sábado, 30 de janeiro de 2016

BLOG DO POETA DO SERIDÓ BATE RECORDES DE ACESSOS

É UM BLOG IMPORTANTÍSSIMO PARA A HISTÓRIA E A CULTURA DE CAICÓ

É NESTE ANO DE 2016 QUE O BLOG DO POETA DO SERIDÓ EDNALDO LUÍZ ESTÁ BATENDO UM RECORDE DE MAIS DE CENTO E CINQUENTA MIL ACESSOS, DESDE O ANO QUE ELE FOI CRIADO EM 2008 QUE AS ONDAS DE ACESSOS VEEM SE ACENTUANDO CADA VEZ MAIS.
ESTÁ DE PARABÉNS TODA A EQUIPE QUE FAZ O BLOG E QUE O POETA EDNALDO LUÍZ CONTINUE FAZENDO O SEU PÚBLICO TER CONHECIMENTO, HUMOR E SABEDORIA DAS COISAS QUE SUA VISÃO PERCEBE. VEJA ABAIXO A ESTATÍSTICA DE ACESSOS:
SÓ PARA SE TER UMA IDEIA, SOMENTE DO DIA 30 DE JANEIRO DE 2016 ESTE BLOG TEVE UMA GAMA DE 98 ACESSOS. É UMA GRANDIOSIDADE. E QUE O BLOG CONTINUE ASSIM....

CARNAVAL DE CAICÓ 2016

PERCURSOS DOS BLOCOS TREME-TREME E ALA URSA DO POÇO DE SANT'ANA.



PROTESTO DE PROFESSORES NA CIDADE DE JUCURUTU

A VERGONHA ESTÁ IMPOSTA E O PROFESSORADO DO SERIDÓ ESTÁ SOFRENDO A RESPOSTA

UMA VERGONHA PARA A CLASSE DO PROFESSORADO DO SERIDÓ: de um lado professores que não podem ficar doentes que mesmo trazendo um atestado médico ainda tem que pagar a alguém para ficar na sua sala de aula. E agora, do outro lado do interior norteriograndense um atraso ferrenho no pagamento dos servidores públicos da cidade de Jucurutu, que podem nem começar o ano letivo com invocação a GREVE. Foi o que esboçou o representante sindical Antônio Neves, e ainda postado pelo Presidente do Sindicato dos Servidores em Caicó o mestre Thiago Costa. (fotos da mesma fonte).Veja abaixo:
"Na manhã da sexta-feira(29) professores e servidores da educação, com o apoio dos alunos; participaram de intensa mobilização que seguiu firme pelas ruas do centro da cidade para cobrar do prefeito nada além do que é direito do servidor, que é trabalhar e receber seus salários, e o cumprimento da Lei do Piso Nacional dos Professores.

“Os alunos que saem das comunidades distantes para passar horas na escola, e tem a merenda escolar como suas principais refeições vão encontrar apenas bolacha com suco, essa é a realidade.” Revelou o professor Vanilson.

Mesmo sofrendo ameaças e perseguições, os professores não temeram e foram para as ruas lutar pelos seus salários, seus direitos, e principalmente, por respeito! 
Fonte: http://professorantonioneves.blogspot.com.br .
É, NENHUM PROFESSOR DEVE TEMER AMEAÇAS E PERSEGUIÇÕES, POIS QUEM É PROFESSOR NÃO ESTÁ ALI COLOCADO POR MÃOS DAS DESGRAÇAS DE POLÍTICOS QUE SE ENCONTRAM INFILTRADOS EM COVIS DE GRUPOS FECHADOS E DE PARTIDARISMOS ATRASADOS.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

PROFESSORA PAULA SÔNIA JÁ FOI TABELIÃ DE IRMÃOS DE EDNALDO LUÍZ

A NOBRE PROFESSORA PAULA SÔNIA DE BRITO QUE DEU MUITAS AULAS NA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE E QUE FOI PROFESSORA DE EDNALDO LUÍZ, JÁ FOI EM TEMPOS ANTIGOS DA HISTÓRIA DE CAICÓ UMA TABELIÃ DO CARTÓRIO AONDE SAUDOSOS IRMÃOS DE EDNALDO LUÍZ FORAM REGISTRADOS. VEJA AS FOTOS DE EDNALDO LUÍZ DOS ANTIGOS REGISTROS DE NASCIMENTOS:
REGISTRO DE JOSEAN, 1977.

JOSEAN, QUE MORREU AINDA NA DÉCADA DE 1970.


JOZINALDO, OUTRO IRMÃO DE EDNALDO QUE MORREU ANOS DEPOIS.




AS BRINCADEIRAS DE POLÍCIA E LADRÃO NO SERIDÓ

TEXTO DE EDNALDO LUÍZ DOS SANTOS. 
(HISTORIADOR).
ANTIGAMENTE, quando o roubo não era muito freqüente, tirando os assaltos que os já extintos cangaceiros arrolavam sertão adentro, a meninada era dada a diversão simplória de tempos em tempos de fabricar suas armas de madeira e brincar na face noturna de “polícia e ladrão”. O divertimento talvez tivesse sido visto por antigos filmes pretos e brancos que se passavam nas primeiras televisões que invadiram o nordeste adentro e tenha invadido o Seridó de outrora. Filmes como os do Velho Oeste ou de Faroeste foram elementos que possam ter dado impulsos às criações de tais brincadeiras.
Eram brincadeiras dadas mais por meninos do que por meninas, visto que as meninas eram na maioria das vezes impedidas de brincar com os machos. Todavia, foi num foi, tinha umas empestadas que não queriam saber de recomendações das mães e dos pais e caiam na folia com os machos, sendo essas chamadas de “macheiras”.
Para se brincar de polícia e ladrão primeiro tinha-se que fazer os “revove” de madeira, podendo ser um bem produzido parecido com o revolver de verdade ou um mal produzido, parecido com um L. podia arranjar um pedaço de cordão para dizer que eram as algemas.
Feito as armas de pedaços de tábuas velhas, marcava-se um horário de noite para brincar, podendo ser o horário depois da janta, para a mãe não ficar aperriando. E essas brincadeiras eram mais realizadas na cidade que no campo.
Marcado o ponto certo do encontro, os meninos já levavam suas armas e outros não tinham armas. Fazia-se uma roda e escolhia quem ia formar o grupo da polícia e quem iria formar o grupo dos ladrões. Primeiro os ladrões tinham que correr e se esconder em tocas onde fosse difícil os policiais encontrar. Depois os policiais iam procurar os ladrões e os prendiam. A prisão podia ser qualquer reservado que todos escolhessem.

Presos todos os ladrões, podia-se trocar os papéis dos grupos e aí as brincadeiras alcançavam horas a fio e só paravam quando os estrondos afinados dos gritos da mãe de um e de outro. Assim eram as brincadeiras de polícia e ladrão dos tempos de outrora no Seridó.  

NO TRONCO DA MACAMBIRA

POESIA: NO TRONCO DA MACAMBIRA
POETA: EDNALDO LUÍZ DOS SANTOS.

Eu tive certa visão
Sentado fazendo mira
Olhando a natureza
Nesta Caatinga que gira
Eu  tive a revelação
No tronco da macambira.

Eu vi muitos islamistas
Defender sua religião
Vi brasileiro sofrer
Com tanta corrupção
Vi tal seca gargalhar
Por faltar transposição.

Vi a tragédia do “ficar”
Separar todo casal
Vi tal igreja católica
Aceitar homossexual
Os jovens se prostituindo
Em busca do capital.

Vi também muitos estupros
Ser hábitos de rotina
Vi também que qualquer ânus
Pode ser tara de sina
Vi na cela da prisão
Homem pode ser menina.

Tantos homens se matando
Pelas drogas se destruindo
As guerras e tantas armas
Seus corpos vão consumindo
E na criminalidade
Os machos vão sendo findo.

Ser humano trancafiado
Numa casa feito jaula
Professor em desespero
Com o alunado por aula
Depressão prendendo tudo
Índio, negro, branco e Gaula.

Vi muitos adolescentes
Nas drogas serem tragados
Provando só um cigarro
E se tornarem viciados
Vi nas mães dessas cobaias
Desesperos desalmados.

Vi mulher sendo espancada
Por marido cachaceiro
Vi menor engravidando
Até mesmo por dinheiro
Grandes infâncias violadas
Por padrasto companheiro.

Um anjo da sexta letra
Na solidão deprimente
Querendo fugir da luz
Vivendo bem diferente
Vi que a rosa tá murchando
Por faltar amor da gente.

Lar que antes era privado
Mesmo tendo bons grilhões
Agora são invadidos
Por tal corja de ladrões
Vi as leis serem vulneráveis
No fracasso das prisões.

Muitas doenças como câncer
Tá matando à luz do dia
Tanta dengue e chicongonha
E a Zica trás agonia
As cabecinhas nascendo
Numa microcefalia.

Tanta gente caminhando
Procurando o bem estar
Outros muitos bem sentados
Engordando sem parar
Outros tendo AVC
Tantas doenças pra matar.

Vi também muitos ladrões
Mandava-chuvas do Brasil
Serem presos federais
Na delação varonil
Os somos ladrões mundiais
Eita nação de covil.

Vi tantas e tantas coisas
Que não posso revelar
Coisas bem apocalípticas
Que não dá para explicar
Tudo que no mundo gira
No tronco da macambira
Nós podemos se informar.

Feito dia: 18/ 01/ 2016. 

A MÚSICA DA DROGA

Talvez esses consumidores tenham assistido a filmes sarcásticos de consumo infame de material ilícito, como ao filme de Cazuza, de Renato Russo ou de Tim Maia. Esses sem dúvidas nenhuma foram filmes, não por sua produção profissional, que emporcalharam a história da Música Popular Brasileira com exaltação de vícios e mais vícios de uma juventude que ao invés de estarem lutando por um Brasil mais justo e prazeroso de se viver estavam mostrando para o país e para o mundo um submundo deplorável de usos e abusos em prol do que chamavam de LIBERDADE.
Tal busca libertária levou o Brasil desde os tempos de Ditadura a um consumo exacerbado do material ilícito a certo ponto que foram implementadas práticas de sexo ilimitado a gêneros. Buscou-se sair da rotina de HOMEM e MULHER e adentrar no universo do mesmo sexo. Não que isso tenha sido inventado nesse tempo, mas que foi aumentado o uso inigualável de provações testadas.
O estilo musical de roque também deu uma guinada no uso de material ilícito a tal ponto que o consumo virou rotina e muitos cantores e compositores caíram na gandaia e colocaram sob seus talentos o uso desse produto. Por esse ponto, verdade seja dita, grandes intelectuais que se propagaram no cenário mítico eram vulneráveis ao consumo posto que incorporavam veementemente para si uma gama de repúdio, de indigestão e de críticas à sociedade desigual.
Muitos americanos vivendo de posologia inventavam usos e mais usos do material ilícito e o Brasil por tantas vezes copiava e deixava sua sociedade impura. E tantos foram as mortandades que operaram no covil brasileiro de músicos consagrados que parece que não causou nenhum impacto nos demais.
E hoje a gente pode ver velhos músicos e até os jovens que estão enveredando no universo musical consumindo o material ilícito com veemência, vivendo num calabouço obscuro do pretume a pretenderem o nirvana à fina força. Vivem dependendo de elixis e cilindros defumados para produzir o riso pela afeição da face.

E nem se fala daqueles seres medíocres que usam o material ilícito para despertarem suas índoles pervertidas do lado negro da vida. Aqueles que além de autodestruírem querem destruir os outros que não tem nada a ver com sua escolha.

APOLOGIAS AO TRABALHO DO PROFESSOR EDNALDO LUÍZ

NATÁLIA ALVES (2000)

Ednaldo você estuda muito e eu quero que você continue assim para ensinar os alunos que precisam de sua ajuda. E feliz páscoa!
Ednaldo gosto muito de você. Você é muito legal. Amor. Ednaldo você é muito bom para todas as crianças. Beijos de Natália. Love amor Love.


Natália foi uma das alunas de aulas de reforço que tive no ano de 2000. Contava apenas com menos de 10 anos, mas tinha um talento brilhante, tudo que se ensinava ela aprendia.

(FOTOS DE EDNALDO LUÍZ):

PEDAGOGA

OH, QUE BELA FLORAGEM PARA A PEDAGOGIA DA APRENDIZAGEM DISCENTE QUANDO SOMOS ENCAMINHADOS AO VISLUMBRE DE TAMANHA ALMA DE ESPÍRITO PEDAGOGO, TÃO LINDA QUE FAZ BESTIALIZAR O PÚBLICO DE PLANTÃO QUE LIQUEFAZ EM SORTINIDOS SONOROS DE FONEMAS SÍMBÓLICOS.
AO BRINCO DAS SIMBOLOGIAS PRODUZ-SE UMA ENGRENAGEM FONÉTICA QUE SE TRADUZ EM SENTIMENTALISMOS E QUE TEM UM OBJETIVO CLARO E CERTEIRO: FAZER A ALMA VIVA E FITADA ENTENDER NO JOGO DOS VISTOS QUE HÁ UM PRODUTO CARDÍACO DOTADO DE SENTIDO E SENTIMENTOS QUE VAI ALÉM DA BUSCA POR AFETUOSIDADE.
A ALMA PEDAGOGA AINDA CHEIRA A LEITE, AINDA TURVA O AR DO CARPIEN DIEN E EVENTUALIZA UM MESCLAR DE ARES PLATÔNICOS EM PROL DA LIDA COM AS PERSONALIDADES MENORES.
ADORO SEU TOM VIRIL, FORTIFICADO E REAL DE INTERAGIR, MAS TALVEZ lhe FALTA A PEDAGOGIA DO COMPORTAMENTO INTELECTUAL PARA SALVAR OUTRA ALMA DE UM CALABOUÇO FÉTIDO E HINÓSPITO. OU QUEM SABE A PEDAGOGIA DA INICIATIVA PARA COM OS ACABRUNHAMENTOS DO VISTOSO ACANHADO. 

BEIJO TEMPERADO

POESIA: BEIJO TEMPERADO
POETA: EDNALDO LUÍZ DOS SANTOS.

Este beijo que foi dado
Tem um gosto do cara...
Foi um beijo diferente
Com sabor queijo de coalho
O tempero desse beijo
Teve também gosto de alho.

Beijo sem a gostosura
Das belezas especiais
Esta prova tão dolente
Que não teve bom cartaz
Foi um beijo temperado
Sem contextos nos jornais.

Todo beijo que se preza
Não deve ter desespero
Por isso deve esperar
Com amor e muito esmero
Se sentir um gosto estranho
Foi um beijo com tempero.

O beijo deve ser limpo
Sem botar especiarias
Até deve despertar
Desejos e fantasias
Pra que no final de tudo
Traga muitas alegrias.

Todo beijo natural
Tem o seu próprio sabor
É um beijo adocicado
Com cheirinho de fulôr
Quem recebe beijo desse
Com certeza tem amor.


Feito dia: 0005/ 01/ 2016.

AS FÉRIAS DO MÊS DE JANEIRO DO SERVIDOR PÚBLICO DO SERIDÓ

PARECE que tem certas cidades do interior do Estado do Rio Grande do Norte que quer se comportar como um pedaço territorial isolado do resto do Brasil. Ao saber, querem se mostrar donas de uma autonomia que não estão nem aí pelos direitos trabalhistas a que cada servidor público, no uso de sua seguridade trabalhista, tem assegurado no transcorrer do ano que se diz letivo. Não obstante, se assemelha a certo regime escravista personificado onde o chicote não é mais de ligeira fibrosa do couro, mas das insinuações mesquinhosas e amedrontadoras de um assédio generalizado que põe em xeque o fim de uma dedicação ao auxílio público.
Sabe-se que o direito do trabalhador em função de um cargo público a totalização de um período de férias para seu descanso corpóreo e principalmente mental, no caso, para ofícios de mestres docentes. E isso não é um favor que as urbes devem prestar ao seu quadro de funcionários não. Esses direitos foram conquistados de forma democrática e em significativos eventos sindicais e manifestáveis. Não foram dados ao simples prazer de representantes da gestão pública local por agradecimentos aos trabalhos prestados.
Assim, para uma melhor qualidade do desenvolvimento mental e produtivo dos labutadores públicos efetivados tal período de dias de descansos se faz em número de 45 (quarenta e cinco), sendo que para uma produtividade mais eficiente e propagadora é recomendável que se dê ao trabalhador público 30 (trinta) dias do mês de Janeiro do ano vindouro e mais 15 (quinze) dias na metade do ano.
No caso das instituições escolares, isso dever ser feito fora os 200 (duzentos) dias letivos que elas têm que por lei trabalhar com os alunos. Tais instituições ainda teriam 120 (cento e vinte) dias envolvendo feriados e finais de semana. Mas os 45 dias de férias não devem ser contados dentro desses feriados. Também se durante o ano acaso os duzentos dias letivos forem cumpridos não devem contar, se sobrar, os dias que ficarem suspensos para dentro desses quarenta e cinco dias.  
Dessa forma, pelos boatos que emergem nos rincões seridoenses, os trabalhadores não devem tolerar isso. Os sindicatos devem ser avisados e manifestados. Certos que alguns trabalhadores que efetivam em cidades interioranas temem veementemente a politicagem mesquinha e sebosa que pode ser uma porta para um castigo medíocre de assédios de humilhação, de maus tratos, de deslocamentos para lugares inóspitos ou ermos, como também ameaças injustificáveis de demissões.

Eu, como eventualista sindical, denoto que todo trabalhador deve ter seus direitos garantidos para um melhor desempenho deste e da satisfação do público ao qual seu trabalho atinge. Uma urbe deve pensar no seu processo futuro de desenvolvimento, onde possa progredir sua gente e distanciar ainda mais certas situações/problemas que possam vir a gerar zonas de amparo legal ao quadro de funcionalismo público que, não é máquina, mas sim seres humanos. Tenho dito!!!

CARÊNCIA AFETIVA

DEFINE-SE como carência afetiva a condição de um ser que habita um espaço do qual não lhe concede uma linha de complementos especiais que lhe afague os afetos que se despertam em companhia de sua comunhão de aprendizagens que irão garantir as bases de suas experiências vitais. Esses afetos não são iguais aos afetos da adolescência do ser, nem da sua fase adulta e muito menos de sua fase idosa. Cada fase da vida de um ser decorre um conjunto de carências afetivas que vai se estruturando até o mesmo chegar à fase da velhice com suas experiências vividas.
Na fase inicial da vida de um ser como o Homos sapiens há uma gama de ações sentimentais que visam galgar elementos para complementos da afetuosidade. Essa fase se chama Infância e é nela que o ser analisa o mundo em derredor, conhecendo o que é certo e o que é errado, o que causa felicidade e o que causa tristeza, o que é amigo e o que é inimigo.
É nessa fase que uma certa parte do Homos detém o que na PEDAGOGIA a gente chama de CARÊNCIA AFETIVA. Tal carência está implícita em crianças que muitas vezes não encontram em casa o complemento de seus anseios e muitas vezes estão em zonas de confrontos que as impossibilitam de vivenciarem oportunidades de uma afetuosidade mais inerente aos pré-desejos infantis. Não desejos de fases de puberdades, mas desejos do calor, da proteção, do elogio, do sorriso, do humor, do abraço, da punição, do limite, do conselho, do brincar, do conhecer, do analisar, do exaltar, do diálogo, da fraternidade, da solidariedade, dos aromas, da expressão, dos contos, da arte, entre tantas outras formas que as crianças em fases pré-púberes exalam mesmo inconscientemente.
É por isso que psicologicamente falando toda criança deve ser amada, protegida e edificada de forma educacional para que as fases de mudanças que ela enfrentará não sejam um fardo e que o mundo que a rodeia possa ser melhor interpretado e vivenciado por ela. Nenhuma criança deve viver eventos do cenário adulto como se ela fosse adulta.
Criança é por si só criança.
Observando cartinhas que muitos alunos escrevem sobre o que acha do professor eu me deparo com palavras direcionadas a mim como “eu te amo!”, “te amo”, ou americanizada como “Love professor”. Elas pegam isso do seu cotidiano e usam para expressar seus sentimentos. Porém é preciso termos cuidados para não colocar comportamentos adultos e intencionais nas ações espontâneas de uma criança. E a criança pré-puberdade vai até mais ou menos 12 anos de idade.

Daí, enquanto pedagogos, devemos prestar atenção em avanços de aprendizagem e em algumas alterações de desequilíbrio comportamental do discente enquanto criança e não como se fossem adultos. Se o professor conseguir atender as necessidades existenciais de cada aluno infantil ele já deu grande progresso na aprendizagem discente.

NANICA PERSONALIDADE

ANTIGAMENTE as frangas senhoritas, filhas das galinhas mais sassaricadas do terreiro, eram chamadas de nanicas, cuja personalidade não caia em altivez e nem era conjugada por todo o galinheiro da instituição. Por isso quando se fala em galinhas, esquecem-se as de origem angolana e valorizam as de procedência indiana. Talvez pelo espaço hermétrico ou pela espessura sem alargamento dos limites.
O animal deste lócus é visto como pinta-suru de crista rebaixada e tão agitada que o pescoço não pára de se mexer pra lá e pra cá. Mas sua busca por uma espoliação de vanglórias é tão viva que faz do animal um ser não vivido para si.
Porém, isso é tão imposto aos demais espoliantes que falta a ética do contexto e tudo é lavrado para uma perniciosa sucção de cobaias que alimentam uma parca personalidade de medida chicanisiana. Tem-se a impressão que as partes do todo não existem e que tudo é gerado para uma completa exaltação de um todo falso e alquebrado.

Galinhosamente falando sassaricar em terreiro subdividido por outrem não cantarola o Cocoricó da razão do aceite para um deleite fecundo. Pelo contrário, decorre uma dimensão exitosa de posturas eqüidistantes que se tornam avulsos os elos de ligações da avicultura prosperante.

RIMAS DO ABISMO

POESIA: RIMAS DO ABISMO
POETA: EDNALDO LUÍZ DOS SANTOS.

Teu abismo é mais potente
Como um germe corrosivo
Não sabes por que é vivo
E desrespeita a razão
Não tem um bom coração
E discursa em agressivo
É um porco indecisivo
E se ver mal educado
Não encara um arado
Mas é bem compreensivo.

Teu abismo se demonstra
Sem um plano de futuro
Vive em cima do muro
Com seu canto de saber
Tem que ver para se crer
Em um mundo tão divino
É um vate de menino
Do “Menino de Engenho”
Você tem o que não tenho
O poder em desatino.

Teu abismo abismado
É abismo sem aprumo
Por frustrar o próprio rumo
Tendo um oco por descrédito
Quer viver um fato inédito
Pelo caos de uma desordem
Organização sem ordem
Num contexto alfabético
Só restando o tom poético
Com os versos que se podem.


Feito dia: 05/ 01/ 2016.

AMOR PROTESTANTE

SEU AMOR ESTÁ AFOGADO, desalmado, esquecido e escasso de temperos adicionais devido ao fato de você se agarrar com aquele monte de papel e vociferar uma crença falsa e insossa aos olhos de quem lhe conhece e traduz seu estilo de ódio e vingança contra os oprimidos da inexistência.
Não se parece que tenhas uma vida tão bela e cheia de brio que faz encher de orgulho o Onipotente dos seres. É tumultuada e sancionada por bordões de outrora que te faz salpicar em demasia.
A visão estapafúrdia de quem discursa em demasia ou em lisuras ilusicionistas seguindo padrões esculachados pelo tempo é ao ver do público uma falsa atitude de quem não se sente com a personalidade amada por todos. Por isso sua arte protestante protesta em decurso em prol de uma libertinagem que não passou nem perto de ser vivida por tal ser de fissura mendigante.

É preciso que se mudem os hábitos e os atos para que o amor protestante se ache em pé de igualdade diante do lema da leitura surreal da rate da vivência pedagogicamente falando.

APOLOGIAS AO TRABALHO DE EDNALDO LUÍZ

SAIONARA TAMAZ (2000)

Boas férias: Ednaldo, você foi muito bom para mim. Acho você muito legal. Você é muito bom para todos os alunos. Boa Sorte!!!


Saionara foi uma ótima aluna que tive no tempo que dava aulas de reforço. Dei aulas também a sua irmã que hoje faz faculdade. Saionara tem um grande talento e me escreveu esta cartinha já nos confins do ano de 2000, contendo menos de 10 anos.

(FOTOS DE EDNALDO LUÍZ):



RAIVA DA PAIVA

PAIVA, ora isso lá é nome que se bote em balangalés de ser medíocre! Porém é um ser intragável, mesquinho e hipócrita a tal ponto que sua silhueta já não desperta o dom por acaso, mas o afugenta por descaso. A Paiva suspirava em pote mergulhante e acorria-o pelas beiras tentando libertar-se por si mesmo. Todavia como o artefato nem parece ter cirurgiado o estômago amargável daquela biltre de sofreguidão, serpenteou os espaços apertados do cômodo exilado e distanciado para uma fuga mais amofumbada do que os mofumbos que arrolaram o contexto citadino.
Começou pela magia da silhueta que incentivou a mácula fétida que titubeou do arcabouço do delírio e se lançou pela Tereza que foi feita com tanta facilidade e despojo deste Alto de arauto. Não tinha senão a inocência famigerada da fisgada e nem tampouco o trapézio que poderia se colocar em frente a achada da área hanchurada.
A Paiva dos outros não é igual a Paiva daqui. Paiva que se diz Paiva provoca uma raiva na visão exposta de tal forma que não se concebe um jirau de moquém em doravante. Não obstante um giro pelas redondezas mais afincas pode se verificar um amalgamado de girolândas espalhadas pelo terreno que ampara de certa forma o tapete que fuzila os mais acabrunhados dos pestilentos hospedeiros.

Eis porque a chama de Paiva, uma figura que desperta a raiva eminente. Af!!!

MALEGA ABEZERRADA

POESIA: MALEGA ABEZERRADA
POETA: EDNALDO LUÍZ DOS SANTOS.

Quero prender essa bezerra
De Malega abezerrada
Com a testa tão branquinha
Chiqueirar numa latada
Pegar ela pelos chifres
E lhe dar uma ferrada.

Ela já teve duas crias
Mas tá numa boa conserva
Passa em frente lá de casa
Dando pulos de minerva
Vai pro campo campinar
E mastigar pastos de erva.

Eu pretendo chiqueirar
Lhe dar tanto de comer
Que se ela for espertinha
Faz engorda pra valer
Para que no seu rabinho
Tenha gosto de se ver.

Vou botar no seu pescoço
Um badalo de chocalho
Para poder eu lhe encontrar
Num matagal sem atalho
Pois chocalho que balança
Ao dono não dar trabalho.

Dar-lhe banho de fulôr
E um perfume de alfazema
Amarrar tu no morão
Dar-lhe folha de jurema
Botar água no teu cocho
E nas pernas pôr algema.

Lhe guardar por longo tempo
Avisar a Seu Bastião
Que a bezerra já é vaca
Para boa reprodução
Para aumentar o rebanho
De bovino nesse chão.

Quando fizer dez cabeças
Vou vender pro matadouro
Mas a bezerra russada
Vou deixá-la com um touro
Pois caboco que se presa
O seu gado brilha em ouro.

Feito dia: 18/ 01/ 2016.

ALUNO PRESENTEIA EDNALDO LUÍZ EM CAICÓ

FOI UM ALUNO DE 8 ANOS DA ESCOLA MUNICIPAL SEVERINA BRITO DA SILVA, ZONA NORTE DE CAICÓ, QUEM PRESENTEOU O SEU PROFESSOR EDNALDO LUÍZ POR TER LHE ENSINADO A LER NO ANO DE 2015. O ALUNO É CHAMADO DE KELVIN. (VER FOTOS DE EDNALDO LUÍZ).
ESTE PRESENTE FOI DADO NO ENCERRAMENTO DAS ATIVIDADES LETIVAS DO ANO PASSADO E AINDA TEVE DIREITO ATÉ UM ABRAÇO FINAL.
ISSO SÃO OS FRUTOS COLHIDOS PELO PROFESSOR EDNALDO NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES...O INTERESSANTE É QUE MUITAS MÃES E PAIS DE ALUNOS DE BAIRROS CIRCUNVIZINHOS GAVAM BEM O TRABALHO DO ENTÃO MESTRE DO 2º ANO INFANTIL. ATÉ MÃES QUANDO SÃO OBRIGADAS A TIRAR SEU FILHO DA ESCOLHA FICAM MUITO TRISTES NÃO RECEBERAM AOS SEUS FILHOS OS ENSINAMENTOS DO MESTRE. É E QUE O ANO DE 2016 TRAGA MAIS ALEGRIAS AO POETA DO SERIDÓ EDNALDO LUÍZ...

sábado, 23 de janeiro de 2016

POETA ESPANHOL LER O BLOG DO POETA DO SERIDÓ EDNALDO LUÍZ

VEJA ABAIXO UMA OBRA ENVIADA AO POETA DO SERIDÓ EDNALDO LUÍZ POR UM POETA LATINO QUE FAL ESPANHOL QUE FICOU SENSIBILIZADO COM A MORTE DO POETA JOSÉ LUCAS DE BARROS E O HOMENAGEOU ASSIM:

POETA: DR. RAFAEL MÉRIDA CRUZ - LASCANO
POESIA: JOSÉ LUCAS DE BARROS.


José Lucas de Barros 
Homenagem ao grande poeta 
(12 marzo 1939—15 enero 2016)
.
.
Faleceu na professor,
bella letra aventureira
poeta, advogado autor
Tarde desta sexta-feira
.
preenchido com imensa dor 
Irá em longa esteira
como pobre pecador,
como os grãos de areia
.
Na trova, eu fiz um poema
dizendo com amor, adeus
seu trova é um diadema


Letras são prêmios meus 
deixando ilusões éma
vocé em paz no céus
.

.
Dr. Rafael Mérida Cruz-Lascano.
“Hombre de Maìz 2009”
Guatemala, C. A.