofumbagem da carência inteletual. Encontramos por sinal uma adepta da fornicagem, estacionada numa esquina meio xula, com a feição descarada de uma víbora lubrificada com o nécta que o pássaro de casaca nem querendo se mete a besta no sugamento bical. Os olhos eram meio desaprumados pelo cansaço e pela embriaguês da razão, mas nos olhavam com sua famigerada desinocênia da penetração maliciosa. Perguntamos a nomenclatura da emperragem e ela gulosamente nos respondeu : "Affa, Affinha". Ficamos que nem galinha, cacarejando os esparmos da imaginação monumental. E decidimos por unanimidade que iríamos para um outro recanto com encanto sem brotueja de santo. Ao chegarmos no espaço delimitado, algo nos cegou os sentidos, uma postura enaltecida dos animos das dosagens alccolistas nos fez sentir a loucura da copulência de tal forma que o nosso veículo quase bate as caçuletas. Era uma Affa Chupetuda, destas que nunca vimos no hemisfério orgástico do espaço santanense. Paramos o veículo e espostos ao redículo passamos a dedilhar a Affinha de uma maneira ora grosseira, ora carinhosa. Isso a fez valer seu sobrenome, passando a consumir membros e mais membros dos corpos sãs, fazendo um malabarismo crãniano numa trajetória vertical de deleite infantil. Ufa, ufa, ufa, aff, aff, Affa! Era enlouquecedor para uma posição certeira, todavia havia a dessaciação movida pelo disfarce entorpecedor do paradigma freuldiano. Pegamos o beco depois que a dita cuja zarpou como um raio de um reflexo radioativo. Oh, que Affa para causar uffa nos affs da vida. 

sexta-feira, 10 de junho de 2011

O CABARÉ DO CASAMENTO

CASA E SEPARA.

A  mesmice é uma só, dois indivíduos se juntam falseando um harmonioso matrimônio e tendem a sofrer o processo do uso e do abuso da descartagem humana. É o que o capitalismo selvagem faz com as marionetes  sapiens-sapiens. Ele adentra no universo psíquico dos sujeitos e os dominam de acordo com o seu bel prazer. Assim os porcos racionais utilizam o sexo para se consumirem, juntamente com o consumo material que é de certa forma o meio primordial de sobrevivência despresível. O casal se separa e separa a casa de tal forma que a cria um tanto quanto Charmosa fica dividida sem saber para onde ir. A aventura da magreza acaba sem sutileza, mas a faz mendigar a volta da boemia num desespero a parte  e não consegue enxergar a submissão adquirida. Pobre da Charmosa feito uma rosa porosa intercalada na prosa. Por outro lado, se a conjuntura esquelética disse que já era leoa na façanha do sugamento bucal não iria tardar a penitência de implorar um retorno da garça. E como um besta se domina por besteira a mesmice se acha no retorno da besta-fera desprovida da conjuntura muscular que se busca no hemisfério estético do mindo consumista.   

domingo, 5 de junho de 2011

A SERRA DA NEGRA DE MANOEL

POESIA: A SERRA DA NEGRA DE MANOEL

POETA: EDNALDO LUÍZ DOS SANTOS

Foi Manoel Pereira Monteiro
Fundador desta sesmaria
Com sua fazenda de gado
Fincou pé com sua família.


Ele trouxe uma valente escrava
Brava negra de alma de guerra
Que recusou ser escravizada
Fugindo da fazenda pra uma serra.


Na serra ela fez morada
Com toda sua geringonça
Mas numa noite sombria
Sofreu ataque de onça.


E brigou e gritou e esperneou
Mas a onça estava esfomeada
Cravou seus dentes na negra
Matando a pobre coitada.


E naquela Serra da Negra
Toda Caatinga fica de luto
Uma cidade ali prospera
E a Lenda da Negra gera seu fruto.

Feito dia: 05/ 06/ 2011.

CAICÓ ESTÁ DE LUTO: MORREU O POETA CHICO MOTA.

ESTE DOMINGO DIA 05 DE JUNHO, CAICÓ FOI SURPREENDIDA PELA NOTÍCIA INACREDITÁVEL DA MORTE DO GRANDE POETA CAICOENSE CHICO MOTA.

Francisco Mota, ou popularmente conhecido por Chico Mota, decidiu pôr fim em sua grandiosa vida. Desta vez ele não cantou o repente do seu alívio vital, tal qual faz um poeta quando padece em sua solidão inquieta, preferiu dá cabo de sua brilhante vida com suas próprias mãos. Mesmo vivendo num tempo de clima eufórico e alegre como o mês junino, onde a brisa pode permear as faces enrugadas de qualquer cristão, principalmente ele um nobre devoto da Gloriosa Mãe Sant'Ana, pretendeu de forma inesperada e desesperada encontrar-se com a Moça Caetana, a senhora caridosa detentora da vida eterna.
Tal Moça houvera de ter infernizado a vida do nobre cristão de tal forma que ele viu se não na condição de expurgar seu bem precioso.
O Poeta Chico Mota, pai do grande trovador e radialista Djalma Mota, gozando dos seus 86 anos de idade cometeu SUICÍDIO, segundo relatou Paulo Júnior, em sua própria residência no Bairro da Paraíba de Caicó, na manhã deste domingo, na Rua José Eustáquio. O mesmo foi encontrado por sua família em seu quarto pendurado em uma corda. A cena foi chocante e causou triste surpresa, já que nem a família e nem a sociedade caicoense esperava que o grande ícone da cultura repentista de Caicó pudesse cometer tamanho desatino. Confesso que eu estou chocado! Segundo a própria família o Poeta convivia com um mal terrível que assola a humanidade capitalista: a depressão.
Chico Mota foi um grande violeiro. Ele mesmo fundou o Programa Violeiros do Seridó, na Rádio Rural AM de Caicó, no ar há cerca de 48 anos.Atualmente quem apresenta este programa é seu filho, o radialista Djalma Mota. "Em julho de 2007, Mota foi agraciado com a Comenda de Honra ao Mérito Vila do Príncipe, concedida pela Câmara de Caicó", disse em seu blog Paulo Júnior. Além do mais ele já foi autor de livros e folhetos de cordel. 
Lembro que na faculdade, quando os professores precisavam de algum representante da cultura repentista de Caicó chamavam logo o ilustre Mota, Poeta do Branco, Poeta do Lirismo Santanense, o Poeta de Caicó. Ele com sua viola sabia dedilhar as notas em meio ao cabedal de versos rimados que saiam de sua simples boca. Seu olhar altaneiro, sabia perceber além de sua plateia que o aplaudia fervorosamente. A viola do Velho Mota agora não mais vai tocar. Talvez seja peça expositiva no museu. Quem cantou a lira dos muitos seridoenses que já morreram agora conclama a todos para que cantem a sua lira. ADEUS POETA MOTA! E COMO VOCÊ DIZIA, FOI HABITAR NO PARAÍSO CELESTE.

MAS, algo me questiona: Porque será que a família do Poeta sabendo que ele estava depressivo o deixou sozinho? 

sexta-feira, 3 de junho de 2011

GORDINHA ATRAENTE

Ela estava no papear com uma membra das "SUPER", àquelas que se unem para conclamar o esquema em conjunto e proliferar na maternidade das desconjugadas. Estava senão com vestido típico da cremogema inferior ou da carambolagem modelar. E ria e se ajeitava como uma donzela às avessas, como se estivesse numa passarela de uma ponte sobre o rio que cai. As landras dos seus topos da clientela se avolumavam com um sustentáculo meio arrochado e preenchido com uma cobertura espumada. E ela se achava, mesmo não estando perdida. A observação era afinca. Pude vê-la com esses dois olhos que os vermes da terra irão de saciar-se. Ela era muito bonita e detinha um sorriso brando. Formava-se senão um pensamento da junção carnal. E em pleno conversar, ela se despediu da amiga, que por sinal era o oposto dela, e foi desfilosamente adentrando no seu recinto. Deveras o observador ficou no seu delírio copiante e agendou a descrição do momento errante.

MACONHA, DEVE SER LIBERADA OU PROIBIDA?

Dizem intimamente os maconheiros que ela deve ser liberada para a sua exatidão e consumo. Os aliviadores das sobrecargas de trabalho também defendem a bandeira do liberalismo maconhal como prática do relaxamento excerbado. Mas será que ela deve ser liberada mesmo? Do ponto de vista dos direitos humanos o que a justiça promove com a proibição da erva representa uma tortura para as pessoas que já se encontram viciadas nas baforadas. O vício se torna uma doença e para coibir a saciação desse vício seria o mesmo que torturar o prazer alheio, típico do homem. Além do mais para muitos a opção de fumar a maconha seria o mesmo que a opção de fumar um cigarro qualquer como o fumo pé-duro ou um cigarro desfiado. Também se dizem que a maconha pode funcionar como um remédio natural para certos tipos de doenças, entre elas o estresse. Mas já pensou como seria o Brasil com a liberalização da erva? Ela poderia ser comprada em qualquer esquina e até em carteiras/maços de cigarros. Dizem que com isso iria evitar o tráfico incessante da erva. Alguns blogs e jornais do Brasil chegam a cogitar a possibilidade da retomada desse assunto como uma manobra política para os charlatões ganharem a confiança dos maconheiros e traficantes. Outros dizem que isso é um desejo científico para a produção de mesinhas de curas de certas doenças. Só sendo o Brasil mesmo! Cadê que esses políticos não se preocupam em melhorar os salários dos professores? Porque que eles não põe em prática a Reforma Agrária do país? Porque que eles não melhoram a saúde calamitosa da nação? E a Educação? E as desigualdades sociais? NÃÃÃÃOOOO! Preferemficar se preocupando com coisas banais e esquecendo das coisas principais de desenvolvimento nacional. O que é que estão tentando fazer com o Brasil?????