terça-feira, 21 de janeiro de 2014

O QUE É SER ENERGILISTA?

PARA o mundo tal, a existência das coisas é uma dúvida que paira na cabeça dos seres que se acham superiores a tudo que possa existir na face da Terra e do Universo. Só porque os seres humanos acham que pensam e refletem são donos de verdades? Não existe a verdade universal, pois ela é senão uma clareza relativa de amalgamento de pensamentos. Em outras palavras, uma verdade só adquire a condição de está sendo verdade se e somente se houver um pertencimento de muitos pensadores na sua aceitação. Mas esse pertencimento não pode ser feito de maneira bruta e nem agressiva, não deve forçar o ser pensante a aceitar o que se procede como verdade, a aceitação deve ser feita por ele mesmo, de forma democrática, sem que haja um forçamento de barra. E é nisso que o Energilismo se prega, se apega e se confia. Para ser energilista não precisa você ser obrigado a nada. Não precisa ninguém lhe persuadir. Basta apenas que você analise as reflexões dos energilistas e veja se isso é bom ou ruim, se lhe corrói ou abre-te os olhos, se lhe força a pagar por sua fé ou se lhe aceita sem pagas, se lhe coloca em pé de igualdade com a condição de animal ou se lhe transforma como um ser indiferente e alienígena a mãe natureza que é grande força energética. E se você aceitar a condição energética de ser natural não precisa você está em templos todos os santos dias, não precisa você doar dízimos alienados pela filosofia religiosa, basta você viver, viver em paz consigo e com o próximo, respeitar você e o próximo, correr atrás da saciação dos seus desejos e interesses, mas moderando-os de acordo com o interesse do outro.
Ser energilista não é esquecer sua cultura que abrange uma religião que lhe foi dada sem ter ouvido a sua opinião. Todo ser humano deve ter uma religião porque isso faz o complemento da existência viva. Até mesmo as plantas e os animais tem uma crença numa energia maior, a energia que lhes possibilita a vida. E isso é religião que nasce a partir de quando se constrói um interesse. Havendo o interesse, a busca por lhe saciá-lo é religião porque se vai crê em algo para He suprir. O próprio ateu é anergilista por natureza porque crê no seu bem-estar, na sua luta pela sobrevivência e muitas vezes no bem-estar do próximo. As plantas acreditam muito na energia que provém da água e do Sol, e isso pra elas é uma religião não com doutrinas e nem assegurada com livros de humanos, mas com sua própria condição de existir. E para os animais a nutrição e o consumo de gases energéticos lhes possibilitam a existência. Dessa forma, tantos animais como plantas, dotados de energia, multiplicam as espécies que serão novas energias e que consumirão mais fontes de energias. Mas a religião do ser humano deve ser reflexiva e não alienada na crença de um Paraíso ou de um Inferno. Deve ser alicerçada na crença de uma força suprema que una ser vivo com ser vivo, sem diferença de espécie. O homem pra natureza e pra energia é um ser como outro qualquer e jamais pode ser diferenciado. Plantas, animais e homem são dotados de inteligência que asseguram suas vidas partindo de uma condição natural de existir.
Na perspectiva energética todos os homens são irmãos de si e dos outros animais e plantas. Mas isso em condições de vida, pois se em condições de existência todo ser vivo é irmão por gases e átomos de matérias consideradas não-vivas. Em outras palavras você pertence a terra e a terra pertence a você. Para a Bíblia (que é para o Energilismo um grande livro de relatos e descrições energéticas) o “homem veio do barro” se remete a dizer que todo ser humano depende da terra e a terra depende do homem. Isso é fraternidade. E se “a mulher veio da costela do homem” é uma metáfora relação energética de interesse, pertencimento e desejo reprodutivo.
Para a Bíblia “Deus é imagem e semelhança do homem”. Para o Energilismo isso não é aceito porque o homem está sendo egoísta e deflagrador de poderes antinaturais. Ele se coloca como um Deus que cria e recria e se distancia com isso de sua condição natural de existir. Todo o ser vivo foi criado por uma força energética de elementos naturais. Essa força é o Deus Gasion, ou seja, os gases e as proteínas que vivificaram o ser. Também meios materiais vivos e não-vivos contribuíram para essa criação. Deus não pode ter imagem e nem semelhança, pois segundo a física a matéria no estado gasoso tem formas variadas e expansivas.
Ser energilista é você aceitar que foi criado pela natureza energética com um propósito de fortalecer o Deus-energia supremo que lhe deu a condição natural de existir. Esse Deus é onisciente, onipresente e onipotente devido o fato de parte dele está dentro de você. É essa parte que precisa ser fortalecida, transformada, criativa e rejuvenescida com espetáculos intelectuais. Se você é homem, mulher ou homossexual  é por causa da energia que lhe criou que teve uma intenção natural de existir.
A reencarnação para o energilismo não existe porque reencarnar tem haver com mudança de carne. Para o energilismo há uma reintenção natural de existir e ocorre de ser vivo para ser vivo. Para os seres não-vivos a reintenção pode ocorrer de forma lenta ou brusca, dependendo dos agentes, como por exemplo, uma pedra pode se transformar em areia e essa areia pode se transformar em outra pedra, como um ciclo.
Ser energilista é usar a mente para as análises da existência e procurar fortalecer com o bem a energia que Deus nos deu. 

EM FEVEREIRO, OLIMPÍADA DE LÍNGUA PORTUGUESA

FOI O QUE NOS DISSE O SISTEMA PROINFO INTEGRADO!
"Prezados Professores,
Em Fevereiro vamos começar a escrever o próximo capítulo dessa história. A Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro desenvolve ações de formação de professores com o objetivo de contribuir para a melhoria do ensino da leitura e escrita nas escolas públicas brasileiras.
A Olimpíada tem caráter bienal e, em anos pares, realiza um concurso de produção de textos que premia as melhores produções de alunos de escolas públicas de todo o país.
Informações no site: www.escrevendoofuturo.org.br
Equipe TV Escola"

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

EU FAÇO-LHE A POESIA!

É SÓ ME DIZER COMO É QUE É....

É SÓ VOCÊ ME REPASSAR UM PEQUENO RESUMO DE CASAL, OU SEJA, DO SEU LIVRO QUE EU FAÇO COM MAIOR PRAZER E DEPOIS COMPRO-LHE O LIVRO MINHA DIGNÍSSIMA JÉSSICA. CREIO QUE EU JÁ LHE CONHEÇO, MAS NÃO ESTOU ME LEMBRNDO NO MOMENTO. MAS SEI QUE VOCÊ TEM UM GRANDE CORAÇÃO JÁ QUE FAZ QUESTÃO DE TER A TIRACOLO UMA DOSE DO SABER POÉTICO. ME MANDA O RESUMO E DEIXA COMIGO.

"Olá amigo,

Bom eu preciso de um favor... estou escrevendo um livro e não sei fazer poemas... você poderia fazer um pra mim colocar no meu livro?? Mas eu preciso que seja feito por você , sem ser copiado de outro poeta porque eu não vou colocar crédito ao poeta.. o poema será criação do meu personagem e se você quiser ''incorporar'' esse personagem pra mim... o poema que ele monta é baseado em um casal que se completam....
Você gostaria de criar um poema pro meu livro?

Desde já agradeço,
Jéssica".

VEM AÍ PRIMEIRO ENCONTRO DE BLOGUEIROS DO SERIDÓ

O ENCONTRO DOS BOGUEIROS, OH, DIGO DOS BLOGUEIROS DO SERIDÓ AINDA ESTÁ SE ARTICULANDO, MAS A JB MOURA .COM JÁ ANUNCIA QUE SERÁ EM FEVEREIRO. VAMOS PARTICPAR DESSE ENCONTRO MAGNÂNIMO DE INTELECTUAIS BLOGUISTAS!

 

PAREDE DO AÇUDE SANTA CRUZ/RN PODE SER ARROMBADA SE HOUVER BOM INVERNO.

SEGUNDO WALLACE MAXSUEL, A PAREDE DO AÇUDE PÚBLICO DA CIDADE DE SANTA CRUZ PODE NÃO AGUENTAR A PRESSÃO DAS ÁGUAS E PODE ARROMBAR NESTE ANO DE3 2014.
 
ASSIM DIZ SUA REPORTAGEM ENVIADA PARA ESTE BLOG:
"Se nos invernos do início dos anos 80 a parede do açude Santa Cruz preocupava a população de Santa Cruz, 2014 cabe ter a mesma preocupação e manutenção. Com várias rachaduras e danos, a parede que faz o barramento do Rio Trairi, já em área urbana, se tornou no período chuvoso um “jardim botânico”, na seca, atualmente, parece uma “coivara” que danifica e enraíza na parede do açude.
Em Fevereiro de 2011, período da última sangria do Açude Santa Cruz, o Blog já tinha feito um registro do descuido com a parede, que estava tomada pela vegetação que crescia no local. Depois deste período veio a estiagem, mas sem manutenção os danos permaneceram e aumentaram.
Em junho do ano passado (2013), a Secretaria Municipal de Agricultura oficializou ao DNOCS a necessidade de limpeza, manutenção e reforma da parede do açude. Com as algarobas tomando conta da parede, suas raízes devem ter dezenas de metros adentrando na estrutura, além de alguns formigueiros. Na parte superior da parede é possível verificar buracos, resultados de erosões na parede do reservatório.
A situação de risco preocupa e faz lembrar 1981, quando o açude recebeu as águas do Açude Mãe D’Água, do Açude Boanerges e outros reservatórios. O transbordamento por sobre o maciço da barragem tinha superior a 1 metro, que sem condições adequadas não resistiu e teve ruptura em três pontos com abertura total de 160 m. Estima-se que o arrombamento do Açude Santa Cruz deu vazão instantânea a um volume de 12. 000.000 m³. No ano de 1981 muitos alertavam o poder pública da necessidade de manutenção da parede do reservatório, que apresentava muitos danos e desgastes naturais que todas obras sofrem, além de formigueiros e vegetação.
Fica uma indagação: Será que só ofício para o DNOCS resolve?
Confira o registro de Fevereiro de 2011 e os últimos registrados nesta semana pelo Blog":
(FOTOS DE WALLACE MAXSUEL).
 
 
 
 
 

AGRADECIMENTOS DO SIMEC

E-MAIL ENVIADO A MIM PELO SIMEC DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA.

Prezado(a) EDNALDO LUIZ DOS SANTOS,
Gostaria de parabenizar e agradecer a todos aqueles que colaboraram para a execução do Pacto no ano de 2013, em especial aos coordenadores gerais de todas as IES, aos coordenadores adjuntos, aos supervisores, aos formadores, aos coordenadores locais, aos orientadores de estudos e aos professores alfabetizadores. Muito obrigada a todos! Sem vocês nada do que foi feito seria possível. Sem a importante parceria com as Universidades, os Estados e os Municípios não teríamos iniciado esta jornada na busca de um futuro melhor para a alfabetização das crianças brasileiras.
Neste momento convido-os a continuar esta caminhada na busca de qualidade e efetivação das ações pedagógicas realizadas na escola. No ano de 2014, daremos continuidade ao Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, objetivando o aprofundamento e a ampliação de temas tratados em 2013, também com foco na articulação entre diferentes componentes curriculares, mas com ênfase em Matemática.
Aproveito para deixar-lhes uma mensagem de carinho e inspiração para a continuidade do nosso objetivo de dar acesso ao conhecimento a todas as crianças do nosso país.
"Em meio à adversidade, ainda é possível viver o sonho de que tudo pode mudar. Foi trilhando este caminho que os nossos passos se cruzaram na certeza de que ainda vale a pena fazer a diferença....." (autor desconhecido).
Desejamos a todos um ano de 2014 de sucesso, harmonia e realizações!
Coordenação de Formação Continuada
DAGE/SEB/MEC

SOCIEDADE META

UM dia um grupo de intelectuais sem o uso de drogas ilícitas formaram por forças energilistas a dita sociedade que abrange poetas, historiadores, pedagogos, músicos e forasteiros, todos reunidos em torno de uma figura que foi fonte de inspiração. A busca incansável por se descobrir quem matou Matusalém fez-se surgir uma visão primitiva à razão humana entorpecida pelo líquido embriagatório do submundo inconsciente. E sem um fóssil comprobatório criou-se um ser fantasmagórico e incrementador da cultura brasileira: o METASSAURO. Aonde “meta” significa algo grande, complexo e surpreendente. E “sauro” é um bicho gigante, devastador e preenchedor de espaços. O Metassauro foi um personagem que se tornará folclórico dado a Teoria Energilista, da Intenção Natural de Existir.
O Metassauro fez-se criar a “Moesia do Metassauro” e consequentemente, longe da ocorrência de bullings, o seu criador ficou conhecido carinhosamente por Metassauro uma espécie instigadora da auto-reflexão e do pensar sobre a sociedade. O Metassauro seria assim por dizer o grande animal que reflete para preencher os espaços. Desse exemplo de mascote, surge senão a palavra META, que significa complexidade da razão, onde a individualidade do ser é aceita com base na sua aceitação de pensares e reflexões.
A Sociedade Meta é por excelência uma sociedade alternativa, que aceita as escolhas e tomadas de decisões dos intelectuais que dela participam. Em suma tal sociedade é conivente com a alternativa de escolha, desde que os argumentos sejam convincentes e convenientes com a prontidão da razão. A sociedade Meta é formada por pessoas com pensamentos analíticos e reflexivos, que olham a sociedade que os cercam e dela tiram leituras e compreensões de acordo com um pensar grupal. A Sociedade Meta vem preencher os espaços vazios da sociedade atual e moralizada, refletindo sobre suas falhas e seus avanços significativos.
Viva a sociedade alternativa, viva a Sociedade Meta!  

Desprezo Juvenil

POESIA: Desprezo Juvenil
POETA: EDNALDO LUÍZ DOS SANTOS.

Você acha que você com esse corpo
É mais gente que a gente envelhecida
Vai traçar o seu futuro meio torto
E mergulhar numa vida desmedida.

Você acha que tem peito resistente
Você acha que já tem experiência
Uma lesma que se acha em fraca mente
Não prescreve o valor da sapiência.

Nós que somos sábios mestres em doravante
Te olhamos com cautela e forte pena
Gente nova é um pouco cativante
Mas sem razão a vivência é triste cena.

Seu castelo é de práxis um faz de contas
O seu mundo é envolto à ilusão
Seus penteios nas melenas quebram pontas
E teus desejos afugentam a razão.

Jovens desejos escanteiam os velhos pais
E os velhos pais são usados em proteção
A juventude quer mostrar belo cartaz
Mas sempre traz um problema à solução.

E nesse jogo de viver sem precaver
A vivência se torna fria e melindrosa
Mas o aspecto do status em querer ter
Só deixa a vida tão mesquinha e perigosa.

Sua vivência no presente é insaciável
E o passado é uma praga contaminante
O teu futuro é distante e inalcansável
Sem essência a identidade se faz errante.

E quando o velho que desprezas ver teu aflito
Você verá que o mundo gira em volta
E vai chorar, vai gemer e vai dar grito
E tua gente vai sorrir com a sua derrota.

Feito dia: 26/ 12/ 2013.

AS BRINCADEIRAS NOS SERROTES DO SERIDÓ

DE primeiro, no meu tempo de criança era costume a gente se reunir com outras molecadas para irmos, escondidos das mães, pra dentro da caatinga adentro brincar nos serrotes que haviam bem próximos as nossas choupanas. Havia belezas de serrotes magnânimos, cuja escalada era de difícil acesso, mas a beleza que se via lá de cima era espetaculosa. Muitos dos serrotes advindos das antigas formações rochosas no Seridó eram arrumados a tal ponto que dava até pra se perguntar na inocência de criança: será que foi Deus que colocou com sua mão esse serrote? Como ele colocou? E muitos moleques que também não sabiam ficavam rindo da gente e chamando a gente de “Doido da Inês”.
A gente se fosse possível passava o dia dentro dos matos, brincando e brincando muito. As brincadeiras no serrotes consistiam em querer escalar, arriscando a vida, que nem os bodes do meu tempo, as elevações rochosas. E se escalasse podia até convencer o amigo ou amiga a subir na pedra. Lembro que ia eu mais minhas duas irmãs, meu irmão e mais três vizinhas minhas assubir nos serrotes do Alto da Boa Vista, que modéstia parte eram lugares majestosos e ficava melhor ainda quando chovia.
  Lembro que eu subia no serrote e incentivava as meninas a subir. E como a gente via que elas sentiam um certo medo ao subir com certeza iriam dar trabalho para descer. E isso era verídico. Quando eu subia e que algumas meninas subiam depois, quando estavam todo mundo lá em cima, eu dava um jeitinho de sair de lá e as meninas medrosas ficavam desesperadas, gritando e chorando para descer. Só que com o passar de alguns minutos, claro, eu iam descê-las com risos e mais risos.
 Tinham serrotes que eram bastantes inclinados e de difícil subida que ninguém conseguia vencê-lo. Mas isso era divertido e perigoso, uma mistura completa pra quem é jovem e gosta de se divertir. As meninas depois corriam atrás da gente para dar tapas e chamar de bicho-sem-vergõe.
O que as meninas do meu tempo gostavam mais de fazer em cima do serrote era brincar de casinha, de residência, onde elas varriam o serrote todinho, enfeitavam de tiras de sacolas coloridas, levavam bonecas e brinquedos. Diziam que os meninos eram seus maridos e mandavam os burro-de-carga arranjar galhos de plantas para fechar a casa e pedras para fazer os bancos. Havia de mentirinha as brigas de vizinhos e foi num foi as meninas xingavam as outras e se intrigavam. Daí lá vai os maridos fazer as pazes de novo. Os serrotes friinhos davam boas condições para essas brincadeiras, que nos tempos de chuva eram muito divertidas.
As comidas eram variadas e levávamos bolacha seca, rapadura e água. Foi num foi a paz do serrote era quebrada com um grito estridente da mãe chamando a gente e ameaçando espancar se não fosse. E a gente muito obediente deixava a brincadeira, juntava tudo e corria pra casa numa ligeireza que chega o pé batia na bunda.

CASE-SE COM O POETA

            Todo o Poeta sabe, sem maiores desafios, encontrar o ponto G do orgasmo intelectual. Ocorre-se uma figura que busca a descoberta do elixir da vida vai encontrar senão nas acumpulturas poéticas. São elas quem penetra na alma e no interior do ser e deste revira suas vísceras e se solidifica na razão produzindo um amor tão forte e invasivo que quem o prova não quer o deixar. É uma penetração tão lustrosa e vivificante que o apoderamento se torna existente e resistente embasando odores e rumores para uma linda eternidade. Só quem conhece o Poeta é quem vive com ele, é quem acorda com ele, é quem conversa com ele. Mas esse conhecer não é totalmente, já que o Dom poético, na maioria das vezes, é indecifrável, impenetrante.
            Porém se quiser conhecer um pouco dos domínios poéticos, case-se com o Poeta. E se casar, case-se com regime de comunhão de bens. Sendo assim, o Poeta tem que por lei dividir o seu Dom.
            Se o Poeta ainda com isso proceder em obras com artimanhas, o único remédio é ficar ao lado dele, só contemplando o que ele produz e conduz. A vivência poética é sua razão de ser  e sua obra, a demarcação do seu Dom. ser Poeta é PÓ – PÔ e TÁ, ou seja, o pó que está sendo pó, ou o pôr  que está pondo. Em outras palavras, ser Poeta é está sendo o pó. Ou está pelo pó impondo.
            O pó nesse caso, seria a marca que o Poeta deixa na Terra. O pó pertence ao pó e este não morre e nem se acaba, apenas se sedimenta. Case com o Poeta e faça parte desse pó.

Por: Ednaldo Luíz 

NOVO ARTISTA CAICOENSE CRESCENDO NAS BRISAS NATALENSES

JOALISSON MAGYAVER É O NOME ARTÍSTICO DELE!
CAICÓ SEMPRE SE ENDOSARÁ NA SUA HISTÓRIA DE FILHOS ILUSTRES E DESTEMIDOS PELA ARTE, JÁ QUE ABARCA EM SUA BACIA INTELECTUAL GRANDES MESTRES QUE FRUTIFICAM DISCÍPULOS QUE RASGARAM ARTES E MAIS E MAIS ARTES PARA ENOBRECER COM ESAMERO A CULTURA CAICOENSE E SERIDOENSE.
POSSO FALAR COM TAMANHO ORGULHO DESSE MEU DISCÍPULO A QUEM LECIONEI COM ESSENCIAS E PUDE DE PERTO COLHER AS NOTAS DAS VITÓRIAS MAGISTRAIS.
ISSO PARA UM PROFESSOR E AMIGO É MOTIVO DE ORGULHO VER UMA SEMENTE CONSTRUIR SUA HISTÓRIA A PARTIR DO RECONHECIMENTO DO ENSINO/APRENDIZAGEM.
MEU ALUNO, AMIGO E SIMPATIZANTE INTELECTUAL, JOALISSON É UM EXEMPLO DISSO. ALÉM DE ESTÁ ESTUDANDO MÚSICA NA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE, ELE É POETA EMBEBIDO POR MINHA (E PELA DO ILUSTRE FERNANDO PESSOA) SEIVA HUMANIZADA. VEJA COMO ELE DEDILHA O SOM DA LIRA NUM VIOLÃO! ASSISTAM E CURTAM PARA FAZER VALER OS VALORES SERIDOENSES.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

O TOURO

POESIA: O TOURO
POETA: EDNALDO LUÍZ DOS SANTOS.

O touro quer briga
Com sua barriga
De chifre escondido
O touro malhado
De bafo enjoado
Produz o bandido.

O touro capenga
Procura a arenga
Querendo morrer
Sua testa tão branca
Não ver que na banca
Perde o que comer.

Touro mandingueiro
Bebe sem dinheiro
Uma água em flama
Parece ser gente
Se acha valente
Na frente de dama.

O touro no giro
Merece um tiro
No corno da testa
Na farra indefeso
Um touro coeso
Se mata na festa.

O touro sem rabo
Vai morrer no cabo
De uma vara tão verga
Seu couro em estaca
Não protege a vaca
E nem a burrega.

O touro que dança
Vai para a matança
Pra carne ser dada
Quem se acha brabão
Vai quebrar a mão
Numa vaquejada.

O touro vermelho
Parece um coelho
No meio do Sol
Comendo sem grana
Bagaço de cana
Comprado no rol.

O touro parrudo
Ingere de tudo
Se bem for de graça
Não gosta de laço
E adora o bagaço
Que faz a cachaça.

O touro que bufa
Mora numa estufa
Que deixa enfezado
Cuidado a desova
Se não tua cova
Vai ser no cercado.

Um touro de chifre
Na boca dum rifle
Morre sem demora
Não procure briga
Se não sua barriga
Tem tripa pra fora.

O touro da vaca
Da bezerra fraca
Que mora em curral
Suas fêmeas de têta
Dão leite porreta
Debaixo dum pau.

O touro urrando
Está procurando
Briga sem razão
Provoca o vizinho
Cavalo mansinho
Que não briga não.

Procure outro touro
Com diabo no couro
Pra ver se agüenta
Que o cavalo manso
Gosta do descanso
Do mundo que inventa.

Feito dia: 27/ 12/ 2013.
 
FOI QUANDO EU VI UMA BRIGA DE TOURO PERTO DA PONTE VELHA.

A BELEZA DA CABA VÉA

A CABA VÉA é acostumada a querer desfilar com suas requintadas formas impressionistas requerentes a uma arte rupestre de valores desprezíveis. A condição animalesca que ela está subjugada na crendice de uma academia lhe distorce no tosse contaminado. Quer por querer que o povo focalize sem deslize àquela falha de maravalha quando se está em um estanque de malha frivolada de espermáticas furunquiantes.
Ela porta-se de forma esbéltica de alcunha de modelo desprovida de enxerto ossudo e de formigamento medonho. Onde tão lisonjeiros seriam a arte rupestre por excelência de amanteigamentos frontais, não se ver na têmpera ação do acaso uma lâmida tão emagrecida pelo tempo e resgatada pela condição marombista de galocha. Ao se protar de fronte ao monte sem Dante, a Caba Véa se mostra feia por natureza e bela sem choro de vela quando está por detrás de maqueios distorçantes.
Não se cabe o cabimento que se foi exposto sem um gosto de aposto. Cabe-se a enxotação da arrogância pré-adquirida do despojo em tranques. Cabe-se a colocação de conotabilidades sem probabilidades lisonjeiras. É freneticamente correta a apólice rabiscável de uma jereba em pessoa. Talvez porte-se de forma animalesca atraindo predadores para as sofreguidões e se isente de futuros contratempos. Não que contextos legais estejam de acordo com a encenação de vítima de um aparente apocalipse sem uma alma cordial e satisfeita com os aparos de amparos.

Bianca da Banca

POESIA: Bianca da Banca
POETA: EDNALDO LUÍZ DOS SANTOS.

Não usa tamanca
Sem carne na bunda
Sua mãe, a Raimunda,
As vezes lhe espanca.

É magra sem anca
Toda melindrosa
Se acha gostosa
Mas vive na banca.

Tem vergonha a Bianca
De ali trabalhar
E quem vai jogar
Só ver ela branca.

A perna que manca
Ela esconde um pouquinho
E veste um shortinho
Querendo ser panca.

Ela não se manca
Que ninguém lhe quer
Somente o Zé
Percebe suas anca.

Maria que é franca
Lhe diz bem na verga
Bianca se enxerga
Não seja potranca!

E a pobre Bianca
Vivendo na malha
Sua vida tão falha
Se acaba na banca.

Mas ela se tranca
É bom o trabalho
As vezes é falho
Mas o gosto lhe banca.

Sua pele tão branca
De olhos tão rubros
Seus pequenos ubros
Enfeitam a potranca.

E tudo que arranca
São gritos de pio
Parece sem frio
Pois usa tamanca.

A pobre Bianca
Anda escandalosa
Não gosta de prosa
Quer ser leide panca.

Se a moto estanca
A perna é cambito
Namora cabrito
Que freqüenta a banca.

A Bianca da Banca
É contrabandista
Mas é a cambista
Que a grana alavanca.

Feito dia: 26/ 12/ 2013.

O GRUPO DOS ARIGÓS

SÃO todos arigós, pançudos, barbudos, sambudos, bicudos, buchudos, zoiúdos, cascudos e troncudos.
São filhos das guenzas e pais das quengas, que são mengas, estrovengas, que arengas, molengas de jeitos capengas.
Os arigós habitam cubículos, liberam seus círculos, aos ridículos.
Seus buchos são tambores, que soltam odores, vivem sem sabores, não dão as fêmeas as flores, querem ter pudores, sem cores contra professores.
Detém suas filhas, matilhas, de magras virilhas, quadrilhas, não houve suas trilhas, se dão sem cartilhas nas forquilhas e pulam as milhas, as loucas sem pilhas, as granas partilhas, Bonde das Maravilhas.
Parecem moleques, vivem de pileques, talvez usem leques, vadios do krepp, são doidos por cheques.
Toda noite na praça, são bichos sem raça, só gostam de taça, tiram gosto com caça, a cana que laça prediz a desgraça, gostam de trapaça, com esposa palhaça, não ver que a traça da cana que enlaça, faça o que faça, a morte é de graça.
Os arigós não fazem ginásticas, as bundas tão flácidas, são velhos sem plásticas, imagens tão drásticas, histórias fantásticas.
Os arigós são jecas, malditos carecas, não usam cuecas, protegem pererecas, levados das brecas, casados com marrecas, jamais essas recas não dizes o que pecas olhando as bonecas.
Não vão à igreja, adoram peleja, e chá de carqueja, preferem cerveja e carne na bandeja, seja o que veja, o sonho que almeja tão pouco deseja.
E os bichos arigós acessam internet, em tudo se mete, o gelo derrete no eito das sete e a vida repete.

CIMENTO ESTÁ MAIS CARO NO SERIDÓ

SOCORRO GOVERNO, NÃO POSSO MAIS CONSTRUIR!


O SACO de cimento de qualquer marca tem ficado mais caro no Seridó nesses últimos tempos, basicamente de Novembro de 2013 para Janeiro de 2014. Se ver agora que o governo tem dado uma relaxada no setor de materiais de construção quando não se destina a fazer mais um acordo para o barateamento do saco de cimento, material este tão indispensável a qualquer obra de construção. Está tão caro que já está ocorrendo roubos e mais roubos aos setores de contrução.
 
O cimento de qualquer marca já está custando cerca de R$ 28,00 (vinte e opito reais) sendo que correm boatos dos setores de venda que na mais tradar ele irá bater um recorde de carestia que atingirá R$ 30,00 (trinta reais) ou mais.
É um absurdo um negócio desses! O governo deve fazer algo imediatamente ou vai provocar uma onda de sem-tetos no país. O Procom também deve averiguar isso para ver se não está ocorrendo uma exploração delituosa ao consumidor.
Isso sim faz co que se atrase mais o que muitos brasileiros querem: um progresso do todo pra todos.  

sábado, 4 de janeiro de 2014

TEORIA ENERGILISTA


Por: Ednaldo Luíz dos Santos.
            Se alguém nos perguntar quem criou o Universo? Qualquer ser humano que esteja moldado por uma religião vai em alta voz e bom tom dizer: foi Deus? E se outro perguntar na mesma hora: e quem criou Deus? Não se ouvirá resposta alguma porque sempre o que nos passaram quando fomos criança é que Deus criou as coisas e pronto! Isso é uma verdade colocada na nossa caixola pelo uso da força e das ameaças. A força é que sempre nos amedrontaram com um castigo dos céus. E nas ameaças é que nos tocavam o temor de irmos parar no submundo de Lúcifer com tantos pecados. E a nossa curiosidade não encontrando respostas ficava na condição alienada de dizer que foi Deus. A Ciência também se ver num mato sem cachorro quando vai explicar a criação do Universo pelo famoso Big-Bang, que proveio de uma partícula cósmica que explodiu e gerou todos os astros universais. Tem sempre no fim de toda explicação uma pergunta sem resposta: mas quem criou essa partícula? E aí termina sempre em Deus.
Dessa forma a preocupação do ser humano é sempre querer saber das coisas e a as religiões sempre nos castraram dizendo que nem um homem sabe mais do que Deus. Dessa forma o sobrenatural não pode ser a imagem e a semelhança do homem, já que para as religiões ele já sabe de tudo e não detém curiosidade. Porém, segundo tais religiões o Universo foi criado por Deus Imagem e Semelhança do Homem e que não se aceita uma teoria contrária a essa. Dizem que tudo está escrito na Bíblia e ninguém o conteste se não será castigado e tostado no fogo do inferno.
Mas afinal, quem criou o Universo? Quem criou a vida? Quem nos criou?
A corrente energilista trabalha com essa dúvida e curiosidade e analisa: tudo funciona baseado numa energia criadora e numa intenção natural de existir, porque se não fosse isso não faria sentido a existência das coisas. Tudo que existe tem um propósito natural de existir muito eqüidistante da razão humana, pois a existência das coisas não depende da razão do homem, depende sim da natureza. A natureza para o energilismo é tudo aquilo que existe de natural e que jamais foi interferido pelo homem. Dessa forma há uma intencionalidade natural para as coisas existirem. Há então duas formas de intencionalidade: a humana e a natural. A humana só o homo sapiens é quem sabe a partir de quando ele cria algo como a Bíblia, o avião, a novela, o amor, a solidariedade, a lei, entre outras infinidades, até mesmo O Energilismo tem uma intencionalidade de fazer você o incorporar ou entender a Teoria Energilista.
A forma intencional natural só a natureza é quem sabe. É ela quem deflagra a razão de existir e de ter uma função no Universo. E tudo que ela cria detém o equilíbrio natural de pertencimento, de união, de ligamento, de átomos, de gases, de células... Enfim de energia. Daí os seres vivos estarem interligados por energia entre si e entre os seres não-vivos. A energia aqui não é aquela que dá choques e nem que liga uma televisão em sua casa, ela é a força vital e existencial de tudo no todo. Todo ser vivo é uma pequena energia advinda de uma energia maior, a energia natural. E se a energia vital e natural é divina por sua geração, ela pode se sintetizar como um Deus.
A Teoria Energilista se firma na condição de que tudo que existe para a natureza há uma intencionalidade de existir, de estar ali. Essa existência pode ser maléfica ou benéfica dependendo da vivência. Assim, a Teoria Energilista prega que mesmo antes do Big-Bang a existência do espaço cósmico e da escuridão pressupõe uma Intenção Natural de Existir, cuja natureza energética criou partículas que deram origem a explosões e consequentemente  ao Big-Bang.
Para a Ciência cósmica do cosmo o Big-Bang foi um vômito de uma partícula que lançou astros e mais astros no espaço que ainda hoje existem no Universo, como o Planeta Terra, o Sistema solar, entre outros. Sabe-se que a estrela quando vai envelhecendo ela sofre um suicídio e explode, lançando várias matérias no espaço que dão ou deram origem aos minérios que conhecemos ou aos elementos químicos da Tabela Periódica e de tantos outros que ainda não foram descobertos. Essas explosões que ocorrem intencionalmente  possibilitam a existência de várias formas de vida. Para maiores detalhes, procure o vídeo da TV Escola que fala da Explosão de uma estrela). E a explosão do Big-Bang foi intencional e serviu para gerar o Sistema Solar que emergiu com o Sol, grande estrela energética que possibilita a vida na Terra e gerencia as rotações e translações dos demais astros.
Para a Terra, a Intenção Natural do Existir possibilitou vários elementos atômicos e essenciais à vida como o calor do Sol e de elementos químicos, a água, o ar e a terra. A Lua também fez parte das influências sobre a vida na Terra. Antes a Terra como tinha sido advinda da explosão do Big-bang era uma bola de fogo intencional que com o passar dos tempos foi esfriando e o calor do seu núcleo desprendeu gases energéticos como o oxigênio (O) e o hidrogênio (H) que por intenção originou H²O (ÁGUA pura tão essencial e geradora de vida). A partir daí, geograficamente falando o calor concentrou a água na parte superior da Terra e formou a atmosfera, que intencionalmente funciona como um filtro que abranda as radiações solares que ameaçariam a vida terrestre. Feita a atmosfera, houve um momento genuíno na Terra as nuvens (que são vapores d’água) já formadas por meio do calor e de massa de ar frio (ar quente e ar frio provocam choques – raios e relâmpagos) se uniram totalmente e começaram a se condensar, originando por intenção natural a CHUVA. Houve na Terra uma chuva mundial (essa sim foi um dilúvio sem Noé) que fez surgir rios, lagos, lagoas, mares e oceanos. Nos lugares onde havia muito cloreto de sódio a água ficou salgada. Em outros que a concentração era menos a água ficou doce igual a que caiu da chuva. Em lugares em que o Sol não focou com forte intensidade (a exemplo dos pólos) a água doce formou gelo. Quando os gases formaram o AR (inicialmente sem oxigênio, mas com nitrogênio) e a água a vida floresce, por Intenção Natural de Existir, por influência de descargas elétricas de energias vindas dos raios. Surgiram os AMINOÁCIDOS, as primeiras formas de vida da Terra originárias da água das chuvas e da junção de gases com calor (tese defendida pelo cientista norte-americano Stanley L. Miller – 1954). Esses animais se originaram por ligações de desidratação porque a Terra na época era quente (tese defendida pelo cientista Sidney Fox – 1957). As descargas elétricas na água também fizeram surgir por experimentos os carboidratos, essenciais à vida (tese defendida e experimentada por Melvin Calvin, cientista norte-americano). Essas formas orgânicas foram as primeiras proteínas que segundo os experimentos serviram de base para a vida, o que a Biologia chama de Hipótese Heterotrófica. E isso foi a intenção da natureza energética da Terra. Várias ligações químicas de átomos por influência do calor e dos raios formaram com o passar de muitos anos compostos orgânicos. Esses compostos segundo a Biologia foram arrastados pela água das chuvas para dentro dos oceanos primitivos, onde se aglomeraram e,com o passar do séculos, constituiu-se numa “Sopa Química” de aminoácidos, proteínas e carboidratos. Eis aí que a água foi o meio pelo qual se formou vida orgânica!
Para o cientista russo Alexandr Oparin (1894 – 1980), as proteínas juntas na água formam um grupo de COACERVADOS, grupo formado pela ionização energética de ácidos e aminas, que promove o surgimento de cargas elétricas que atraem outras moléculas, inclusive o H²O. Os coacervados foram com o passar de séculos englobando outras moléculas orgânicas e partículas inorgânicas que formaram grandes complexos químicos, que sem respiração oxigênica, usava energia da fermentação dos carboidratos. Nesses complexos emergiram núcleos de controle que usava gases da atmosfera e produziam substâncias orgânicas. Desses complexos, surgiram moléculas que absorvia energia e produzia seu próprio alimento, produzindo por intenção o gás oxigênio e promovendo resquícios de primitivos vegetais. O oxigênio que existia na água não conseguia se desprender dela. Disso a atmosfera passou a conter o oxigênio e novos seres consumidores desse gás começaram a surgir a milhões de anos. As proteínas unidas com um núcleo formaram uma CÉLULA, em meio aquoso, com citoplasma e membrana. As células com seu interior energético se diferenciaram e emolduraram células vegetais e animais. Tudo isso a milhões de anos antes dos dinossauros. E para os cientistas todos os seres vivos adveio do meio aquoso. A água então possibilitou a vida na Terra por Intenção Natural de Existir. E se tudo que tem vida originou-se na água e foi à gênese energética.
Os dinossauros eram seres inteligentes e representantes da 5ª geração na Terra e já estavam enchendo o Planeta e devorando tudo. Foi aí que a natureza energética teve a intenção de destruí-los. Mas suas inteligências foram doadas por intenção a outros seres que viriam depois, o Homo, ser bípede que sobreveio da geração selecionada de macacos. Sua geração também precisou de meio aquoso especial para que o espermatozóide construído atingisse também o óvulo construído por meio energético. Ao formar da célula ovo o ser se desenvolveu em um envoltório primitivo, tipo útero, e gerenciou um Homo e outro. Como tudo na natureza deve haver duplicidade para o equilíbrio, formou-se o homem e a mulher com a intenção de propagar por força energética a espécie. E assim, se fez com os outros animais. Para o homo foi dada a junção cerebral, ou seja, reuniu-se por força energética as inteligências e habilidades de outros seres vivos antepassados e criou-se o cérebro humano. Órgão capaz de refletir sobre as ações, transformar as coisas e adequá-las de acordo com suas necessidades. A natureza ambiental seria a base de sustentação da vivência dessa nova espécie.
Assim por tudo que foi visto, a Intenção Natural de Existir é uma força energética que mantêm consonância com outras criações para existir. Em outras palavras, a natureza por intenção criou a água e o ar, com seus elementos químicos, outros seres podem ser criados por intenção utilizando as coisas já existentes. E a Terra não pára de fazer isso, visto que ela está em pleno processo de transformação.
Pode haver vida em outros lugares cósmicos do Universo, dependendo da Intenção Natural de Existir. Por essa teoria excluem-se os preconceitos contra homossexuais, contra lésbicas, contra pessoa que cometem crimes, contra pessoas com necessidades especiais, etc.
A energia no ser vivo tem que se fortalecer, ampliar conhecimentos, avançar de estágios e aumentar a potência energética. Seja pelo lado do bem ou do mal, dependendo do interesse humano, que é a própria intenção humana.