sábado, 27 de outubro de 2012

OSAMA PLANTOU A SUA HISTÓRIA NO MUNDO

O MUNDO MOVIDO AO CAPISTALISMO SELVAGEM AS VEZES PRODUZ SERES COMO ESTE QUE OS EUA ELIMINARAM PARA O BEM ESTAR CAPITAL.

O ALTO DAS BEBEDEIRAS DE DEBUTANTES

O PODER DO AICO LIBERANDO AS FRANGAS.

INCONSTESTE, é o que não se pode duvidar que o famoso AICO tem um poder muito grande no que tange ao liberamento das frangas reprimidas e excluídas pela sociedade local. O liberamento vai desde um grito de fera no cio até uma ralada de rabo no chão quando se ouve uma melodia da aeronáutica musical que se encontra no auge da perdição feminina. É como se isso fosse natural de fera mesmo, de bicho humano mesmo. A natureza já dota o porte frágil de uma condição de liberalismo afoito que sempre puxa para o lado que a oca o povo comenta e sustenta por experiências próprias. O momento talvez fosse sublime, mas sempre tende a buscar o lado do liberalismo fornicador dependendo da ação freudiana do AICO na jogada.
Era um bando de debutantes, ainda na flor da idade, soltando as frangas no visto alto da liberdade. A observação tendenciou para uma emagrecida postura que se auto remexia com a sofreguidão de lançar fetiches de arrependimentos sobre um tirano medíocre de macarronismo capilar. Era como se diz nos sertões um vicio viçoso, de temperamentos boquiabertos e aparecedores de amostramentos mundanos. Viu-se um recipiente cheio de néctar dos deuses indígenas e uma combustão generalizada de proteínas cartilaginosas. Nos preparos para o liberalismo freudiano, via-se o deguste incontrolável da fêmea em sabatina e pode-se concretizar as inspirações populares com leituras opticas de deboches e de saciações gazáveis. 
A virulência do AICO misturado com as ditas proteínas desenhava um cenário insinuador para um incesto carnal ou para um tira-casquinha mais aceito no topo da inalação prosódica. Era Ingrediente desobediente diante de um mal-estar consorciado de um esposório que não colou para o bem da prole única da bola-de-gude que repassou seu vício inconscientemente. Ingrediente que parasitava as debutantes e as convidavam para um malabarismo coletivo afim de despertar os pensamentos mais audaciosos dos mancebos em questão e dos buscadores de cenas inspiradoras.
Não se mesclou nenhuma denúncia de poluição de sortinidos em LÁ maior. Era mais prudente deixar-se levar à balbúrdia para ver os limites limitrófes das debutantes em marasmos excitantes. O líquido que se consumia era da cor de uréia e nele estava escrito o poder da virulência promíscua.  

sábado, 13 de outubro de 2012

O TRIO DAS OLIGARQUIAS CAICOENSES

VERDE - AMARELO - VERMELHO

FOI VISTO em plena arena apolítica que as coligações tenderam, neste ano de 2012 nas eleições prefeituais, a confeccionar uma terceira oligarquia de bandeirismo popular. Foi senão uma oligarquia que se pretende implantar nos possessos anos pela frente da vida mesquinha da cidade de Caicó.
A formação do AMARELO para representar o anemismo de conduta política, tentando desviar as perspectivas de uma mudança mais promissora para a nossa cidade que padece com deficiências educacionais e de saúde pública. A mudança no contexto abrangente seria pois dada a um conjunto de classe média que quer se firmar no cenário caiocoense. É uma nova oligarquia que quer se colocar no meio das outras duas já existente. E o pior é que está usando a conformidade do povo esperançoso na mudança próspera.
Muitos dos propagadores dessa nova oligarquia de cor partidária já pertenceram as oligarquias preexistentes e a idéia de mudança se camufla com a idéia de continuação dos anseios mesclados. A febre amarela ainda está em fase de teste procarionte, mas depois quando pegar tornar-se-à uma tintura encrustada na pele e na manipulação das necessidades sociais. Parece que o AMARELO assume a responsabilidade de cuidar das riquezas da cidade, aquilo que a nossa sociedade precisaria para se desenvolver, dá emprego aos jovens e fazer todos os concidadãos delirar por um ouro mais verde louro desta flâmula.
Enquanto o VERDE cuida da esperança dos bestializados caicoenses, assumindo o papel verdejante de preservar a natureza da mesmice oligárquica, onde se ver a conservação eminente e maleável do Rio Seridó e Barra Nova. O VERMELHO trata do cuidado com a fraternidade caicoense, onde a paixão dependiosa se mistura com o amor a Nossa Senhora de Sant’Ana e a pobreza necessitada das precisões hospitalares.
Dessa forma por nossas análises apolíticas e de melhoramentos sociais até onde vai parar a sociedade caicoense com essa manipulação das necessidades de seus habitantes?
Vejo que se dão voltas e mais voltas, mas o povo é quem fica sendo jogado pra lá e prá cá e sendo forçado a assumir um partido ou outro. Fica sendo forçado a ter uma paixão partidária de pertencialismo minguante a um mundo opaco.
Vejo a construção de um zoológico político que o IBAMA devia apurar esses usos para não colocar em extinção a moral do cidadão. Quando não é BICUDO, é BACURAU e agora entra O CANÁRIO, para amarelar a vida dos caicoenses.
É a briga entre as oligarquias perdura já faz anos e a mesmice inova, mas não deixa de imperar na cidade de Caicó. Pobre dos bestializados caicoenses e do Seridó como um todo.

MORENA DE MIM.


POESIA: MORENA DE MIM.
POETA: EDNALDO LUÍZ DOS SANTOS.

Quando eu te vi morena toda assim
Fiquei pensando doido, abobalhado,
Se nós pudéssemos ter um momento
Eu te queria em um querer apaixonado.

Nós marcamos o tal encontro de amor
E se tudo der certo, por certo, ficamos
E se o tempo for justo e se justificar
Nós sem pensarmos namoramos.

Ai o mundo pode acabar pelo apocalipse
Que nós nem ligamos com isso não
Preferimos morrer no amor imortal
Do que sofrer na imunda solidão.

Morena de mim eu te quero assim...
Toda cheinha, toda simplória
Toda esbéltica, toda bonita
Pois em vida eu serei a tua glória.

Feito dia: 29 / 09/ 2012.

O MAL DA CALCINHA.


A FILOSOFIA DA PEÇA.

A VISÃO NÃO É TESUDA, mas curiosa. Está na mente do inconciente natural de querer ver o incesto à mostra. Tudo aquilo que é encoberto torna-se passível de curiosidade, pois desde pequeno que o homem aprende desvendar o mundo que se apresenta estranho para ele. A exemplo quando nós vemos um presente temos logo a curiosidade de querer saber o que é que está por trás do embrulho. Quando se desvenda o embrulho, por muito tempo de visto, já se começa logo a colocar defeitos para um desuso. Isso acontece porque o cérebro já não trabalha mais com a função da curiosidade e sim com a função de aceitação do algo desvendado.
Do mesmo jeito é a dita peça da proteção dantesca que se acha no submundo do lirismo poético, protegida por um artefato de tecido adiposo que coloca a proteção moralizante numa vacância de libertinagens afoitas e que dão ligeira impressão ao paganismo pecador de imaginar o cenário de provação.
A peça se mostra com três orifícios de preenchimento corpóreo, indo desde os membros verticais até a silhueta que lhe cabe como região hanchurada. A peça protege o engodo agraciado, mas libera a apreciação dos vistos binoculares que possibilitam o delírio famigerado e instiga a proprietária da região a deixar-se amostrar por viva natureza perdida.
Só que a curiosidade à peça é efêmera se deixar à mostra por muito tempo. Se não a visão terá sempre seu destino certo. O algo desvendado é algo imperceptível, pois foi passível de observação. O algo oculto atrai os olhares que se lançaram na marginalidade e procuraram jeitos e mais jeitos de estuprarem a realidade observada.
Toda peça que demonstre prazer atrairá uma curiosidade mais afinca a partir de uma perversão do pensamento psíquico do naturalismo humano. Seja de qual gênero for o olhar, o homem possui o dinamismo das bolas do mal.

TE AMO LALÁ

O AMOR POR LALÁ é um tanto quanto verdadeiro que o malogro deixa expor nos seus converseiros alheios. A arena dos ilustrados que repassam seus informes já se cochicham entre si levantando seus questionamentos por baixo das saias afoitas. Mas o malogro não permite que se deixem formalizar um pensamento concreto visto que as intenções recobrem os anseios que não são para serem vistos e sentidos por outrem. Conspiram-se atrás de respostas convincentes, porém depois se disfarçam de verdume para ver se descobrem um palpite para conhecerem o submundo do idealismo intelectual do sábio que advoga.

O malogro está deformando-se devido a submissão do tempo desprezível e ainda continua na sapiência fumegante que o sustenta no status social da aceitação desumana. O amor por lalá é tido como um sentimento mais real do que surreal, só falta a mesma vistosa perceber o tino sem desatino para que o destino possa interligar os fios de um querenismo mais viril e mais dado a provações espetaculares. Jamais o que não foi provado deve ser ignorado perante o estado dantesco que se apresenta, convidando-a para um momento tão ápice que a busca pelo fator G torna-se mais curta e bem mais apurada.

Lalá para os curiosos deve de ser uma sigla da Legião da Lactose Lambidae ou do Lar do Lado para um disfarce público de vivência predileto. O algo exposto tornar-se-à sem gosto. Lalá é uma sigla que está em uso constante na bancada dos vermes mais ilustres do sertão seridoense. É maquinesítico o contato labial do achismo vulgar, mas é mais aproximante e mais apaixonante do que qualquer sentido posto no jogo das caridades medíocres. A sigla Lalá também é muito usada nos pensamentos da ilustração bullingada devido ao fato da deformação que msotra presente na mente e no físico de quem observa com mais êxtase. É por isso que muitos intelectuais s disfarçam e se interrogam a si e a ti: quem dentre vós que não tem amado Lalá que atire um buquê de flores?

COXA BRANCA.


POESIA: COXA BRANCA.

POETA: EDNALDO LUÍZ DOS SANTOS.

Vejo-a tão branca e reluzente
À minha frente, coxa macia
Que só eu sentia quando em ti tateava
Eu só me lembrava daquele momento
Que no acalento eu experimentava
O que eu olhava era muito provocante
Se eu fosse amante do teu eu em frangalhos
Saberia os atalhos para a possuir
E poder a sentir em gozo profundo
Invadir o teu mundo fazer tal bagunça
Ver-te como onça rasgando minha pele
Você me expele o líquido da flora
Você me adora e não sabe disso
Se lhe dou serviço te vejo vadia
É uma agonia olhar sem deguste
Teu membro ilustre me chama atenção
Vejo o branquidão do querer proibido
E fico bandido, fugindo de tudo
Parece um entrudo do riso efêmero
Discurso de gênero mistura com classe
E nesse impasse me jogo no drama
Ao lado da cama está tudo deserto
Não enxergo o certo cobrindo o errado
É tudo pichado com face mesquinha
Vivendo vidinha sem pura essência
Tua displicência do mal arbitrário
Fisgando honorário como um parasita
Queimando a fita da volta por cima
Perdendo a rima do valor do ser
Por isso você vá vestir uma calça
Folgada na alça sem forma curvada
Pois vida privada agente protege
E até elege um conjunto de regra
Que só alegra quem monopoliza
A coxa precisa de uma proteção
Que lhe dê razão e puro eufenismo
Teu doce branquismo figura a paz
Acho-te demais no meu romantismo.

Feito dia: 29/ 09/ 2012.

A LOUCURA SE FAZ COM QUEM É LOUCO.

ESSE foi um ditado que eu criei em virtude de uma análise cavilosa em torno de cenas que presencio durante a minha trajetória adante. É de se ver nos autos dos casos a parte que o taxamento de louco é um tanto louco por entendimento alheio. O que se figura ou se configura nas vistas analíticas é que nenhuma pessoa age em sua loucura fingindo que é louco em demasia. Pra ser louco deve-se ter a necessidade de o sê-lo sem saber se deve ser ou não. A inteligência do louco trabalha pela função honorária de giros circundantes de 360º ao passo de que os neurônios neurastênicos insuflam de eventualidades que vão dominar o universo psíquico do louco. O louco adora loucuras e essa prática mental detém suas fases em número de três: a primeira é o louco consciente que quer que os outros lhe tachem de louco para que ele possa se dá bem na sociedade; a segunda é o louco meio termo que detém lapsos de loucura e depois volta ao estado de quase normalidade; e a terceira é o louco agudo, em estado avançado de loucura circundante , aquele que não sabe por que é louco, mas aceita a condição por que detém impotência para superar essa condição. Suas loucuras atinge patamares que perturbam agressivamente os seres ao seu redor. A alternativa seria fazer um transplante de cabeça na cuca do louco em questão.

Mas o louco tem inteligência? Não se sabe ao certo, mas já se vale o ditado que “de poeta e de louco todo mundo tem um pouco”. Ser louco não implica falta de inteligência, mas um uso secreto dela, um desvio que ao ver da sociedade moral e regrada é uma praga que prejudica o sossego alheio. É dito que até eu fui chamado de louco pela porcaria da sociedade. E eu não sei se eu sou louco mesmo, mas asseguro que já sou poeta.... não sei se sou louco. Pois bem, a loucura se faz com quem é louco.

PEDAÇO DE PAU


um reboliço quando antigamente se via um pedaço de pau pelo chão de nossa Caatinga velha. Como todo mundo naqueles tempos cozinhava suas comidas em fogo de lenha a Caatinga era visitada constantemente pelos catadores de pedaços de pau que andava nas veredas seridoenses com um cesto de palha na cabeça enchendo-o de pedaços de pau. Os moleques até que ajudavam quando era necessário. Mas essa tarefa era mais feita pelas mulheres da época e até pelas donzelas. Os machos ficavam com a função eloqüente de rachar com um machado os troncos grossos de plantas como a jurema, o pereiro, o mofumbo,etc.
Os machos tinham que levar uma carroça de mão para pegar os troncos rachados para as donas de casas poderem cozinhar e encher o rabo dos machos. Caso eles não quisessem levar a carroçada de pau, podia-se levar uma surra de cassete quando um desses machos tinha uma mulher braba. O fugão-de-lenha era dentro de casa ou debaixo de uma latada na porta da cozinha. As muié traziam os cestos cheios de pedaços de pau e despejavam próximo do forno, pois diziam elas que era pra ficar mais perto pra quando fosse acender o fogo tivesse os pedaços de pau ali. Os pedaços de pau poderiam ser chamados de gravetos, mas reza a tradição que os gravetos eram pedaços de pau da planta chamada velame. Um cesto cheio de pedaços de pau dava mais ou menos para uns três dias, depois tinha que as muié procurar mais. No inverno era interessante a busca de pedaços de pau, pois se tinha que procurar muito pedaço de pau visto que não se encontrava mais nenhum durante o inverno, já que os matos da Caatinga estavam tudo verde e a terra molhada.
Os pedaços de pau serviam até para acender os cachimbos das véias fumadeiras que sentava o rabo na sapata do fugão e ia baforar até umas horas, esperando o comer cozinhar, falando incessantemente da vida alheia. Também a cabocada usavam uns pauzinhos no rabo para alimpar o seu Rêgo no simplório ofício das cagadas naturais.
Na Caatinga os pedaços de pau só eram encontrados durante a seca grande que acometia boa parte do ano. Por isso que se alguém visitar algum solo do Seridó vai logo de cara notar a limpeza no solo sertanejo, parecendo que as véias do sertão passaram a vassoura nos campos ensalitrados pelo odor da produção humana.

BLALALÁ.


POEMA: BLALALÁ.
POETA: EDNALDO LUÍZ DOS SANTOS.

TE AMO, TE ADORO
TE QUERO, TE CHEIRO,
TE TOCO, TE OLHO
TE DESEJO, MEU ALQUEIRO.

AMO-TE, ADORO-TE
QUERO-TE, CHEIRO-TE
TOCO-TE, OLHO-TE
DESEJO-TE, ALQUEIRO MEU.

TAMO, TADORO
TQUERO, TCHEIRO
TOCO, TOLHO
TDESEJO, MALQUEIRO.

E AMO, E ADORO
E QUERO, E CHEIRO
E TOCO, E OLHO
E DESEJO, EU ALQUEIRO.

FEITO DIA: 29/09/2012.

O poeta pede a seu amor que lhe escreva


POEMA: O poeta pede a seu amor que lhe escreva
POETA: FREDERICO GARCIA LORCA.

Amor de minhas entranhas, morte viva,
Em vão espero tua palavra escrita
E penso, com a flor que se murcha,
Que se vivo sem mim quero perder-te.
O ar é imortal. A pedra inerte
Nem conhece a sombra nem a evita.
Coração interior não necessita
O mel gelado que a lua verte.

Porém eu te sofri. Rasguei-me as veias,
Tigre e pomba, sobre tua cintura
Em duelo de mordiscos e açucenas.
Enche, pois, de palavras minha loucura
Ou deixa-me viver em minha serena
Noite da alma para sempre escura.

FONTE: http://www.astormentas.com.br .