sexta-feira, 30 de setembro de 2011

VIZINHA DE OLHAR AZUL.

POESIA: VIZINHA DE OLHAR AZUL.
POETA: EDNALDO LUÍZ DOS SANTOS.

OLHA QUE GRACIOSA
SEU ANDAR É TODO JEITOSO
TEU CORPO É DESENHADO
ELE É MUITO APETITOSO!


TEUS OLHOS TÃO AZULADOS
BRILHAM FEITO FARÓIS
LOGO PROCURO NA RAZÃO
FAZER UM AMOR PRA NÓS.


TEU CABELO CACHEADO
FEITO TRANÇA EM CARACOL
FAZ-ME SENTIR O CHEIRO
ATÉ MESMO EM PLENO SOL.


TEU SORRISO TÃO SAPECA
MOSTRA TEU ACANHAMENTO
SEUS OLHOS AZUIS ENCANTAM
E ME FAZ TEU ALIMENTO.


OH, QUE VIZINHA GRACIOSA
QUE DEIXA O MUNDO AZULADO
OLHE SEMPRE PARA MIM
COM OLHAR APAIXONADO.

FEITO DIA: 30/ 09/ 2011.

SAIA DA TOCA SERPENTE!

EM CIMA daquela pedra branca eu sinto uma sensação meio esquisita e meio hipnótica. É como se eu fosse o dono único e exclusivo daquele corpo que me rejeita, mas ao mesmo tempo parece que o tal corpo está imune às sensações mais interioranas das manifestações sapientes. A pedra, devido o fato de ser branca está começando a gerenciar pelancas da degradação. E esconde por debaixo de seus membros inferiores uma toca anteriormente desbravada pelo nobre línquem pro-ético que usurpou até o quanto pode e até o quanto as possibilidades lhes foram favoráveis ao manuseio tátil da adoração flamejante que se dava naquele cubículo natural. Era ua toca meia profunda, escura, com certas raízes de xananas nas beiras das bordas. Era uma toca meia vertical da qual havia um prelúdio de um monte avolumado que enchia o sentido epidérmico superior de sensações espasmosas. Deveras era ali que a serpente da geração se escondia e custava a sair tal qual depois de umas duas horas de sofreguidão. Houvia-se os gemidos dela por todo o cubículo na hora das conflagrações. Era uma serpente ovovípora e como tal carecia da toca para se esconder. A pele branca da pedra reluzia um brilho tão caótico que só mesmo o línquem percebia uma manobra de chegar no prelúdio e atingir o ponto máximo do aconchego serpentético. Mas acima de tudo àquela toca era limpa e conservada que chegava até a me convidar para uma exalada de ventosa.
Agora pede-se que a serpente saia da toca e conceda o lugar a outros aventureiros de galocha. Pede-se também que a serpente volte a ser a insossuda como era de outrora, sem heterogeinar com ingredientes indigestos por natureza. Dizem que a pedra sofrerá aos poucos a degradação do líquido corrosivo que todas as vezes penetra em suas fendas e atinge a toca numa rapidez generalizada, levando suas bordas ao alargamento natural e ao rachamento da pedra. POR OUTRO lado é bom que a serpente fique um certo tempo na toca e não saia enquanto o línquem parasita não rumar para outra plaga, pois com isso não alimentará falsas esperanças de um domínio pedreiro.

sábado, 24 de setembro de 2011

PEDRA DE UM METEORITO CAI NO BRASIL E ASSUSTA OS BRASILEIROS.

SERÁ O FINAL DO MUNDO! A TERRA VAI MESMO EXPLODIR EM DOIS E DOZE?

Nesse mês de Setembro uma notícia causou um certo pânico não só no agricultor que presenciou o fato ocorrido, mas os brasileiros ficaram impressionados com o fato. Mesmo que já tenha sido rotineiro o fato de blocos de pedras espaciais terem caídos no Planeta Terra, mas esse de agora foi mais assombroso, sem querer fazer sensacionalismo com isso.
Segundo consta nos daos colhidos, uma pedra enorme e com certa velocidade teria assustado o morador  Germano da Silva, este residente no Sítio Varre Sai, cidade do Rio de Janeiro, a 400 Km da capital carioca. Era um meteorito (fragmentos de asteroides, cometas ou planetas que passam pela atmosfera da Terra e chegam à superfície). "Os astrônomos dizem que o último meteorito registrado no país caiu em Campos Sales, no Ceará, há 19 anos." Segundo o agricultor, na noite de Sábado (dia 19/09), ele estava em sua propriedade e viu uma "nuvem avermelhada" rodando no céu, ouviu estrondos e sentiu tremores no chão. Na manhã seguinte, encontrou o material rochoso, que pesa 600 g e tem 12 cm de comprimento por 8 cm de largura. O meteorito vai receber o nome de Varre-Sai, por ter caído na cidade.

O material ainda será analisado por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mas norte-americanos já afirmam se tratar de um objeto do espaço.
A análise foi feita por meio de uma fotografia. A pedra (ver foto ao lado) seria um condrito, um tipo rochoso que mantém intactas as mesmas características que tinha antes de chegar à Terra. Há 19 anos que um meteorito não é descoberto no Brasil.
Fonte:
Foto: (Welliton Rangel/Divulgação).

PRECISAMOS FICAR ATENTOS, POIS NOSSA DESTRUIÇÃO PODE TAMBÉM VIR DO ESPAÇO!

O PESCADOR DE BALEIAS.

POESIA: O PESCADOR DE BALEIAS.
POETA: EDNALDO LUÍZ DOS SANTOS.

Baleia balofa
Barriga de fofa
Comeu tanto assim...
Sofreu na entrada
Bem feito safada
Não pensou em mim.

E agora gemendo
Com o bucho doendo
Vai se consultar
O peixe-espada
Cuspiu na entrada
Pra lhe acertar.

Baleia não chore
Não me ignore
Mas tenho razão
O doutor lhe fere
E na sua pele
Vai dar injeção.

Você que agora
Tá toda senhora
Da água e do lar
Espera anciosa
O filhote da rosa
Já, já vai chegar.

Baleia assassina
Quando foi menina
Eu te adorava
E agora na água
Nem mesmo a mágoa
Não dá o que dava.

Seu rabo de cauda
A pele de frauda
Concebe a escama
Tua carne tão lisa
Me olha e me frisa
Com jeito que ama.

O seu rebolado
Pr'um peixe tarado
De espada de leme
O lodo encoberto
Parece de perto
Escarro de sêmen.

A tua barriga
Merece uma liga
Ou muita ginástica
Tua roupa não entra
A escama concentra
A onda elástica.

Tuas tetas macias
Desgastos de crias
Da água do mar
Estão todas caídas
Tão moles, falidas,
Não dá pra nadar.

Passou nesta entrada
Numa gruta fechada
E agora inchou
Não queira deprime
E faça um regime
Até por favor.

Assim com respeito
Te peço com jeito
Saia desse papel
Pois sou pescador
E até por amor
Lhe como o fel.

FEITO DIA: 24/ 09/ 2011.

A minha inspiração nasce até mesmo olhando uma gravura num pedaço de papel.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

O ENTERRO DO NEGUINHO REVELA O GRUPO DO ATITUDE FEMININA.

É NÓIS NA FITA MANO. VAMO CURTI O REP DESSE NOSSO CHEGADO. O PAPO É RETO E SEM TRETA, O MANO NEGUINHO FOI ASSASSINADO NA FAVELA. É ISSO QUE O MARAVILHOSO GRUPO DE REP DA PERIFERIA O "ATITUDE FEMININA" NARRA COM TODA A SABEDORIA O ENTERRO DO CHEGADO " O NEGUINHO", FILHO DE DONA MARIA: OUÇA O SOM.

RECÉM-COLADO.

NÃO É DE ME FAZER UM HOMEM MUITO ATORDOADO! Ora que precisão tem daquele pedaço de carne que já fora desejado por um freguês à moda antiga passar com aquele produto da alameda da rua do bairro! É algo que me tira do sério e atira-me no calabouço da desolação.  O ideal é que ele não cruza-se mais o meu território restrito, pois a cada passagem dianteira ou traseira logo eu fico numa confusão mental ao parar para pensar na seguinte questão: O pedaço de carne mesmo vindo de uma vaca maior comporta-se como uma garrota que tem sentimento e quer esconder isso de um touro já amadurecido com o tempo do descaso afetuoso. A criação é uma joia rara do natural e mesmo sendo levada contra a caixa toráxica da perdição transmite não um sentimento de repúdio e espírito vingativo, mas um momento de sublime contemplação da sagrada criação carnívora. E olha que a passagem do pedaço foi para mim o complemento do todo. Foi o recomeço daquilo que não foi começado, mas sim paralisado por contra-tempos mesquinhos de posições exilistas. Fiquei com minha alma materna, pois assumi a postura de um ser carnívoro e ao mesmo tempo sentimental com a angélica broxura da propagação e da colação epidermica. 

TRÊS MIL.

POEMA: TRÊS MIL.
POETA: EDNALDO LUIZ DOS SANTOS.

Por três mil eu faço o voto de não voltar pro atraso
Nem querendo por querer eu jamais me alimento.

Por três mil eu parto e faço o parto
Nem em parte eu reconheço que tive um sentimento.

Por três mil não quero o cálice pra fechar meu sindicato
Nem pensar em se meter com a praga do movimento.

Por três mil eu procuro até meu assassinato
Nem mesmo a razão quer matar meu pensamento.

Por três mil eu vejo ela e nem se quer dou um infarto
Nem querendo eu me movo para não provocar vento.

Por três mil eu quero ver eu viver pagando o pato
Nem sonhando eu tiro o juros desse nosso pagamento.

Feito dia: 23/ 09/ 2011.

sábado, 17 de setembro de 2011

A GRAVIDADE BLOQUEIA O VÔO DA VELOCIDADE.

O ANDAJAR da carruagem é de certa forma preliminar pela forma como nós percebemos como se estrutura as movimentações dos seres dinâmicos. A velocidade é uma armadilha para qualquer ser de espécie medíocre, pois a gravidade chega em ponto que arremessa sem muita pressa todos os pequeninos para seu centro de magnitude. Todos os indivíduos que estão distantes de uma formação aviária, onde se conte asas e ossos ocos pelos sopros que tornam as aves muito próximas do espaço celeste. O homem é que é enxirido e com seu cabimento inventa um invento de asas para voar como esses pássaros. Quem até mesmo se joga de um prédio de certos andares limita suas possibilidades de existência pois o impacto solar é sem dúvidas nenhuma um arremesso de pressão mortal. Há quem diga que o homem um dia irá voar como pássaro, mas somente dependendo de uma máquina. E flutuar somente no espaço cósmico. 

EL TEXTO DE DIONI BLASCO, GRANDE POETA POR LO MISMO.

"Prólogo de CARACOLES Y MANZANAS


Hoy en día es habitual meter unos caracoles enormes y no por eso menos atractivos, dentro de nuestros queridos acuarios domésticos.
Caracoles como manzanas o cojones como puños, dependiendo del estado de ánimo.
Dada la importancia de la situación a lo que nos exponemos sirvo de explicar el sentido de la vida una vez más. De distinta forma y una distinta manera, con cierto toque de originalidad, incluso con una canción para cantar y bailar, pero el resultado es asombrosamente el mismo.
Los racimos de huevos que estos animalitos depositan en el techo del acuario, por la parte de dentro, claro, ganan por si solos vida propia y expectación desde el primer día. Allí donde fuera del agua los peces no son un problema si no una burla del destino.
Despacio pasan las jornadas, hasta que vienen a nacer los bebes caracoles, con el infortunio de la gravedad y la consiguiente caída al vacío. Que digo vacío, al agua. Al maldito agua, allí donde los peces se relamen de tan jugoso y tierno botín.
Y así, en esta sopa de caracol (canten y bailen la canción, coño) mueren la inmensa mayoría de nuestros pequeños amiguitos. Y los que sobreviven luchan y luchan por que la malla o la red no les coja desprevenidos entre otros graves peligros.
En la humanidad ocurre lo mismo. En Zaragoza, en Aragón, en España, en Europa, en el mundo…
Militares, religiones, políticos, banqueros… y un sin fin de pirañas, que no dejan de nosotros ni los huesos…

Dioni Blasco, Mayo 2011".
FONTE: http://dionisioblasco.blogspot.com/ .

PENSO EM SAIA.

NA FORMA COMO ME VEM TAL IDEALISMO DE ANÁLISE, ponho a norma desculta de lado e procuro o aprochegamento venéreo de pronta percepção no calabouço dos desejos escondidos. A análise se faz com uma simples risada de hiena que se ouve naquela rua de luz, ou até mesmo na transitidade que se acha nas passarelas de público. Ver-se um saiote sem xorte, com as silhuetas esculpidas nos desenhos artesanais que hoje nos deparamos de tal ímpeto que não tem como controlar os suspiros de delírios que se avistam nos observadores de plantão. É senão um objeto circundante, de abrigo cativante, onde promove uma libertinagem de frescor anti-tradicional, onde o vento serpenteia os recantos de desencantos numa voracidade permitida. O frio sobre a quentura da fornalha é uma navalha. Parece recortar o corte epitelial de tal maneira que a sensação de alívio nos deixa boquiabertos. E àquela moda já é feita pensando nisso. Pensando no vício da visão de copulagem e tão obstante no frescor animalesco. E saia, saia, saia, saia... saia pensamento! A PENSAIA não me deixa.

EU PENSO EM SAIA
PENSAIA
EU PENSO E SAIO
ENSAIO.

Dessa forma a saia nem sempre sai quando a gente ensaia.   

"BOCA DO INFERNO".

POESIA: O "BOCA DO INFERNO".
POETA: EDNALDO LUÍZ DOS SANTOS.

Você diz que o que escrevo
É lixo de fetidão
Põe feiúra na razão
E não se acha fera louca
E me diz com a voz rouca
Que sou um "Boca do Inferno"
Que meu semblante no terno
Foi Lúcifer quem desenhou
Você nunca me perdoou
Por pecar alienado
Tenho Deus sempre ao meu lado
Mas o corpo desatina
Mesmo nessa fedentina
Vitalizo meu sentimento
Por prazer, nesse momento,
Reflito na rua calada
Numa casa salpicada
Vejo a beleza a me olhar
Então paro pra pensar
E me vem a inspiração
O cérebro comanda a mão
Para uma obra eu cultivar
Criticando quem me fere
E tatuando na minha pele
O genoma da liberdade
Mesmo longe da maldade
Pois quem ler não me enxerga
Um chorume que agrega
O pús excreto do orgasmo
E por trás desse sarcasmo
Se acha um bom sentimento
Nem sempre meu pensamento
Comanda o meu paladar
Sempre eu quero demonstrar
O ser cultura em processo
Quem entende ganha o ingresso
E descobre o meu prelúdio
Contaminado de repúdio
Lá no globo inconsciente
O cárdio, quase, ausente
Está em desequilíbrio
Não suporta mais o anfíbio
De couraça em douravante
Nesse mundo delirante
A morenice quem atrapalha
Mas um anjo vem e espalha
A luz na "Boca do Inferno"
Um jerico subalterno
Canta em tom gregoriano
Alivia, o bem mariano,
A Santa quase felina
Pois é nessa fedentina
Que escrevo o verso tirano.

Feito dia: 16/ 09/ 2011.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

SIM, SEI BEM.

POEMA: SIM, SEI BEM.

POETA: Fernando Pessoa

Sim, sei bem
Que nunca serei alguém.
Sei de sobra
Que nunca terei uma obra.
Sei, enfim,
Que nunca saberei de mim.
Sim, mas agora,
Enquanto dura esta hora,
Este luar, estes ramos,
Esta paz em que estamos,
Deixem-me crer
O que nunca poderei ser.

FONTE: http://www.astormentas.com.br/ .

sábado, 10 de setembro de 2011

EM SETEMBRO: MÚSICA E CINEMA NO SESC DE CAICÓ.

OFICINAS CULTURAIS NO SESC DE CAICÓ

QUEM RECOMENDA É O MEU GRANDE AMIGO EDIVÂNIO FIRMINO, GRANDE DIVULGADOR DA CULTURA DO SESC DE CAICÓ.

BEBÊS E FRALDAS SUJAS


POEMA: BEBÊS E FRALDAS SUJAS

AUTOR: FERNANDO HENRIQUE.

Você obedece enquanto pode
Enquanto as pernas da aranha não te prendem na teia
Você obedece quando te chamam pra fazer parte da ceia
Uma ceia imunda, de pessoas tediosas
Se passando por calorosas e amáveis
No seu deleite ninfomaníaco por atenção você cede
Assim se sucede a sua servidão
Maltratado aqui, desafiado lá
No fim de que lado "eles" vão estar?!
Sim, retomo as pessoas tediosas
Vespas transvestidas de vestígios cotidianos
Ria enquanto pode


Você fica acanhado no canto da sala
Onde está a alegria que tu jurou carregar pela semana?
"Me deixou, partiu para armar campana lá longe"
Onde?
Confortavelmente acomodado pelo que não se pode ser
Ter, comprar, ater, concordar, morrer, ressuscitar
"Qual é bróder? What's up?!"


Jure que vai conseguir aquele emprego estável
Jure se interessar pela pessoa mais amável da turma
Verifique se ela não é uma puta, uma vadia chula
Ou se ele na verdade é "ela",
Uma bixa louca com sequela


Tome nota dos assuntos corriqueiros
Qual dos seus amigos não faz sexo
Qual deles implora descontos em puteiros
Qual deles ainda está devendo naquele bar
No final do dia o que te resta é vangloriar-se


É isso cara,
Case-se com aquela menina bonita
Esconda que ela foi uma prostivaca um dia
Prostituta + Vaca
Hipoteque sua vida por um pouco de suor alheio em cima de você no fim da noite
"Eu não quero ser, eu nao quero ser o arado de uma terra que nada vai brotar"


Isso! Tenha filhos
Não menos idiotas que você
Bebês para lembrar-lhe que "lágrimas na madrugada" não é uma metáfora poética
Fraldas sujas,
Não se deixe tocar por aquela merda


Mesmo que Darwin tenha dito que tudo aquilo vem do desespero
De eternizar a si mesmo
Criar um apego que logo irá te envergonhar
Prostitua sua consciência, saia pelas ruas
Há um bebê com fraldas sujas, ao lado daquela lata de lixo que você costumava urinar.

FERNANDO HENRIQUE É UM GRANDE NOBRE DA HISTÓRIA CONTESTADA, UM MOHAMED DA CULTURA ENGANADA QUE OS SERES MESQUINHOS UTILIZAM PARA VIVEREM NUMA SOCIEDADE QUE SE DIZ CIVILIZADA. É UM GRANDE HOMEM, FORNICADOR DAS MADRUGADAS. TIVE O PRAZER DE TÊ-LO COMO COLEGA NO CURSO DE HISTÓRIA. É NÓIS NA FITA, MANO.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

BLOG DO POETA DO SERIDÓ EDNALDO LUÍZ BATE RECORDE DE ACESSOS EM 2011.

AGORA JÁ SÃO CERCA DE MAIS DE 20000 (VINTE MIL) ACESSOS, TUDO GRAÇAS A UM ARSENAL DE LEITORES BLOGUISTAS.



Este Blog que está sob minha direção, eu, Ednaldo Luíz dos Santos, Poeta, Pedagogo e Historiador, está de parabéns pelos leitores e minha incansável investida de postagens às luzes da razão. Já ultrapassamos a casa dos VINTE MIL ACESSOS, contados pelo nosso contador de visitas. Muita gente me diz que acessa o blog diariamente e outros pela ferramenta de pesquisa do google. É uma satisfação enorme para mim saber que o que eu escrevo não fica ao relento, pois tem muitos intelctuais que valorizam o que eu escrevo. São tantos os amigos e conhecidos, numa gama de poetas, professores, alunos, doutores, agentes, policiais, advogados, radialistas, estrangeiros, primos, colegas e tantos outros profissionais que tiram uma parte do seu tempo para ver o que se quer ver num blog que prima o prazer de ler e reler os eventos e as reflexões deste tão simples homem da existência.
VEJAMOS AS ONDAS DE ACESSOS DESTE BLOG NO MUNDO:

SELEÇÃO DE PAÍSES E SUAS QUANTIDADES DE ACESSOS NO PERÍODO DE 10/08/2011 A 09/09/2011:
Brasil -    1.244;

Estados Unidos  - 142;
Alemanha   -  52;
Portugal   -  25;
Dinamarca  -  8;
Rússia   -   6;
França   -  5;
Romênia   -  4;
Ucrânia   -  4;
Reino Unido   -  3;

VOCÊ MESMO LEITOR PODE VER NA BARRA DE ROLAGEM DO LADO ESQUERDO DESTE BLOG A CONTAGEM DE VISITAS E COMPARAR O QUE EU ESTOU DIZENDO. SE VOCÊ QUISER MANDAR UM TEXTO, UMA POESIA, UM ELOGIO PARA MIM, UMA INQUIETAÇÃO OU UM OUTRO REFLEXO DE PENSAMENTO E IDEIA, PODE ENVIAR PARA O MEU E-MAIL: poetaluiz@yahoo.com.br QUE EU PUBLICAREI COM O MEU MAIOR PRAZER. EU QUERO QUE ESSE BLOG NÃO SEJA SÓ MEU, MAS QUE SEJA NOSSO.

JÁ ESTÁ NAS PARADAS DO SUCESSO O SEGUNDO CD DO GRUPO S DE SAMBA DE CAICÓ.

DESDE A FESTA DE SANT'ANA DESTE ANO DE 2011, JÁ SE ACHA NAS BANCAS O SEGUNDO CD DO GRUPO S DE SAMBA, CANTANDO O LEGÍTIMO SAMBA DE RAÍZ PARA TODA COMUNIDADE CAICOENSE E SERIDOENSE.

TRÁZ CONSIGO, NESSE NOVO LANÇAMENTO A SEGUINTE FILOSOFIA HISTÓRICA:

"Grupo S de Samba
O samba é a expressão mais autêntica da cultura musical brasileira e surgiu da mistura de estilos musicais de origem africana e brasileira. As raízes do samba foram fincadas em solo brasileiro na época do Brasil Colonial, com a chegada da mão-de-obra escrava em nosso país. O estilo musical está ligado à vida nos morros, sendo que as letras falam da vida urbana, dos trabalhadores e das dificuldades da vida de uma forma amena, muitas vezes com humor e também sobre o mais sublime dos sentimentos: o amor.

Pensando na importância da diversidade cultural na cidade de Caicó e região, visando à possibilidade de buscar através da música o divertimento, a reflexão e um crescimento do espírito crítico sobre nossa realidade, surge no ano de 2003 o Grupo S de Samba, samba de raiz da terra de Sant’Ana.



SUA HISTÓRIA:

O Grupo se iniciou através da identificação de seus integrantes com a música, da influência de familiares e o apoio de amigos e amigas. A primeira apresentação foi na inauguração da casa de Sandra (SaGaz Moda Íntima) no conjunto Darci Fonseca. Neste dia Eva Vilma (esposa de Joãozinho Girassol Veículo) estava presente e convidou o grupo na semana seguinte para tocar o aniversario da filha no clube AABB, onde o cachê foi a compra de um instrumento (tantan).

De lá pra cá o Grupo criou uma identificação própria e se propõe na tarefa de representar o samba de raiz na região do Seridó. Fazendo apresentações em bares, clubes, confraternização de amigos e familiares. Era um sonho de todos os integrantes tocar nos palcos da maior festa de padroeiro do estado, a Festa de Sant’Ana. Contribuindo com a diversidade musical da festa.

No repertório “desfilam” grandes mestres do cenário nacional e regional como: Roberto Ribeiro, Jorge Aragão, Clara Nunes, Zeca Pagodinho, Alcione, Martinho da Vila, Fundo de Quintal, Grupo Revelação, Grupo Raça, Elino Julião, Bezerra da Silva entre outros.

A formação atual conta com Novinho (voz e violão), Vanvan (cavaquinho e vocal), Jow (Baixo e vocal), Boskinho (Surdo e vocal), Jobinho (Pandeiro e vocal) e Lukinha (tantan).

Abrigado a todos que curtem o trabalho do Grupo S de Samba. O samba agradece!" ( Nota do Grupo S de Samba).

O MAIS NOVO CD DO GRUPO PAGODEIRO S DE SAMBA TRÁZ NA FRONTE O SUB-LEMA:
"FAZENDO CANTAR, FAZENDO SAMBAR E FAZENDO PENSAR" , nos remetendo a um momento sublime de nossa existência na prática vocal de enxotagem dos males, no exercício corporal e no refletir da mente que embora embebecida com o elixir rítmico, ainda força o consciente a agir sobre o inconsciente e repensar sobre o pensar sambólico como uma manifestação inconteste da liberalização energética da culura humana. Se é Samba de raíz, isso mexe com a estrutura e a faz vibrar de euforia. É ASSIM QUE SE TRADUZ O ENREDO DO GRUPO S DE SAMBA. 

A FAIXA MUSICAL DESSE CD É A SEGUINTE: 1- Pai ; 2- Sorri Pra Mim ; 3- Naquela Mesa / O Gás Acabou ; 4- Estrela de Madureira ; 5- Desejo de Amar ; 6- Ex-Amor ; 7- A Casa da Mãe da Gente ; 8- Feliz de Feliz te Vê ; 9- Isso é Fundo de Quintal ; 10- Ela só Quer Saber de Sambar ; 11- Homem das Ruas ; 12- Reunião de Bacana ; 13- Malandro é Malandro e Mané é Mané ; 14- Eu Não Sou Santo ; 15- Êta Povo Pra Lutar ; 16- Não Mete Essa ; 17- Saudade do Amor ; 1- Portela na Avenida.

SEUS TELEFONES DE CONTATO E CONTRATO: (84) 9937-3861 ; 9922-6244 OU 9955-3070.

ADQUIRA O SEU CD E OUÇA COM O CORAÇÃO O ESSE GRUPO DE RAÍZ DA TERRA DE SANT'ANA TEM PARA LHE DIZER. NUMA GRAVAÇÃO DIRETO DA SIMPLICIDADE DO BAR DE PEDIM.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

AINDA LEMBRO DE SUA MARCHA.

ERA UMA PEÇA CHAVE NO MEIO DAQUELA BANDA DE UM COLÉGIO QUE SEMPRE ESTÁ SENDO E NUNCA É NOS REVESES DA EXISTÊNCIA. PASSAVA A PEÇA CHAVE COM SEUS OLHOS ACANHADOS, BATENDO AQUELE SOM ENSURDECEDOR NO MEIO DA CORONEL MARTINIANO. PARECIA MAIS UM DEFILE VEDÉTICO DO QUE MESMO UM MÉRITO DE HONRATEZ À PÁTRIA AMADA. PASSAVA COM UMA INDUMENTÁRIA A RIGOR E DESPERTAVA AS SENSIBILIDADES MAIS RECÔNCAVAS DO ASSISTENTE DE PLANTÃO. ERA O DIA 7 E MAIS DE SETE ANOS DE ESPERA JÁ SE PASSAVAM, SENDO O RESULTADO DA ALIVIAÇÃO MUITO EQUIDISTANTE DA SACIAÇÃO DESEJADA. A QUEM DIGA QUE A PEÇA AMADURECEU NO SEU CUBÍCULO GEOMÉTRICO, MAS O QUE SE VERIFICA É APENAS UM COMODISMO AVENTUREIRO MOVIDO POR CONVERSAS DE PARENTELA COM A AMBIÇAO AMBICIOSA DAS NECESSIDADES DOENTIAS. E A MARCHA PROSSEGUIA ININTERRUPTAMENTE FAZENDO SUAS PARADAS E TOCANDO OS SEUS RÍTMOS CONSTIRPADOS QUE PARECIAM EXPREMER MEU ÓRGÃO DE BATIMENTO, DE TAL FORMA QUE CAÍ EM ACALENTO CARENTE. PORÉM ISSO SERVIRA DE SUSTENTÁCULO PARA A CADUQUICE AMOROSA.

sábado, 3 de setembro de 2011

PANO DE BRIMN.

POESIA: PANO DE BRIMN.
POETA: EDNALDO LUÍZ DOS SANTOS.

Eu não costuro mais
Esse Pano de Brimn
A máquina enferrujou
Tá dando até cupim
A seda do meu tecido
Não tece mais para mim.

Esse Pano de Brimn
Está todo ressecado
O ferro não engoma
Não é mais amaciado
Até mesmo na varanda
Ele fica engilhado.

Está em abandono
Esse Pano de tecido
Não pertence mais a mim
Pois está comprometido
Já fez juras de amor
Pra ser Pano de vestido.

Esse Pano não é corado
Pois contém boa alvura
Mais falta um coração
Um desenho, uma figura,
Pra dá vida a um querer
Que só ver beleza pura.

É um Pano avantajado
Com fiapos amarelos
O dourado em suas bordas
Feito torres de castelos
Tem gravura de dois cones
Nossa Deus! Como são belos!

É um Pano luxuoso
Só quer cobrir corpo são
Pr'um corpo empobrecido
Ele não tem coração
Disgraça a vida alheia
E nem sequer pede perdão.

Os fortes fios de Brimn
Que faz a geometria
Dão ao Pano a fraqueza
De viver grande alegria
É um Pano que se acaba
Sem viver o que queria.

Os ácaros até consomem
Os fios desse Pano
Deixando cheiro de morfo
Causando forte engano
E o gostinho de Sal
Ficará por mais de ano.

Pois o Potássio do tecido
Salga o Pano com odor
O perfume já se foi
E com ele o dissabor
Não sinto mais o desejo
Muitos menos o puro amor.

E assim será um Pano
Jogado na morfidão
Sua prole prolifere
Sendo calça ou um colchão
Que eu vou fazer minha vida
Com outro Pano de Chão.

Feito dia: 03/ 09/ 2011.

ESTOU CERCADOS POR BOINGS.

Há de se perceber a veracidade da qual eu me vejo pernoitando numa Lan House de exploraação capitalista e ainda por cima cercado de 4 apetitosas fêmeas da perturbação sonífera. São elas lapidadas de esbelticidades que causam uma cena de saciação um tanto quanto vantajosa para a líbido desenfreada que a natureza colocou no imaginário poético. As componentes são então passíveis de descrição. Uma tem suas glândulas suspensas no abismo da natureza materna, numa chaculejada tentadora que emite de longe um pedido de sugamento labial. É tão linda que deveras me absorve as ideias para descrevê-la. A outra está distante de mim uns dois computadores e já sinto seu perfume exalando um odor de têmpera sofreguidão e é tão bela quanto àquela. A outra, mais melindrosa do que as outras tantas, é de um carisma a rigor, e de uma suavidade magnífica. Também é linda como um que e tem seus olhos verdes, tão belos quanto os de uma sereia. A que está bem próximo de mim é uma formosura por se só, uma modelo de vitrine, rainha das camaradagens desse Alto de sobrassalto. E é linda que não finda. Mas minha pernoite é algo de açoite e me lançou no calabouço da perdição, quando o quarteto carismático me cumprimenta percebo que represento um meio do seio da significância.  

AÇUDE RECREIO

POEMA: AÇUDE RECREIO
POETA: EDNALDO LUÍZ DOS SANTOS.

Um dos primeiros açudes
Que surgiu no Seridó
Para reprezar o líquido
Tão valioso e importante
Para escapar da seca
Nosso terrível flagelo
E para bem amparar
A vida nesse sertão.

Chamaram-no Açude Recreio
O venturoso reservatório
Onde sua tranquilidade
Nos convida a um pequenique
E seu ar refrigerado
É nossa climatização
Sua água cristalina
Era benta e batizava.

E hoje em pleno desleixo
O Recreio não mais nos diverte
Muita porcaria humana
Faz mistura anti-higiênica
A pureza do Açude
Foge da nossa consciência
Que saudades dos bons banhos
No belo Açude Recreio!

Feito dia: 01/ 09/ 2011.

ANÍZIO, LEITOR DESTE BLOG EMITIU UMA GLOSSA SOBRE A POESIA MARIA BEIÇUDA.

O caríssimo leitor deste blog, o grande e poeta Anízio, ao ler interneticamente a minha ínfima obra "Maria Beiçuda", me reportou em depoimento a sua análise cordial em forma de glossa. Gostei muito da golssa e por isso eu repriso ela logo abaixo. Adorei seu olhar intelectual, meu nobre Anízio!
Vamos ver como ele poetizou:

GLOSSA: SOBRE O POEMA DE MARIA BEIÇUDA.
POR: ANÍZIO.

Pobre Maria beiçuda
Só falaram seus defeito
Omitem o que é perfeito
Mas isso em nada muda
Se a maria é rabuda
Algo tem pra oferecer
Mostrar e não esconder
Se tem beiço e é carnuda
Com Maria não se iluda
Ela pode lhe comer.

GLOSSA SOBRE A POESIA: MARIA BEIÇUDA. POETA: EDNALDO LUÍZ DOS SANTOS... em 31/08/11.