sábado, 27 de agosto de 2011

ODORES DA LACTOSE.

É uma postura cabível do ponto de vista da lactose de vida. O perfume que se exala até mesmo na sala é verificado com a presença marcante do macho pungente. A fitar como uma fita os lugares escondidos e encardidos dos recantos incontestes, busca-se ouvir os berreiros que a postura diminuta encontra no meio daquele líquido esbranquiçado. E olha que eu nem se quer cafungaria nos beiços microbiólicos do objeto circundante. Queria que a exposta base da famigerada me notasse em pleno lance. Queria como um filho da pura mulher resguardada no cativeiro poder provar daquele líquido naquele reservatório.
Mas em plena fase de novidade, nota-se que o objeto deveras fora vítima das salivas em boquiabertas dos mancebos esfomeados ou dos maniqueístas de plantão que registraram por longos períodos de sedentarismos as peripécias da profandade habitual. E longe de mim pensar sem pensar, mas a tigela solidamente preenchida lançava em pleno ar os odores da fetidão ou quem sabe da procriação, já que o líquido em definhamento abrigara os submundos dos bichinhos vitais.
Um dia a vida já não terá mais sentido na verminose da lactose e o objeto tigeloso ressecará como um açude sem seu líquido vegetativo. Eis por assim dizer: O Homem enxerga aquilo que lhe renega e como não suporta o odor da lactose, haverá outro líquido para abrigar a verminose.

SOLDADO BRASILEIRO

POESIA: SOLDADO BRASILEIRO
POETA: EDNALDO LUÍZ DOS SANTOS.

OSoldado brasileiro
Faz a nossa segurança
Para termos bom sossego
Muita paz e esperança.

Ele deve proteger
Qualquer um do cidadão
Nossa vida valiosa
Pra o futuro da Nação.

Ele deve impôr a lei
Mas também deve educar
O erro deve corrigir
E o certo deve elogiar.

Mas não deve ser corrupto
Deve ser bem verdadeiro
Trabalhar corretamente
Sem pegar sujo dinheiro.

Mas não deve abusar
De sua autoridade
Seu trabalho é valioso
Pois nos dá tranquilidade.

E assim, Viva o Soldado,
Para ele nota mil
Proteja nossos irmãos
E defenda este Brasil!

Feito dia: 26/ 08/ 2011.

S DE SAMBA TOCARÁ SEU SAMBA DE RAIZ NA ILHA DE SANT'ANA.

O GRUPO MAIS JOVEM E MAIS CULTURAL QUE JÁ SURGIU EM CAICÓ, S DE SAMBA, AGITARÁ OS PAREDÕES DA ILHA DE SANT'ANA, CANTANDO O SEU SAMBA DE RAIZ, DE FUNDO DE QUINTAL, TRAZENDO UMA CULTURA DE ENCREMENTO PARA A HISTÓRIA DE CAICÓ. NÃO PERCA, VENHA PARTICIPAR.

JARDIM DE PIRANHAS ESTÁ EM FESTA.

NÃO PERCAM ESSA SENSACIONAL FESTA DA PADROEIRA DA CIDADE DE JARDIM DE PIRANHAS/RN.

sábado, 20 de agosto de 2011

Versos sofridos para um açude triste

POESIA: Versos sofridos para um açude triste

POETA:  WALTER MEDEIROS.

A minha inspiração
Que rogo nesse instante
Para falar da jusante
Dum açude do sertão
Traz algo interessante
Também sobre a montante
E até de aluvião.


A vida do interior,
De plantação e de gado,
De rebanhos, de roçado.
Para mim muito mudou;
Agora é tudo atrelado
Ao moderno exagerado
Que tudo contaminou.


Homens de sabedoria
Não se cansam de dizer
Que é preciso entender
Coisas de economia;
Pois temos mesmo que ver
aonde foi se meter
o povo que antes havia.


O povo que antigamente
Era da zona rural
Mudou-se prá capital
Ou cidades diferentes;
Agora é fato real
Em nosso campo local
Temos muito menos gente.


Mas quem no campo ficou,
Coisa de trinta por cento,
Inda tira seu sustento
Das coisas do interior;
De carro ou de jumento,
Abrigado ou no relento,
A tarefa continuou.


Aqui, da minha cidade,
Fico pensando na roça:
Na casa e na palhoça,
Salatiel, Piedade,
Vez por outra alvoroça,
Corro sem medo e sem bossa
Prá ver a calamidade.

Foi assim um certo dia,
No primeiro de abril,
Que a barragem ruiu,
Levando tudo que havia;
O povo todo sentiu,
Pois para todo o Brasil
A informação seguia.


Como o tempo é engraçado,
Pode ser até cruel,
Outra mudança no Céu,
Logo ali do outro lado;
Anos depois o papel
Que já falava de mel
Era de novo malvado.


Naquela linda fazenda
Que ficava bem no alto,
Onde a onça dava salto,
Se eu mentir Deus me defenda,
Logo ao lado do asfalto,
Segundo outro arauto,
Mandava nova legenda.


Nem parece que faz anos,
Sentava lá no terraço,
Chovia pelo regaço,
Tinha até uns bichanos;
E nem apressava o passo
Naquele belo espaço
De modo interiorano.


Mas a vida continua
E o tempo se passou;
Longe do interior,
Vivendo as coisas da rua,
Ninguém a mim informou
Um sentimento de dor
Que matou até perua.


Eu vim saber por acaso,
Pois tive de viajar
E pela estrada passar,
Foi quando vi algo raso;
Nada mais vai arrasar
A gente lá do lugar
Do que aquele triste caso.


O açude tão bonito
Cheio de água limpinha
Perdeu a água que tinha,
Quase que não acredito;
Pois eu vi pela tardinha
Aquela terra sequinha
E não segurei meu grito.


Oh! Deus, que imagem triste!
Eu nunca ia pensar
De um dia enxergar,
Mas agora sei que existe;
A terra desse lugar
Agora poder pegar
Por quê não me advertiste?


Açude seco, terreno,
Só mesmo quem te conhece
Pensa em fazer uma prece
Prá que o sol fique ameno;
E a chuva que abastece
Ver se logo em ti desce
Este é o melhor aceno.


Aquele cena chocante
Ficou em meu pensamento,
Não esqueço o momento
Em que olhei delirante
Um homem com um jumento
Passar com seu passo lento
Açude adentro, adiante.


Ali não me conformei:
Fui ver o povo da terra
Onde o bode tanto berra
E de Rosa indaguei;
Ela disse - Nem na guerra
Tanta coisa se emperra
E passa o que eu passei.


Sem água nem prá beber
Ela conseguiu passar
Trazendo num caçuá
Pouco para se manter;
E me chamou prá olhar
Coisa de arrepiar
Uma vida de sofrer.

Como dizia um Ramos,
Que nordestino é forte,
Acreditamos na sorte
E da seca nos salvamos;
Sem ir pro sul nem pro norte
Fazemos até esporte
E hoje nos destacamos.


Paro com essas lembranças,
Mesmo que sejam recentes,
Pois agora em minha mente
Só quero ter esperanças;
De que esse povo decente
Tenha um tempo diferente
De prazer e de bonança.

Autor: Walter Medeiros (Natal/RN) - walterm.nat@terra.com.br .
FONTE: http://cordeldecorda.blogspot.com/ .

O CRÂNIO DA FOTOCÓPIA

Mesmo com todo o aperreio que se nota nos abismos das perdas inaceitáveis, a busca forte da inspiração nos remete a dialogar um tanto quanto intransigente sobre a percepção angular de um mundo já conhecido, mas pouco explorado pelos sentimentos afoitos do símbolo primordial da arte poética. É senão a compreensão mais taluda dos mormaços desejosos. Pensa-se na abertura membrática e na exposição xaneira daquela repartição que muito apreciou os carpos atrevidos a tilintar espojos de inquietude canteira, como uma cena de reprodução heterotrófica. O crânio que aparece é vítima da empurrada libertária que a natureza exala com toda a sua força e concretude. E arrebenta, danifica, o orifício que agrupa o objeto desejado e ouvi-se o grunir do produto esperado. É hora de colocarmos um nome "FOTOCÓPIA", de uma fuga infeliz.  

terça-feira, 16 de agosto de 2011

LA INQUIETUD ETERNA

POEMA: LA INQUIETUD ETERNA

POETA: Omar Khayyam

Amor que sólo vive en este mundo,
Fulgor de pensamiento no refleja,
Y como el fuego a medias extinguido
Ya no enviará calor hasta las venas.


Mas el amor que vive idea y alma
Y alcanza la recóndita belleza,
Ese no ve en los años, ni en los meses
Ni en los días y noches una tregua:


No ha de saber qué sean, ni el reposo,
Ni la serenidad, ni la fe buena,
Ni ha de nutrir la carne, ni habrá nunca
Noche en que el sueño a las pupilas vuelva.

FONTE:  http://www.sifuesepoeta.com/ .

MEU PAI SERÁ ETERNIZADO.

NESSE mês de Agosto eu tive uma surpresa intragável... Estava eu me divertindo, jogando futebol quando um conhecido foi me avisar de uma ocorrência que se sucedera com o meu pai, José Luíz de França, conhecido popularmente por Zé Lulu. O dito conhecido nos avisou, a eu e a meu irmão, que meu pai havia sofrido um acidente. No mesmo instante paramos de jogar e fomos apressadamente para casa e eu fui logo direto para o local do acontecido. É MUITO DURO PARA MIM ESTÁ NARRANDO ISSO, MAS COM UM CERTO TEOR DE REPÓRTER ESTOU FAZENDO DAS TRIPAS O CORAÇÃO, para lhe informar leitor desse caso triste que se abateu sobre minha família. Pois bem, cheguei ao local do acontecido e os bombeiros já tinham levado meu Pai para o Hospital e de lá transferido urgentemente para a Capital de Natal. Ele não conseguiu chegar a tempo e no caminho deu adeus a vida humana. Não consegui dormir e recebi a notícia como um choque... Foi o fim do meu Pai... A pobre da minha mãe ainda está muito sentida e eu precisei ser forte e ainda estou sendo para lhe amparar com amor e carinho. O fato é que meu pai ía atravessando o asfalto DE BICICLETA, quando vinha um carro Ceuta dirigido por Magno Márcio da Silva, que segundo um policial de trânsito, meu amigo, ele não estava embriagado, mas que segundo populares e tendo as marcas no asfalto, ele vinha em certa velocidade e freou bruscamente, mas não evitou o atropelamento e arremessou meu Pai para o alto, fazendo-o cair de cabeça no para-brisa do Ceuta. A pancada foi violenta e deixou meu Pai inconsciente. Foi um choque brusco para mim e toda a minha família... Receber um fato desse em plena comemoração dos pais, foi muito forte... 
Minha vida está sendo difícil e estou fazendo o possível para suportar esse momento indesejável...
MAS DIGO QUE MEU PAI SERÁ ETERNIZADO, POIS FAREI UMA GRANDE OBRA POÉTICA SOBRE SUA EXISTÊNCIA E ELE SERÁ LEMBRADO PARA SEMPRE, FAZENDO PARTE DA CULTURA INSTRUTIVA DO POETA-FILHO QUE ELE TANTO SUSTENTOU E EDUCOU COMO PODIA. 
A rigor, faço uma crítica amargurosa e intolerante as autoridades políticas dessa droga de cidade: COMO é que os políticos esquecem o Alto da Boa Vista assim! A Avenida Rui Mariz, que corta o Alto necessita urgentemente de uns quebras-molas para diminuir mais as ondas enormes de velocidades que muitos carros praticam em seu decurso. São motoritas abusivos que não respeitam ciclistas e nem tão pouco pedestres. Vão em alta velocidade e a sociedade local é quem paga a culpa. É preciso que esses vereadores visitem o Alto e cobre desse Prefeito uma regularidade para essa via de tráfego, que os carros tem por obrigação diminuir sua velocidade devido o fato de está andando em via pública. VAMOS ACORDAR POLÍTICOS DE CAICÓ! POIS ASSIM COMO ACONTECEU COM MEU PAI PODE ACONTECER COM OUTRAS PESSOAS.    

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

NAMORANDO NA MORENA

POEMA: NAMORANDO NA MORENA
POETA: EDNALDO LUÍZ DOS SANTOS.

Oh, Morena que eu namoro, não me ignoro
Quando eu beijo a tua boca, cê fica louca
Está gamada em mim, é mesmo assim
Gosta quando eu te abraço e te amasso
Seu cochicho no ouvido, fico perdido
Esqueço até da hora de ir embora.

Mas não quero arrego, eu sou seu Nego
Eu te coloco no meu colo, eu te consolo
Em tua boca eu dou um beijo, eu te desejo
Quero tê-la de manhã, como uma divã
Sem fazer um arrodeio, eu te anseio
Uma noite em tua casa, eu fico em brasa.

Quero viver com você, é meu querer
O teu jeito me fascina, linda menina
Teu amor me contagia, acaricia
No assento do batente, estou carente
Quero o teu corpo no meu, você e eu
Na morena estou pensando e namorando.

Feito dia: 11/ 08/ 2011.

A GOSTO DO NASCIMENTO.

UMA MÃE QUE SE PRESA, costuma querer que os filhos nasçam de acordo com sua bela vontade. Não que o "Querenismo" seja um deporte atemporal que traga de volta as inssurgências daqueles períodos negros da História da Nação. É dito que quanto mais a mãe ou o pai querer para si o controle bilateral de seus filhos, não conseguirão lhes impôr seus desejos paternos ou maternos a menos que seus filhos analisem seus meios e adotem para si os seus fins. A busca por uma equidade universal e segura costuma ser uma tentativa mesquinha e anti-democrática. 
Dessa forma a escolha é da natureza divina e não humana. Querer um filho ou uma filha não faz parte do arbítrio natural, é um desejo humano e como tal distante dos processos criatórios da natureza. Esta, nos dá a vida conforme a sua querência e não conforme a querência dos homens. Em outras palavras não é preciso o casal promover brigas e xingamentos diante da notícia da existência fetal, pois a natureza soberbamente já tracejara um plano para a sua criação. As moléculas celulóticas se multiplicam conforme a sua vontade e assim seguem o percurso da vida. 
O que eu percebo e recebo é que muitas mulheres quando engravidam ou que recebem a notícia de gênero da cria, procuram logo a mudar o seu pensar diante de tão magnânima função que a vida lhes deu. Umas já imginam como será o seu filho e já adotam uma postura de dizer "eu quero esse gênero e pronto!". Outras quando conhecem o gênero já se destina a comprar os pertences diferenciados no intuito de dar conforto ao rebento nascido. Não vejo isso como positivo para o nascer infantil, pois de um lado a criança pode nascer, isso se os pais não entrarem num consenso de gênero, mesclada dos dois sexos ou desejos sexuais, já que a líbido foi influênciada pelas confusões conjugais. De outro, a criança já é jogada no universo capitalista de cores e de consumo que demonstram posições machistas ou afeminadas de gente grande. Os indivíduos já nascem com esses caracteres de influência e podem querer transformá-los de modo contrário à querência conjugal. 
Só na faculdade é típico a gente observar esses tipos de comportamentos e isso é uma constante não só lá, mas em toda a redondeza seridoense. O Seridó é um palco sereno da prociação e isso vem desde a cultura antiga, de tradições rudes e marginalizadas. O ventre seridoense desperta a líbido tão pecaminosa que, atualmente, sendo mesclada pela cultura televisiva, aumentou o aceleramento da reprodução e agora o povoamento está na ativa. A sequidão por fim não ficou na excassez e a Caatinga germina sem precisar de vez. E haja menino nesse Sertão!

Por: Ednaldo Luíz dos Santos.  

domingo, 7 de agosto de 2011

CANIBAL DE PANELA

POESIA: CANIBAL DE PANELA 
POETA: EDNALDO LUÍZ DOS SANTOS.

SEM TAMPA, A GRANDE PANELA,
DESFILA COM SEU TEMPERO
POR AÇÃO DE UM CANIBAL
EM ATO DE DESESPERO
COM UMA COLHER-DE-PAU
PINGOU MANTEIGA COM SAL
PRA DEPOIS SENTIR O CHEIRO.

TEMPEROU O MALFEITOR
A SOPA DE CURUMIM
A PANELA FEITA DE BARRO
COUBERA UMA POUPELIN
UMA BOCA COM LEITUGA
OS LÁBIOS DE TARTARUGA
A PANELA FICOU ASSIM...

A PANELA MUITO GRANDE
GUARDOU TODO O PREPARO
QUASE TRÊS SÉCULOS DE DIAS
RECEBEU FORTE AMPARO
A TRIBO FEZ DESOBRIGA
E VAI DAR DOR DE BARRIGA
PARA ALGUÉM FAZER REPARO.

MAS NO FINAL, O ALIMENTO,
TERÁ A COR AMARELA
E SERVIRÁ PARA O POVO
CUIDAR E FAZER AQUARELA
A TRIBO BEM RECOMENDA
QUEM COMER DESSA MERENDA
É CANIBAL DE PANELA.

FEITO DIA: 07/ 08/ 2011.

ESFERICIDADE

É UM ÂNGULO DE UMA VOLTA COMPLETA! Quando eu vi faltou-me palavras para dizer que a espessura era um tanto diametral e que abrigava uma espessura menor dentro de outra, ou seja dois círculos circulando uma circulagem, palco da vida em declíve e do distanciamento afeto-contagioso. Quis por sinal espantar a praga que atanasava o sossego agitado, porém não conseguiu devido ao fato da forma geométrica ser vista como um quadrado retangular, desprovido de congruência nas partes mais visíveis da espécie. Tem agora uns 360º e um objetivo circular de fazer valer a germinação plantóide, antes que o mal assole aquele precioso lar de espessura adequada.
Não há na redondeza nenhum ateu que discuta a predileção da circunferência, pois raza-se a tradição da cultura esférica que um mísero despojo qualquer pode danificar o centro da moral, das leis e da bullingada que se prestam os sólidos geométricos. Busca-se o contato esférico com o manuseamento das bases do cilindro e aplica-se o retoque quando o raio não atinge as pequenas es-feras e nem tão pouco o orifício circular. A esfericidade da vida vai se romper no grande círculo de fogo.  

PODANDO PRA ÁRVORE.

Pelo conselho que me deram eu aconselho também. Disseram que a robustidade da inspiração está sendo vítima de uma árvore qualquer que, após ser plantada com muito esmero e sussurros afrodizíacos, se rastja como uma peba do mato, dessas que se rasteja tão enpanturrada de plumagem ou de enchimento carnívoro. Dizem até que devemos podar a árvore sem a incidência do do P, já que em subistituição ao F procurou-se podar com a ocorrência do PH, como é mais convencional. A história fato da passarela arbustiva foi uma compensação dos tempos diurnos que instalaram sobre o tempo difuso e confuso da revira-volta insensata. O mundo paralisou naquele pestilento momento, pois a roçadeira não tilintava mais não, visto que a concentração na visagem desconcentrante inflingiu a imobilidade dos membros de tal forma que soou um espectro de aceleramento cardíaco e salpicou a saudade  de uma podagem mais alviçareira. Sabe-se que a phoda que era para ter sido flamejante não se maculou infiltrante, mas distante do grão da plantação reprodutiva. o mundo parou para árvore e esta não parou para o mundo.