domingo, 16 de setembro de 2012

RRIIRIRROORORORO - UMA ALMA QUE BRINCA DE BONECA

ASSISTA A ESSE VÓDEO E NÃO MORRA DE MEDO. ISSO É FATO VERÍDICO.



USOS DA INOCÊNCIA

NÃO se pode gerenciar toda uma sociedade para a punição de seus percalços fatidicos e desprezados por circuntância da ocasião dantesca. É mais um momento de deguste do que está longe se concretizar para a Nossa Alegria. O toque já não é mais enfoque, é estoque de retoque. A condição mesquinha ao qual está subjulgado tal eventualista é muito depremente e chega a precisar de ajuda psíquica para uma libertação da sistematização tatista. No exato momento de concretude do sentido percebe-se um bloqueio logo de cara por causa da lixivação da sociedade vivida que atrapalha o que se conforta e o que transmite honorários de fetiche. Busca-se então contentar-se com a mesquinharia genética de cenários de outrora ou vive-se às migalhas de temperos hipotéticos. 
Seria mais prudente que se concretizasse o que era mais óbvio, mas o conjunto regrado não permite a defasagem saciadora dos insumos medíocres. Todo maniueísta ou narcisista sofre dessa praga inibidora da inocência. O uso contínuo dessa droga possibilita um desconforto tão desconfortante que no ato da vivência proclama-se uma libertação daquilo que se nomeia de enfermidade e ater-se da mesmice que se dispõe permitida neste mundo animalesco. Até quando pode ir uma inocência episódica? E quem será vítima do isolado imantado? É isso que o nicho precisa descobrir.   

LIVRO DE POESIA "DANÇA DA SEDA NUA"

LEIA ESTE LIVRO E SE DELICIE COM A PRODUÇÃO

"Dança em  Seda Nua" (poesia) foi publicado em 2009 com prefácio de Lisbeth Lima e Moacy Cirne  e ilustrações de Dorian Gray Caldas.

É UMA PRODUÇÃO NORTERIOGRANDENSE QUE MERECE SER LIDA PARA SUPRESSÃO DA CURIOSIDADE HUMANA. VOCÊ ENCONTRA ELE NAS BANCAS DO RIO GRANDE DO NORTE. PROCURE-O.

domingo, 9 de setembro de 2012

ZONA NORTE DE CAICÓ ESTÁ VIVENDO A SUPERLOTAÇÃO DE SALAS DE AULA.

QUE RENDIMENTO ESCOLAR PROVERÁ DESSA SITUAÇÃO? É o que eu quero saber. Como é que o poder público municipal pode aceitar uma situação dessas? A escola do Salviano Santos foi fechada e os alunos estão correndo para as escolas mais próximas. Só para se ter uma idéia no Alto da Boa Vista e no Samanaú existem salas de aula de séries iniciais lotadas de alunos. E o pior é que tem muitos que não querem nada com a vida e só vão as escolas para bagunçarem. Uma sala superlotada torna difícila situação do professor em dar aulas porque ele terá que se desgastar o máximo pra atender uma clientela numerosa e barulhenta. O professor detem logo problemas de saúde. E além disso muitos alunos não conseguem aprender nada devido o excesso de bartulho que se pode notar. É UM ABSURDO! ONDE É QUE ESTÁ O APRENDER DISCENTE NESSA OCASIÃO?
Vejo que o ideal seria que uma sala de aula comportasse até no máximo 20 alunos, mas como os gorvernos só querem saber de números a superlotação parece ser constante nesse Brasil véi desregulado. Tudo bem, se os governantes quiserem arcar com as doenças dos docentes e o desaprender atrasado dos discentes podem encher a sardinha de carne!

A BELA DE VERDE.

POESIA: A BELA DE VERDE.
POETA: EDNALDO LUÍZ DOS SANTOS.

Você meu bem que se mostra toda arrumada
O que esconde por baixo do embrulho?
Fico calmo e vou logo imaginando
O espasmo desse gozo faz barulho.

Penso que detenho minha coragem
Mas sou um fraco tremendo na timidez
Eu diria que a sua natureza
Vale mais do que a pura nudez.

O verde que encobre teu contexto
Me inspira ao profundo esplendor
Quero a verde natureza que te fez
Pr’uma vida momentânea de sabor.

Sob o verde que te cobre eu quero verde
Tão despida de verdagem natural
Se no plantio frutifico a inspiração
Eu vou xaxar a sua rama corporal.

Melindrando essa cor que me cativa
Meu olhar se perde em pensamento
É o verde mais ofusco do querer
Que me faz te despi nesse momento.

Verde bela que desejo ter partido
E teu partido me transforma em bacurau
Verde só o meu olho apaixonado
Que me prende num produto de sarau.

Bela verde eu estou tão colorido
Esperando a verdura em aquarela
Vou pintar teu partido ao natural
E ver teu verde tão exposto em bela tela.

O teu verde é a pura exatidão
De um amor que pra mim será eterno
Quero o verde dessa doce esperança
Bela de verde eu quero ser seu subalterno.

Feito dia: 05/ 09/ 2012.

A FORMA DA FORMADORA

CRIOU-SE um clima de inveja mútua com a situação invejante da silhueta analisada. Parecia que aquela forma insuflava a deformação instrutiva a lutar pela estética local. Quem detinha a região glútea expansiva ou o recinto estomacal em declive estava renegado a dar o melhor de si para a formação anti-deformação. Era de se surpreender o simples fato da formadora está em forma estética longe de uma esfericidade geométrica amalgamada com a desilusão matreira.

A formadora de opinião dividi opinião no tocante a conservação epitelial e enxertada com o sumo da guludice medonha. A presença chega com seu passo acanhado, sutil e delicado excitando os pensamentos esborniáveis e trazendo um aconchego mais aconchegante do que os outros que se mostram no recinto como opção opcional. É um aconchego tão gostoso que de súbito qualquer carente queria descarentar com a comida dos outros ratos mais audaciosos que tomaram a frente do inspirador da produção alheia. Um aconchego que ele queria que estivesse em seu cubículo quadricular com seu couro de veludo tão macio e delirante que jamais seria passível de atos extremos ou de iras diabólicas. Um aconchego formal que a formadora mantinha sempre numa aparente singularidade e simplicidade, tanto que escondia o vulcão de inocente perdição do estado empolgante.

A forma mantinha-se formada mesmo conservando o sulco flamejante do delírio inspirado. Era a silhueta que era posta como invejante ao nomadismo sedentário. Mas que quando ouriçada despertava a exaustão do clímax animal. O homem na ação formadora beberia a seiva da extração da letra G como referência ao extremo ponto espacial.

Para o poeta a formadora era a doce forma da esperança promíscua para um futuro estagnado na saciação querida e pacificada no dissabor humano. Querer a vivência para si é ter a forma predileta para sempre na companhia formadora. Quem detem tal formosura se lambusa adocicado e nem sabe a riqueza de valor que está ao seu dispor. Ah se todo homem tivesse a forma da formadora!

AS CAGADAS DO SERTÃO.

ANTIGAMENTE (longe de ser um ancião, mas de acordo com os meus conhecimentos de vivência praticada era assim que se chamava), quando dava uma dor de barriga ou quando se queria da a velha cagada era um momento mais excitante que se tinha naqueles tempos de liberdade enxerida.
Quando o matuto comia aqueles comer de sustância mais orgânica era inevitável o ajuntamento do bolo alimentar no intestino e seja de noite ou dia, até mesmo no frescor da cruviana, se tinha o momento prazeroso da cagada matuta. Os comer era a tradiconal féjoada com pão-de-mi, girimum e batata-doce. Ainda tinha uma salada de melão de sobremesa. Isso era no armoço, pois no café era batata-doce, queijo, tapioca com ovo, leite com pão-de-mi e outras iguarias culinais dos tempos de outrora. Tinha o quebra jijum que era antes do café, que podia ser um prato de quaiada ou um pão feito em casa, isso mais ou menos as quatro hora da madruga. O café era de umas 9 horas. O armoço era lá pras 11 horas. Adispois, lá pras 3 horas tinha o lanche que podia ser um taco de rapadura com bulacha ou siquilo de goma, pudia até ter bulacha-de-leite. Pras 6 hora tinha o jantar que era um banquete também. Se comia angu, xerem, munguzá, papa-de-leite com farinha chamado nas redondezas de escaldado e até sopa. Lá pras 9 hora da noite, adepois do papear na calçada, tinha a ceia que se arranjava com um prato de quaiada ou de leite com bulacha ou farinha. Batata com leite também era uma ótima pedida.

Então, quando se juntava isso tudo na barriga do matuto fazia aquele roi-roi, dava bucho –inchado, aí logo o matuto acunhava dentro dos mato a percura de uma moita de mufumbo enramado ou de um pereiro frondoso para a evacuação medonha do bucho do cristão. Quando havia uma serroteira era mais mio, pois o banheiro já estava feito. A negada do sertão tinha um medo de alguém ver eles cagando, então tinha que se esconder bem escondido. Até as muié de respeito murria de medo de entrar dentro dos matos, pois tinha pavor de encontrar argum tarado no cio e que pudia correr atrás delas.
Mas o fato era dito numa dor-de-barriga num tinha cristão seja rico ou seja pobre que agüentasse ou se alembrasse dessas precauções. O frecheiro era grande.
Como não havia muita gente nas paragens pudia o cagador tirar toda a roupa pra ficar em contato direto com a natureza. O ventim quando entrava nas vergonhas era frescor danado... Ufa, e o pior é que esse poeta também já sentiu isso! O ventim servia para refrescar o conjunto que sempre vive abafado sem correr um tico de vento pra ventilar.
Ai o matuto logo se espremia até o útero da pressão das tripas e ligeiro lá vinha o tolete ora duro feito bala, ora amolecido com a desinteira amebiana. A força fazia o matuto gemer...UUUUufff! AAAHHhhfff! OOONnnnfff! E o suor chega pingava. A merda ficava aos boletes. As vezes um matuto com lombriga butava as bichas pra fora e só se via elas se bulindo e o matuto assombrado pensano que tinha dado a luz a uma cobra, filha sua. Outros quando cumia só mi nos tempos de São João a bosta era um milharal. Outros tinha hemorragia furical devido tanto butar força pra cagar e era comum ver manchas de sangue em cima dos toletes.
Quando o matuto terminava o serviço e tinha que se alimpar. O papé era difícil, mas o matuto não ficava com o cú chei de bosta não, ele rapidamente tinha uma idéia de se utilizar da natureza. Se a moita onde ele tava fosse um pé de mufumbo as suas fôias era o papé, e foi mermo – o primeiro papé higiênico do sertão foram as fôias de prantas. Era tanto que o matuto ficava mais animado pra cagar nos tempos de inverno devido o fato de ter muita fôia pra se alimpar e ele até se danava com os Mané-mago que também disputava as fôia com ele.
Nos tempos da seca braba o rego pudia ser alimpado com pedra-de-fogo, pedaço de pau, capim seco, e gai de velame. Os que tinha outras provimentos pudia se alimpar com papé-de-embrui, papé-de-cuscuiz, papé-de-farinha-de-trigo, saco véi de cimento e até bucha de pé-de-bucha. O cú num ficava muito bem alimpado, mas era o que se pudia fazer. Quando tinha banho de açude ai era que o matuto lavava suas partes sujas.
O cagadorismo do sertão era assim. Dava gosto se ver as rudias de bosta espalhadas pelo sertão adentro. Onde se via bosta já se sabia que ali era um cagadouro de responsa. O ruim era quando chovia que a água levava toda merda para dentro dos açudes e rios, podendo os banhistas ser acometidos pelo verme da esquitosomose.
Quando o bolete passava certos dias o mosqueiro se alimentava dele e nascia uma corja de tapurus. Os poico que andavam pelos matos adoravam comer cocô humano. Isso prova que a bosta do matuto servia de alimento pra outros animais. Até galinha comia a merda fresca.
Tinha outros matutos ruins que tinha a tradição de fazer mardade com os outros e tacava fogo nas bostas para pipocar o cú dos cagadores. E num é que a mandinga dava certo mermo, no outro dia começava a dar uma coceira no ané viário e o matuto pudia se aprontar para ter seu anus pipocado pelo feitiço humano.
Não se pudia passar fôia de urtiga não, pois dava um comichão danado e o nego pudia até tirar a roupa no mei do povo com a ardência da planta.
A caganeira era diferente do cagar, já que no cagar o tolete era duro e resistente, saindo até em forma de desenho imaginário. A caganeira é água corrida, esverdeada, feito mantega de queijo. O orifício anal ficava todo assado com as alimpadas freqüentes, mas um chá de cidreira combatia a aflição.
Era desse jeito que cagava no sertão de outrora. Muitos matutos eram acometidos de hemorróida aguda devido a falta de higiene anal. Outros eram chamados de cú-de-fossa por mode a catinga que tinha no Rêgo. Eles até que conseguia viver em sociedade visto que não havia muito boiolismo nessas paragens. As cagadas detinham nomes como: cagada supositório que saía com alívio e prazer; cagada-a-jato que saía numa ligeireza grande; cagada-de-bode que saía os toletes em pedaços pequenos, geralmente dados aos moleques sambudos; cagada arquiteta que era aquela que era arrumada em montes um em cima do outro; cagada miserável que o matuto se espremia todo e só cagava um tiquinho; e cagada-de-água que era aquela que só produzia água por causa da disenteria amebiana.
Hoje as cagadas estão mais modestas. Os banheiros são mais sofisticados, tem cerâmicas, papel higiênico de todas as qualidades, até prefumado. As privadas são luxuosas contendo até jatos d’água para alimpar o conjunto. Já tem uma pia para se lavar as mãos embostadas. A caatinga já está escassa e muito desnudada e o cadourismo rudimentar cedeu espaço para o espremer no requinte. Uma frescura diferente do frescor que se tinha nos matos de outrora. Hoje se um vizinho quiser fazer um cagadouro no seu muro, debaixo de plantas, ele é logo denunciado ao saneamento básico ou filmado para a sua vergonha local.
É! Puxa, eu falei tanto em cagar que agora me deu vontade de cagar. Mas fico em dúvida: eu cago no mato ou no banheiro?

A MENINA DAS PETECAS

ERA senão uma petecaria móvel por natureza. Calculavam-se de longe umas duas ou três petecas robustas de enxerto duvidoso. A penugem se confundia com as samambaias ocultas da Estação Ferroviária. Mas a menina era tão singela com suas petecas que caía de mansinho no imaginário poético de arquétipo em frangalhos. Os analistas de plantão tomaram uma peteca para analisar como era a espessura e a desenvoltura petequista. Souberam em fanfarrice que a peteca da menina era composta pelo citado enxerto e detinha uma penugem que escondia o orifício acanhado e já debilitado pelo espaço mórbido de tempos de repique. Era uma peteca de novíssima rebeldia e que surtia um destino amasiado de peraltice infantil.

De ponto os analistas orquestraram logo anedotas de galocha e intimidaram a menina das petecas a tal ponto que de longe já se ouvia um dizer “vou dá um tapa na peteca!” assentado na velha saudade petequeira de outrora. Mas um malquisto sábio soube de sabedoria que para dá um tapinha na peteca gordinha era de preferência preciso que o dedilhador tivesse a mão grossa e encaliçada pelo sobe e desce das funções noturnas. Fumassou-se que o encaliçamento era de fato indispensável para o uso tátil da peteca de couro. Este couro petequeiro era de cor branca fundada nos alouramentos tingidos do modismo recôndito e que não se via mais nos usos e abusos da proporção ativa e delirante.
A menina percebia que todo mundo olhava sua peteca com esmero e admiração. Uma peteca gorda e de couro branco, maciço, com penugem colhida no galinheiro de galinha anã, propriamente da caieira da índia ou do diabo que carregue. E comentava-se que havia um sururu do chocamento de penacho. A menina então guardou suas petecas num bisaco branco e acabaram as análises dos analistas em torno daqueles brinquedos folclóricos.
E ainda ficou um malfazejo a bullingar com a menina pregando o lema de que era um representante da classe abastada da sociedade vivida e que já tinha experiência na peteca, no tapinha da peteca, pois suas mãos eram encaliçadas pelo tempo amargo da dureza vital.
Contudo, por fim, acabaram-se as análises irremediáveis de peteca e transgrediram outros assuntos diversos quando a menina pegou o bisaco e rodopiou na vereda sertaneja em busca de um lugarejo com dupla identidade onde se podia ser surpreendido por uma ação medíocre de figura do demo montada numa vassoura e assombrando os aparentes agentes transformadores do bem-estar social. A menina nunca vira a assombração, mas a imaginava na cabeça e por isso metia o pé na carreira, sempre correndo com o regurgito do tempo da prática enfadonha. Isso levou os analistas a comentar: a peteca era o folclore da menina.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

GALEGA MAIZENA

POESIA: GALEGA MAIZENA
POETA: EDNALDO LUÍZ DOS SANTOS.

Àquela galega é magra, pequena,
É minha maizena que me alimenta
É doce deguste, de seios pequenos,
Seus olhos serenos são fogos que atenta.

Teus seios robustos, pequenos, macios,
Me dão calafrios quando me beliscam
Teus fios melenos de tons aloirados
Teus gestos tarados só me aliciam.

Maizena que provo e não me arrependo
Teu busto tremendo, me faz delirar
Procuro aconchego sem ter tirania
Na tua bacia eu quero ficar.

Toco no teu ventre, pulsante, tarado,
Estou cativado, no quente regaço
Me dá comichão teu jeito, teu cheiro,
É um formigueiro teu doce abraço.

E desse jeitinho te quero todinha
Maizena rainha seja minha flor
Por que necessito do seu bem-querer
Eu quero viver do seu puro amor.

Feito dia: 04/09/2012.

SERTÃO POBRE/SERTÃO RICO!

POESIA: SERTÃO POBRE/SERTÃO RICO!
POETA:  Paulo Márcio Bernardo da Silva


Pobre sertão seco e maltratado
De um povo triste e desesperançado,
Que tantos prometem e ninguém faz nada
E a morte de crianças que costuma ser mostrada!

Rico é o sertão que queremos ter,
Exportando talentos com muito prazer,
Gente que vive na exclusão...
Mas que não trás a raiva em seu coração!

Inóspito sertão sem alegria,
Que vive sofrendo a agonia,
Mostra a sua tolerância e fraqueza,
Mas manifeste sua virtual realeza!

Paraíso de sertão que queremos ver,
É o que tem escondido e não nos deixam saber
Suas fontes de águas no subsolo guardadas
Que não querem que sejam mostradas!

Abram a voz queridos sertanejos,
Cantem cordéis ilustres brasileiros,
Pois os seus cantos serão ouvidos
E seus pedidos atendidos!

Grite meu povo nordestino,
Pois é assim que mudarão o destino;
É com fé e muita bravura,
Que encontrarão a felicidade futura!

Autor: Paulo Márcio Bernardo da Silva.
FONTE: http://cordeldecorda.blogspot.com.br .

BLOG DO POETA DO SERIDÓ EDNALDO LUÍZ BATERÁ MAIS UM RECORDE DE ACESSOS.


EU, Ednaldo Luíz, estou abismado com a proporção gigantesca, mesmo que exagedamente, que o nosso blog tem alcançado nos mais longíguos rincos da busca de informações e da poesia mais interiorana que se foi verificada neste simples espaço de sofreguidão. 
Estou muito feliz por você meu nobre leitor que as vezes se acorda com os zói chei de remela para acessar este blog. Embora que você não possa encontrá-lo atualizado, mas voc~e encontra aqui o elixir que precisa para entender o submundo poético. 
Fico feliz por ajudar a você a ter mais tesão em viver, em gozar da vida que Deus lhe deu e a poder observar junto comigo o comportamento entregante da vida alheia. Fiquei muito feliz quando eu encontrei uma blogueira lindissima de nome Janaína Galvão que agora é minha parceira no coleguismo do funcionalismo público de Caicó e ela me disse que só ficou sabendo de sua chamada para o concurso público da dita cidade quando acessou este blog. Ela disse que era leitora assidua deste espaço e que adorava os escritos. Uma guerreira lá de Parnamirim também me disse que acessava esta página internética. Fico lisongeado com tamanho glamour e consideração pelo que escrevo, divulgo e oriento. 
Todo dia busco inspiração para suprir a carência orgástica do taradismo culto e intelectual. 
ESTE BLOG BATERÁ O RECORDE DE 40.000 ACESSOS NESTE ANO DE 2012 DESDE O DIA EM QUE FOI CRIADO. Estou estagnado com essa vitória produtiva. 
Muito obrigado a todos vocês colegas, amigos, soldados, advogados, agentes, tarados, lésbicas, homossexuais, amancebados, intelectuais, ignorantes, e toda a reca que acessa esta blog. Um cheiro no oi.  

RACIONAMENTO D'ÁGUA EM CAICÓ JÁ COMEÇOU E ESTÁ CAUSANDO TRANSTORNOS A POPULAÇÃO.

E UM DOS LUGARES MAIS AFETADOS POR ISSO ESTÁ SENDO A ZONA NORTE CAICOENSE.


JÁ foi previsto pelos cálculos meteorológicos que o racionamento d'água no sertão nordestino seria inevitável. Pois bem isso já está acontecendo na capital do Seridó. O racionemento d'água em Caicó já se iniciou nos confins do mês de Agosto e será estendido por tempo indeterminado.
Há um rodízio de dias que a CAERN lidera água e outros não. Parece-me que são dois dias e duas noites com água e dois dias e mais duas noites sem água. Muitas pessoas já estão comprando tambores para encher de precausão durante os dias de sequidão pertinente.
Isso não é a riaz do problema! O que já se está verificando com essa tomada inevitável de decisão é a FALTA D'ÁGUA NAS ESCOLAS DA CIDADE. Para se ter uma ideia só na zona norte da cidade de Caicó algumas escolas já estão paralisando suas aulas por falta d'água. Já foram suspensas aulas do bairro Samanaú, Boa Passagem e Vila do Príncipe. Essas paralisações serão frequetes enquanto não se toma uma medida de acude  ao funcionamento dos dias letivos das citadas instituições. Outras escolas poderão paralisar suas aulas a qualquer momento.
A falta d'água no Nordeste causará forte desespero em muitos nordestinos e há previsões de que a Seca Grande permaneça até o ano de 2013.
O que se aconselha é que as pessoas agora tomem consciência do desperdício d'água  e evite está gastando água com besteira. Lavar calçadas, carros, motos, agoar muros, terreiros, isso pode ser evitado para o bem comum de todos os cidadãos interioranos. A Seca Dura vai te pegar de qualquer jeito e você sofrerá os encalços da flagelação.
ECONOMIZE ÁGUA SE NÃO VOCÊ NÃO TERÁ NENHUMA GOTA DO LÍQUIDO PARA LAVAR AS SUAS PARTES FEDORENTAS. E SE NÃO TIVER CUIDADO DAQUI A ALGUNS DIAS VOCÊ ESTARÁ TOMANDO ÁGUA NUM COPINHO DE REMÉDIO.